Este Guia de Design fornece informações sobre como
selecionar, comissionar e solicitar um conversor de
frequência. Ele fornece informações sobre as instalações
mecânica e elétrica.
O Guia de Design é destinado ao uso por pessoal
qualicado.
Leia e siga o Guia de Design para usar o conversor de
frequência de maneira segura e prossional, prestando
atenção especial às instruções de segurança e às
advertências gerais.
VLT® é uma marca registrada.
VLT® AutomationDrive FC 360 O Guia Rápido
•
fornece as informações necessárias para colocar o
conversor de frequência em funcionamento.
VLT® AutomationDrive FC 360 O Guia de
•
Programação fornece as informações sobre como
programar e inclui descrições completas dos
parâmetros.
A literatura técnica do FC 360 também está disponível on-
-line em www.danfoss.com/fc360.
Os seguintes símbolos são usados neste manual:
ADVERTÊNCIA
Indica uma situação potencialmente perigosa que pode
resultar em morte ou ferimentos graves.
CUIDADO
Indica uma situação potencialmente perigosa que pode
resultar em ferimentos leves ou moderados. Também
pode ser usado para alertar contra práticas inseguras.
AVISO!
Indica informações importantes, incluindo situações que
podem resultar em danos ao equipamento ou à
propriedade.
As seguintes convenções são usadas neste manual:
Listas numeradas indicam os procedimentos.
•
As listas com marcadores indicam outras
•
informações e descrições das ilustrações.
O texto em itálico indica:
•
-Referência cruzada.
-Link.
-Nota de rodapé.
-Nome do parâmetro.
-Nome do grupo do parâmetro.
-Opcional de parâmetro.
Todas as dimensões nos desenhos estão em mm
•
(polegadas).
1.1.1 Abreviações
Corrente alternadaCA
American Wire GaugeAWG
Ampère/AMPA
Adaptação automática do motorAMA
Limite de correnteI
Graus Celsius
Corrente contínuaCC
Depende do conversorD-TYPE
Compatibilidade eletromagnéticaEMC
Relé térmico eletrônicoETR
Gramag
HertzHz
Potênciahp
kiloHertzkHz
Painel de controle localLCP
Metrom
Indutância em milihenrymH
MiliamperemA
Milissegundoms
Minutomin
Ferramenta Motion ControlMCT
NanofaradnF
Newton metroNm
Corrente nominal do motorI
Frequência do motor nominalf
Potência do motor nominalP
Tensão do motor nominalU
Motor de ímã permanenteMotor PM
Tensão extra baixa de proteçãoPELV
Placa de circuito impressoPCB
Corrente de saída nominal do inversorI
Rotações por minutoRPM
Terminais regenerativosRegen
Segundos
Velocidade de sincronização do motorn
Limite de torqueT
VoltsV
Um sinal transmitido para as entradas analógicas 53 ou 54
pode ser tensão ou corrente.
Referência binária
Um sinal transmitido através da porta de comunicação
serial.
Referência predenida
Uma referência predenida a ser programada de -100% a
+100% da faixa de referência. Seleção de 8 referências
predenidas via terminais digitais. Seleção de 4 referências
predenidas por meio do barramento.
Referência de pulso
É um sinal de pulso transmitido às entradas digitais
(terminal 29 ou 33).
Ref
MÁX
Determina a relação entre a entrada de referência com
valor de escala total de 100% (tipicamente 10 V, 20 mA) e
a referência resultante. O valor de referência máxima está
programado em parâmetro 3-03 Maximum Reference.
Ref
MÍN
Determina a relação entre a entrada de referência com
valor de escala total de 0% (tipicamente 0 V, 0 mA, 4 mA)
e a referência resultante. O valor de referência mínima está
programado em parâmetro 3-02 Minimum Reference.
1.2.5 Diversos
Entradas analógicas
As entradas analógicas são utilizadas para controlar várias
funções do conversor de frequência.
Há 2 tipos de entradas analógicas:
Entrada de corrente: 0-20 mA e 4-20 mA.
•
Entrada de tensão: 0-10 V CC.
•
Saídas analógicas
As saídas analógicas podem fornecer um sinal de 0-20 mA
ou 4-20 mA.
Adaptação automática do motor, AMA
O algoritmo AMA determina os parâmetros elétricos para o
motor conectado quando parado.
Resistor de frenagem
O resistor de frenagem é um módulo capaz de absorver a
potência de frenagem gerada na frenagem regenerativa.
Essa potência de frenagem regenerativa aumenta a tensão
do barramento CC e um circuito de frenagem garante que
a potência seja transmitida ao resistor de frenagem.
Características de TC
Características do torque constante usadas por todas as
aplicações tais como correia transportadora, bombas de
deslocamento e guindastes.
Entradas digitais
As entradas digitais podem ser utilizadas para controlar
várias funções do conversor de frequência.
Saídas digitais
O conversor de frequência apresenta 2 saídas de estado
sólido que podem fornecer um sinal de 24 V CC (máximo
de 40 mA).
ETR
O relé térmico eletrônico é um cálculo da carga térmica
baseado na carga atual e no tempo. Sua nalidade é fazer
uma estimativa da temperatura do motor.
Barramento padrão do FC
Inclui o barramento RS485 com o Protocolo Danfoss FC ou
o protocolo MC. Consulte parâmetro 8-30 Protocolo.
Inicialização
Se a inicialização for executada (parâmetro 14-22 Modo
Operação ou redenição de 2 dedos), o conversor de
frequência retorna à conguração padrão.
Ciclo útil intermitente
Características nominais úteis intermitentes referem-se a
uma sequência de ciclos úteis. Cada ciclo consiste de um
período com carga e outro sem carga. A operação pode
ser de funcionamento periódico ou de funcionamento
aperiódico.
LCP
O painel de controle local compõe uma interface completa
para controle e programação do conversor de frequência.
O LCP é desconectável. Com o kit de instalação opcional, o
LCP pode ser instalado a até 3 m (9,8 pés) do conversor de
frequência em um painel frontal.
GLCP
A interface do painel de controle local gráco (LCP 102)
para controle e programação do conversor de frequência.
O display é gráco e o painel é usado para mostrar os
valores do processo. O GLCP possui funções de armazenamento e cópia.
NLCP
A interface do painel de controle local numérico (LCP 21)
para controle e programação do conversor de frequência.
O display é numérico e o painel é usado para mostrar os
valores de processo. O NLCP possui funções de armazenamento e cópia.
lsb
É o bit menos signicativo.
msb
É o bit mais signicativo.
MCM
Curto para mille circular em milésimo, uma unidade de
medição americana para seção transversal do cabo. 1 MCM
= 0,5067 mm2.
As alterações nos parâmetros on-line são ativadas imediatamente após a mudança no valor de dados. Para ativar as
alterações nos parâmetros o-line, pressione [OK].
PID de processo
O controle do PID mantém velocidade, pressão e
temperatura ajustando a frequência de saída para corresponder à carga variável.
PCD
Dados de controle de processo.
Ciclo de energização
Desligue a rede elétrica até o display (LCP) car escuro,
depois ligue novamente.
Fator de potência
O fator de potência é a relação entre I1 e I
Fator depotência =
3xUxI1cosϕ1
3xUxI
RMS
RMS
.
Para VLT® AutomationDrive FC 360 conversores de
frequência,
Fator depotência =
cosϕ
1 = 1, portanto:
I1xcosϕ1
I
RMS
=
I
I
RMS
1
O fator de potência indica em que intensidade o conversor
de frequência oferece uma carga na alimentação de rede
elétrica.
Quanto menor o fator de potência, maior será a I
RMS
para o
mesmo desempenho em kW.
I
RMS
=
I
+ I
1
5
+ I
2
+ .. + I
7
2
n
2
2
Além disso, um fator de potência alto indica que as
diferentes correntes harmônicas são baixas.
As bobinas CC incorporadas produzem um alto fator de
potência, minimizando a carga imposta na alimentação de
rede elétrica.
Entrada de pulso/encoder incremental
É um transmissor digital de pulso, externo, utilizado para
retornar informações sobre a velocidade do motor. O
encoder é utilizado em aplicações onde há necessidade de
extrema precisão no controle da velocidade.
RCD
Dispositivo de corrente residual.
Setup
Salve as programações dos parâmetros em 2 setups.
Alterne entre os 2 setups de parâmetro e edite 1 setup
enquanto outro estiver ativo.
SFAVM
Acrônimo que descreve a modulação vetorial assíncrona
orientada pelo ux do estator para padrão de
Smart logic control (SLC)
O SLC é uma sequência de ações denidas pelo usuário
executadas quando o Smart Logic Controller avalia os
eventos denidos pelo usuário associados como
verdadeiros (grupo do parâmetro 13-** Smart Logic Control).
STW
Status word.
THD
A distorção de harmônicas total indica a contribuição total
da distorção de harmônicas.
Termistor
Um resistor dependente da temperatura colocado onde a
temperatura é monitorada (conversor de frequência ou
motor).
Desarme
Um estado inserido em situações de falha, por exemplo, se
o conversor de frequência estiver sujeito a sobretensão ou
quando estiver protegendo o motor, processo ou
mecanismo. Uma nova partida é evitada até que a causa
da falha desapareça e o estado de desarme seja cancelado
ativando o reset ou, às vezes, sendo programado para
reset automaticamente. Não use o desarme para segurança
pessoal.
Bloqueio por desarme
O bloqueio por desarme é um estado inserido em
situações de falha quando o conversor de frequência está
se protegendo e requer intervenção física. Um exemplo
que causa um bloqueio por desarme é o conversor de
frequência que está sujeito a um curto-circuito na saída.
Um desarme bloqueado só pode ser cancelado
desconectando a rede elétrica, removendo a causa da falha
e reconectando o conversor de frequência. A nova partida
é impedida até que o estado de desarme seja cancelado,
ativando a reinicialização ou, às vezes, sendo programado
para reinicializar automaticamente. Não use o bloqueio por
desarme para segurança pessoal.
Características de VT
Características do torque variável, utilizado em bombas e
ventiladores.
+
VVC
Se comparado com o controle padrão de relação tensão/
frequência, o controle vetorial de tensão (VVC+) melhora a
dinâmica e a estabilidade, tanto quando a referência de
velocidade é alterada quanto em relação ao torque de
carga.
AVM a 60°
Refere-se à modulação vetorial assíncrona do padrão de
°
chaveamento de 60
.
chaveamento.
Compensação de escorregamento
O conversor de frequência compensa o escorregamento do
motor, fornecendo um complemento à frequência que
acompanha a carga medida do motor, mantendo a
velocidade do motor praticamente constante.
A tensão do conversor de frequência é perigosa sempre
que o conversor estiver conectado à rede elétrica. A
instalação incorreta do motor, conversor de frequência
ou eldbus pode causar morte, ferimentos graves ou
danos ao equipamento. Consequentemente, as instruções
neste manual, bem como as normas nacional e local
devem ser obedecidas.
Normas de segurança
1.Desconecte sempre a alimentação de rede
elétrica do conversor de frequência antes de
realizar um serviço de manutenção. Verique se a
alimentação de rede elétrica foi desconectada e
observe o tempo de descarga indicado em
Tabela 1.2 antes de remover o motor e a
alimentação de rede elétrica.
2.[O/Reset] no LCP não desconecta a alimentação
de rede elétrica e não deve ser usado como um
interruptor de segurança.
3.Aterre o equipamento adequadamente, proteja o
usuário contra tensão de alimentação, e proteja o
motor contra sobrecarga, de acordo com as
normas nacionais e locais aplicáveis.
4.A proteção contra sobrecarga do motor não está
incluída na
função for desejada, programe
parâmetro 1-90 Proteção Térmica do Motor para [4]
Desarme do ETR 1 ou [3] Advertência do ETR 1.
5.O conversor de frequência tem mais fontes de
tensão do que L1, L2 e L3 quando há divisão da
carga (ligação do circuito intermediário CC).
Verique se todas as fontes de tensão foram
desligadas e se já decorreu o tempo necessário,
antes de iniciar o trabalho de reparo.
Advertência contra partida acidental
1.O motor pode ser parado com comandos digitais,
comandos de barramento, referências ou uma
parada local, enquanto o conversor de frequência
estiver conectado à rede elétrica. Se considerações de segurança pessoal (por exemplo, risco
de ferimentos causados pelo contato com peças
móveis após uma partida acidental) tornar
necessário garantir que não ocorra nenhuma
partida acidental, essas funções de parada não
são sucientes. Em tais casos, desconecte a
alimentação de rede elétrica.
2.O motor pode dar partida ao mesmo tempo em
que os parâmetros são congurados. Se isso
signicar que a segurança pessoal pode ser
comprometida, a partida do motor deve ser
conguração de fábrica. Se esta
evitada, por exemplo, com a desconexão segura
da conexão do motor.
3.Um motor, que foi parado com a alimentação de
rede elétrica conectada, poderá dar partida se
ocorrerem defeitos na eletrônica do conversor de
frequência, por meio de uma sobrecarga
temporária, ou se uma falha na fonte de
alimentação de rede elétrica ou a conexão do
motor for corrigida. Se a partida acidental deve
ser evitada por razões de segurança pessoal, as
funções normais de parada do conversor de
frequência não são sucientes. Em tais casos,
desconecte a alimentação de rede elétrica.
4.Em casos raros, sinais de controle provenientes
ou internos do conversor de frequência podem
ser ativados por engano, atrasados ou não
ocorrerem completamente. Quando usados em
situações em que a segurança é fundamental, por
exemplo, ao controlar a função de freio eletromagnético de uma aplicação de elevação, não
dependa exclusivamente desses sinais de
controle.
ADVERTÊNCIA
ALTA TENSÃO
Tocar as partes elétricas pode ser fatal, mesmo depois
que o equipamento tenha sido desconectado da rede
elétrica.
Certique-se de que todas as entradas de tensão tenham
sido desconectadas, incluindo divisão da carga (ligação
do circuito intermediário CC) e conexão do motor para
backup cinético.
Os sistemas em que os conversores de frequência estão
instalados devem, se necessário, estar equipados com
dispositivos adicionais de monitoramento e proteção de
acordo com as normas de segurança válidas, tais como
leis sobre ferramentas mecânicas, normas de segurança
para a prevenção de acidentes etc. Modicações nos
conversores de frequência através de software
operacional são permitidas.
AVISO!
Situações perigosas devem ser identicadas pelo
construtor/integrador da máquina responsável por
considerar os meios preventivos necessários. Dispositivos
adicionais de monitoramento e proteção podem ser
incluídos, sempre de acordo com as normas de
segurança nacionais válidas, como leis sobre ferramentas
mecânicas e regulamentos para a prevenção de
acidentes.
O conversor de frequência contém capacitores de
barramento CC, que podem permanecer carregados
mesmo quando o conversor de frequência não está
energizado. Pode haver alta tensão presente mesmo
quando as luzes indicadoras LED de advertência
estiverem apagadas. Se o tempo especicado após a
energia ter sido desligada não for aguardado para
executar ou serviço de manutenção, isto pode resultar
em morte ou ferimentos graves.
Pare o motor.
•
Desconecte as fontes de alimentação da rede
•
elétrica CA e do barramento CC, incluindo os
backups de bateria, UPS e conexões do
barramento CC para os outros conversores de
frequência.
Desconecte ou trave o motor PM.
•
Aguarde os capacitores se descarregarem por
•
completo. O tempo de espera mínimo está
especicado em Tabela 1.2 e também é visível
na etiqueta do produto, no topo do conversor
de frequência.
Antes de realizar qualquer serviço de
•
manutenção, use um dispositivo de medição de
tensão apropriado para ter certeza de que os
capacitores estejam completamente descarregados.
Tensão
[V]
380–480
380–480
Faixa de potência
[kW (hp)]
0,37–7,5 kW
(0,5–10 hp)
11–75 kW
(15–100 hp)
Tempo de espera
mínimo
(minutos)
4
15
1.5 Documento e versão de software
Este manual é revisado e atualizado regularmente. Todas as
sugestões de melhoria são bem-vindas.
EdiçãoObservaçõesVersão do software
MG06B5xxAtualização devido a
nova versão de
hardware e software.
1.8x
1.6 Aprovações e certicações
Os conversores de frequência foram projetados em conformidade com as diretivas descritas nesta seção.
Para obter mais informações sobre aprovações e
certicados, acesse a área de download em
www.danfoss.com/fc360.
1.6.1 Marcação CE
A marcação CE (Conformité Européenne) indica que o
fabricante do produto está em conformidade com todas as
diretivas da UE aplicáveis.
As diretivas da UE aplicáveis à concepção e fabricação de
conversores são:
A diretiva de baixa tensão
•
A diretiva EMC
•
A diretiva de maquinaria (para unidades com
•
função de segurança integrada).
A marcação CE é destinada a eliminar as barreiras técnicas
ao livre comércio entre os estados da CE e da EFTA dentro
da ECU. A marcação CE não regula a qualidade do produto.
Não se pode deduzir especicações técnicas da marcação
CE.
1.6.2 Diretiva de baixa tensão
Tabela 1.2 Tempo de descarga
Instruções para descarte
1.4
O equipamento que contiver
componentes elétricos não pode ser
descartado junto com o lixo doméstico.
Deve ser coletado separadamente com o
lixo de material elétrico e eletrônico, em
conformidade com a legislação local e
atual em vigor.
Os conversores são classicados como componentes
eletrônicos e devem ter a certicação CE em conformidade
com a diretiva de baixa tensão. A diretiva é aplicável a
todos os equipamentos elétricos nas faixas de tensão de
50–1000 V CA e 75–1500 V CC.
A diretiva determina que o projeto do equipamento deve
garantir a segurança e a saúde das pessoas e dos animais,
e a preservação do material, garantindo a instalação, a
manutenção e o uso adequados do equipamento. Danfoss
A certicação CE está em conformidade com a diretiva de
baixa tensão, e a Danfoss fornece uma declaração de
conformidade mediante solicitação.
Compatibilidade eletromagnética (EMC) signica que a
interferência eletromagnética entre peças do equipamento
não prejudica seu desempenho. O requisito de proteção
básica da diretiva EMC 2014/30/EU determina que
dispositivos que geram interferência eletromagnética (EMI)
ou cuja operação possa ser afetada pela EMI devem ser
projetados para limitar a geração de interferência eletromagnética, e devem ter um grau adequado de imunidade
à EMI quando instalado, mantido e usado adequadamente.
Um conversor pode ser usado como dispositivo
independente ou como parte de uma instalação mais
complexa. Os dispositivos em qualquer um desses casos
devem ter a marcação CE. Os sistemas não precisam ter a
marcação CE, mas devem atender aos requisitos básicos de
proteção da diretiva EMC.
O tamanho do gabinete depende da faixa de potência.
Tamanho do
gabinete
Proteção do
gabinete
Potência
nominal de
sobrecarga alta
- sobrecarga
máxima de
1)
160%
Tamanho do
gabinete
J1J2J3J4
IP20IP20IP20IP20
0,37–2,2 kW/0,5–3 hp
(380–480 V)
J5J6J7
3,0–5,5 kW/4,0–7,5 hp
(380–480 V)
7,5 kW/10 hp (380–480 V)
11–15 kW/15–20 hp
(380–480 V)
Proteção do
gabinete
Potência
nominal de
sobrecarga alta
- sobrecarga
máxima de
1)
160%
Tabela 2.1 Tamanhos de gabinete
1) Tipo de sobrecarga normal para tamanhos de 11–75 kW (15–100 hp): Sobrecarga de 110% durante 1 minuto.
Tipo de sobrecarga alta para tamanhos de 0,37–7,5 kW (0,5–10 hp): Sobrecarga de 160% durante 1 minuto.
Tipo de sobrecarga alta para tamanhos de 11–22 kW (15–30 hp): Sobrecarga de 150% durante 1 minuto.
Tipo de sobrecarga alta para tamanhos de 30–75 kW (40–100 hp): Sobrecarga de 150% durante 1 minuto.
Esta seção descreve como instalar a ação do conversor de frequência.
22
Ilustração 2.1 Diagrama esquemático de ação básica
A = analógica, D = digital
1) Circuito de frenagem integrado disponível de J1 a J5.
2) O relé 2 tem 2 polos para J1 a J3 e 3 polos para J4 a J7. O relé 2 de J4–J7 com terminais 4, 5, e 6 tem a mesma lógica NA/NF
que o relé 1. Os relés são plugáveis em J1 a J5 e xos em J6 a J7.
3) Filtro CC simples em J1 a J5; Filtro CC duplo em J6-J7.
4) O interruptor S801 (terminais de comunicação serial) pode ser usado para ativar a terminação na porta RS485 (terminais 68 e
(6 AWG).
3Cabos de controle12Isolamento do cabo descascado
4Mínimo de 200 mm (7,87 pol.) entre os cabos de controle, os
cabos de motor e os cabos de rede elétrica.
5Alimentação de rede elétrica14Resistor de frenagem
6Superfície exposta (não pintada)15Caixa metálica
7Arruelas tipo estrela16Conexão para o motor
8Cabo do freio (blindado)17Motor
9Cabo de motor (blindado)18Bucha de cabo de EMC
Ilustração 2.2 Conexão elétrica típica
2
11Contator de saída e mais.
13Barramento do ponto de aterramento comum Siga as
exigências locais e nacionais para o aterramento do painel
elétrico.
Eixos rotativos e equipamentos elétricos podem ser
perigosos É importante a proteção contra riscos elétricos
ao aplicar energia à unidade. Todo o trabalho elétrico
deve estar em conformidade com os códigos elétricos
nacionais e locais. A instalação, a partida e a
manutenção devem ser executadas somente por pessoal
qualicado e treinado. Deixar de seguir essas orientações
poderá resultar em morte ou ferimentos graves.
ADVERTÊNCIA
ISOLAMENTO DE FIAÇÃO
Passe a potência de entrada, a ação do motor e a ação
de controle por 3 conduítes metálicos separados, ou use
cabos blindados separados para isolamento de ruído de
alta frequência. Não isolar a ação de energia, do motor
e de controle pode resultar em perda de desempenho do
conversor de frequência e equipamentos associados.
Passe os cabos de motor de vários conversores de
frequência separadamente. A tensão induzida dos cabos
de motor de saída que passam juntos pode carregar os
capacitores do equipamento, mesmo com o
equipamento desligado e bloqueado. Se os cabos de
motor de saída não forem estendidos separadamente ou
não forem utilizados cabos blindados, o resultado poderá
ser morte ou lesões graves.
Passe os cabos de motor de saída separadamente.
•
Use cabos blindados.
•
Bloqueie todos os conversores de frequência
•
simultaneamente.
Tipos e características nominais dos os
Toda a ação deverá estar em conformidade com
•
as regulamentações locais e nacionais com
relação à seção transversal e aos requisitos de
temperatura ambiente.
A Danfoss recomenda que todas as conexões de
•
energia sejam feitas com um o de cobre com
classicção mínima de 75 °C (167 °F).
Consulte capétulo 4 Especicações para tamanhos
•
de o recomendados
2.2.1 Requisitos de aterramento
ADVERTÊNCIA
PERIGO DE ATERRAMENTO!
Para a segurança do operador, um eletricista certicado
deve aterrar o conversor de frequência de acordo com os
códigos elétricos nacionais e locais, e as instruções
contidas neste manual. As correntes de aterramento são
superiores a 3,5 mA. Não aterrar o conversor de
frequência corretamente poderá resultar em morte ou
lesões graves.
Estabeleça um aterramento de proteção
•
adequado para equipamentos com correntes de
aterramento superiores a 3,5 mA. Consulte
capétulo 2.8 Corrente de fuga para o terra para
obter mais detalhes.
Um o de aterramento dedicado é necessário
•
para a potência de entrada, a potência do motor
e a ação de controle.
Use as braçadeiras fornecidas com o
•
equipamento para obter conexões de
aterramento adequadas.
Não aterre um conversor de frequência em outro,
•
como em uma ligação em cascata (consulte
Ilustração 2.3).
parâmetro 14-50 Filtro de RFI para OFF (tamanhos
de gabinete J6–J7) ou remova o parafuso RFI
(tamanhos de gabinete J1–J5). Quando
desligados, os capacitores internos do ltro de RFI
entre o chassi e o circuito intermediário são
isolados para evitar danos ao circuito intermediário e reduzir as correntes capacitivas do terra
de acordo com a IEC 61800-3.
Não instale um interruptor entre o conversor de
frequência e o motor na rede elétrica IT.
Ilustração 2.3 Princípio de aterramento
ADVERTÊNCIA
TENSÃO INDUZIDA
Passe cabos de motor de saída de vários conversores de
frequência separadamente. A tensão induzida dos cabos
de motor de saída que passam juntos pode carregar os
capacitores do equipamento, mesmo com o
equipamento desligado e bloqueado. Não passar os
cabos de motor de saída separadamente pode resultar
em morte ou ferimentos graves.
Braçadeiras de aterramento são fornecidas para a ação do
motor (consulte Ilustração 2.4).
Não instale capacitores de correção do fator de
•
potência entre o conversor de frequência e o
motor.
Não conecte um dispositivo de partida ou de
•
•
•
troca de polo entre o conversor de frequência e o
motor.
Atenda aos requisitos de
motor.
Todos os conversores de frequência devem ser
usados com uma fonte de entrada isolada e com
linhas de energia de referência de aterramento.
Quando alimentado a partir de uma fonte de
rede elétrica isolada (rede elétrica IT ou delta
utuante) ou rede elétrica TT/TN-S com uma
perna aterrada (delta aterrada), programe
ação do fabricante do
Ilustração 2.4 Conexões de rede elétrica, motor, terra para
tamanhos do gabinete J1–J5 (tomando o J2 como exemplo)
Ilustração 2.5 Conexões de rede elétrica, motor, terra para
tamanhos do gabinete J6–J7 (tomando o J7 como exemplo)
22
A Ilustração 2.4 mostra entrada da rede elétrica, motor e
conexões do aterramento para tamanhos dos gabinetes
J1–J5. A Ilustração 2.5 mostra entrada da rede elétrica,
motor e conexões do terra para tamanhos dos gabinetes
J6–J7. As congurações reais variam com os tipos de
unidade e equipamentos opcionais.
2.2.2 Fiação de controle
Acesso
Remova a chapa de tampa com uma chave de
•
fenda. Consulte Ilustração 2.6.
Ilustração 2.6 Acesso à ação de controle para tamanhos de
gabinetes J1-J7
Tipos de terminal de controle
A Ilustração 2.7 mostra os terminais de controle do
conversor de frequência. As funções do terminal e as
congurações padrão estão resumidas em Tabela 2.2.
Ilustração 2.7 Locais do terminal de controle
Consulte capétulo 4.2 Especicações Gerais para saber
detalhes das características nominais dos terminais.
DI [2]
Paradp/
inérc,reverso
DO [0] Sem
operação
DI [14] Jog
DO [0] Sem
operação
Comum para
Descrição
Tensão de
alimentação de
24 V CC. A
corrente de
saída máxima é
de 100 mA para
todas as cargas
de 24 V.
Entradas digitais.
Entrada digital
Entrada digital,
encoder de 24 V.
O terminal 33
pode ser usado
para entrada de
pulso.
Selecionável
tanto para
entrada digital,
saída digital ou
saída de pulso. A
conguração
padrão é a
entrada digital.
O terminal 29
pode ser usado
para entrada de
pulso.
entradas digitais
e potencial de 0
V para
alimentação de
24 V.
TerminalParâmetro
Parâmetro 6-91 Ter
42
45
50–+10 V CC
53
54
55–
61–
68 (+)
69 (-)
minal 42 Saída
Analógica
Parâmetro 6-71 Ter
minal 45 Saída
Analógica
Grupo do
parâmetro 6-1*
Grupo do
parâmetro 6-2*
Comunicação serial
Grupo do
parâmetro 8-3*
Grupo do
parâmetro 8-3*
Conguraçã
o padrão
[0] Sem
operação
[0] Sem
operação
Referência
Feedback
Relés
Descrição
Saída analógica
programável. O
sinal analógico é
de 0-20 mA ou
4-20 mA a um
máximo de 500
Ω. Também
pode ser
congurado
como saídas
digitais
Tensão de
alimentação
analógica de 10
V CC. Máximo de
15 mA
comumente
usado para
potenciômetro
ou termistor.
Entrada
analógica.
Selecionável
para tensão ou
corrente.
Comum para
entrada
analógica
Filtro RC
integrado para
blindagem.
SOMENTE para
conectar a tela
quando
enfrentar
problemas de
EMC.
Interface RS485.
Um interruptor
do cartão de
controle é
fornecido para
resistência de
terminação.
Saída do relé de
formato C. Estes
relés estão em
vários locais,
dependendo da
conguração e
tamanho do
conversor de
frequência.
Utilizável para
tensão CC ou CA
e carga indutiva
ou resistiva.
RO2 no gabinete
metálico J1-J3 é
de 2 polos,
apenas os
terminais 04 e
05 estão
disponíveis
Funções do terminal de controle
As funções do conversor de frequência são comandadas
pelo recebimento de sinais de entrada de controle.
Programe cada terminal para a função que ele
•
suporta nos parâmetros associados a esse
terminal.
Conrme se o terminal de controle está
•
programado para a função correta. Consulte o
capítulo Painel de controle local e programação no
Guia Rápido para detalhes sobre como acessar
parâmetros e programação.
A programação do terminal padrão inicia o
•
conversor de frequência funcionando em um
modo operacional típico.
Uso de cabos de controle blindados
O método preferido na maioria dos casos é xar cabos de
controle e de comunicação serial com braçadeiras de
proteção fornecidas em ambas as extremidades para
garantir o melhor contato de cabo de alta frequência
possível.
Se o potencial de aterramento entre o conversor de
frequência e o PLC for diferente, poderá ocorrer um ruído
elétrico perturbando todo o sistema. Resolva este
problema instalando um cabo de equalização o mais
próximo possível do cabo de controle. Mínima seção
transversal do cabo: 16 mm2 (6 AWG).
1
Mínimo 16 mm2 (6 AWG)
2Cabo de equalização
Ilustração 2.8 Braçadeiras de blindagem em ambas as
extremidades
Malhas de aterramento de 50/60 Hz
Com cabos de controle muito longos, podem ocorrer
malhas de aterramento. Para eliminar malhas de
aterramento, conecte 1 extremidade da tela ao terra com
um capacitor de 100 nF (mantendo os terminais curtos).
Ilustração 2.9 Conexão com um capacitor de 100 nF
Evitar ruído EMC na comunicação serial
Esse terminal está conectado ao aterramento por meio de
um conexão RC interno. Use cabos de par trançado para
reduzir a interferência entre os condutores. O método
recomendado é mostrado na Ilustração 2.10.
1
Mínimo 16 mm2 (6 AWG)
2Cabo de equalização
Ilustração 2.10 Cabos de par trançado
Alternativamente, a conexão ao terminal 61 pode ser
omitida.
Ilustração 2.11 Cabos de par trançado sem terminal 61
2.3 Estruturas de controle
2.3.1 Princípio de controle
Um conversor de frequência retica a tensão CA da rede
elétrica para a tensão CC. Em seguida, a tensão CC é
convertida em uma corrente CA com amplitude e
frequência variáveis.
O motor é fornecido com tensão/corrente e frequência
variáveis, permitindo o controle de velocidade inni-tamente variável de motores trifásicos padrão CA e
motores síncronos de ímã permanente.
2.3.2 Modos de controle
O conversor de frequência é capaz de controlar a
velocidade ou o torque no eixo do motor. A conguração
do par parâmetro 1-00 Modo Conguração determina o tipo
de controle.
Controle da velocidade
Existem dois tipos de controle de velocidade:
Controle de velocidade de malha aberta, que não
•
requer nenhum feedback do motor (sem sensor).
Controle do PID de malha fechada de velocidade,
•
que requer um feedback de velocidade para uma
entrada. Um controle de malha fechada de
velocidade adequadamente otimizado tem maior
precisão do que um controle de malha aberta de
velocidade.
Selecione qual entrada usar como feedback do PID de
velocidade em parâmetro 7-00 Fonte do Feedback do PID deVelocidade.
VLT® AutomationDrive FC 360
Controle de torque
A função de controle do torque é utilizada em aplicações
onde o torque no eixo de saída do motor estiver
controlando a aplicação como controle de tensão. O
controle de torque pode ser selecionado em
parâmetro 1-00 Modo Conguração. A conguração de
torque é feita congurando uma referência de controle
analógica, digital ou por barramento. Ao executar o
controle de torque, recomenda-se executar um
procedimento AMA completo, porque os dados corretos do
motor são importantes para alcançar o desempenho ideal.
•
•
Referência de velocidade/torque
A referência a esses controles pode ser uma única
referência ou a soma de várias referências, incluindo
referências relativamente escalonadas. O tratamento de
referência é explicado em detalhes em
capétulo 2.4 Tratamento das referências.
Malha fechada no modo VVC+. Esta função é
usada em aplicações com variação dinâmica baixa
a média do eixo, e oferece excelente desempenho
em todos os 4 quadrantes e em todas as
velocidades do motor. O sinal de feedback de
velocidade é obrigatório. Recomenda-se usar a
placa opcional MCB102. Garanta que a resolução
do encoder seja de pelo menos 1024 PPR, e que
o cabo de blindagem do encoder esteja bem
aterrado, porque a precisão do sinal de feedback
de velocidade é importante. Ajuste
parâmetro 7-06 Per. ltro passa-baixa do PID de
veloc para obter o melhor sinal de feedback de
velocidade.
Malha aberta no modo VVC+. A função é usada
em aplicações mecanicamente robustas, mas a
precisão é limitada. A função de torque de malha
aberta funciona para duas direções. O torque é
calculado com base na medição de corrente
interna no conversor de frequência.
O VLT® AutomationDrive FC 360 é um conversor de frequência de uso geral para aplicações de velocidade variável. O
princípio de controle é baseado no controle vetorial de tensão+.
0,37–22 kW (0,5–30 hp)
Os conversores de frequência FC 360 0,37–22 kW (0,5–30 hp) podem controlar motores assíncronos e motores síncronos de
ímã permanente até 22 kW.
O princípio de detecção de corrente nos conversores de frequência FC 360 0,37–22 kW (0,5–30 hp) é baseado na medição
de corrente por um resistor no barramento CC. A proteção contra falha de aterramento e o comportamento em curto-
-circuito são controlados pelo mesmo resistor.
22
Ilustração 2.12 Diagrama de controle para FC 360 0,37–22 kW (0,5–30 hp)
30–75 kW (40–100 hp)
Os conversores de frequência FC 360 30–75 kW (40–100 hp) só podem controlar motores assíncronos.
O princípio de detecção de corrente dos conversores de frequência FC 360 30–75 kW (40–100 hp) são baseados na medição
de corrente nas fases do motor.
A proteção contra falha de aterramento e o comportamento de curto-circuito nos conversores de frequência FC 360 30–75
kW (40–100 hp) são controlados pelos 3 transdutores de corrente nas fases do motor.
Ilustração 2.13 Diagrama de controle para FC 360 30–75 kW (40–100 hp)
Ilustração 2.14 Estrutura de controle em congurações de malha fechada e congurações de malha aberta VVC
Na conguração mostrada em Ilustração 2.14, parâmetro 1-01 Principio de Controle do Motor está programado para [1] VVC+ e
parâmetro 1-00 Modo Conguração está programado para [0] Malha Aberta. A referência resultante do sistema de tratamento
de referências é recebida e alimentada por meio da limitação de rampa e da limitação de velocidade, antes de ser enviada
para o controle do motor. A saída do controle do motor ca então restrita pelo limite de frequência máxima.
+
Se parâmetro 1-00 Modo Conguração for programado para [1] Malha fech. veloc., a referência resultante é passada da
limitação de rampa e da limitação de velocidade para um controle do PID de velocidade. Os parâmetros de controle do PID
de velocidade estão no grupo do parâmetro 7-0* Ctrl. do PID de Velocidade. A referência resultante do controle do PID de
velocidade é enviada ao controle do motor limitado pelo limite de frequência.
Selecione [3] Processo em parâmetro 1-00 Modo Conguração para usar o controle do PID de processo para controle de
velocidade ou pressão em malha fechada no aplicativo controlado. Os parâmetros do PID de processo estão nos grupos do
parâmetro 7-2* Feedb Ctrl. Process e 7-3* Ctrl. PID Processos.
2.3.5
O conversor de frequência possui um controle de limite de corrente integral. Este recurso é ativado quando a corrente do
motor, e assim o torque, é superior aos limites de torque denidos em parâmetro 4-16 Limite de Torque do Modo Motor,
parâmetro 4-17 Limite de Torque do Modo Gerador e parâmetro 4-18 Limite de Corrente.
Quando o conversor de frequência está no limite de corrente durante a operação do motor ou a operação regenerativa, o
conversor de frequência tenta car abaixo dos limites de torque predenidos o mais rápido possível sem perder o controle
do motor.
A referência remota é calculada uma vez em cada
intervalo de varredura e inicialmente consiste em dois
tipos de entradas de referência:
1.X (a referência externa): Uma soma (consulte
parâmetro 3-04 Função de Referência) de até
quatro referências selecionadas externamente,
composta de qualquer combinação (determinada
pela programação de parâmetro 3-15 Fonte daReferência 1, parâmetro 3-16 Fonte da Referência 2
e parâmetro 3-17 Fonte da Referência 3) de uma
referência predenidaxa
(parâmetro 3-10 Referência Predenida), referências
analógicas variáveis, referências de pulso digital
variável, e várias referências de eldbus em
qualquer unidade que o conversor de frequência
esteja monitorando ([Hz], [RPM], [Nm] e assim por
diante).
2.Y (a referência relativa): Uma soma de 1
referência predenidaxa
(parâmetro 3-14 Referência Relativa Pré-denida) e
1 referência analógica variável
(parâmetro 3-18 Recurso de Referência de EscalaRelativa) em [%].
Os dois tipos de entradas de referência são combinados na
seguinte fórmula:
Referência remota=X+X*Y/100%.
Se a referência relativa não for usada, programe
parâmetro 3-18 Recurso de Referência de Escala Relativa para
[0] Sem função e parâmetro 3-14 Referência Relativa Pré-
-denida para 0%. As entradas digitais no conversor de
frequência podem ativar a função catch-up/slow down e a
função de referência de congelamento. As funções e
parâmetros estão descritos no Guia de Programação do
VLT® AutomationDrive FC 360.
A escala das referências analógicas é descrita nos grupos
do parâmetro 6-1* Entrada Analógica 53 e 6-2* Entrada
Analógica 54, e a escala das referências de pulso digital é
descrita no grupo de parâmetros 5-5* Entrada de Pulso.
Os limites e intervalos de referência são denidos no grupo
do parâmetro 3-0* Limites de referência.
2.4.1 Limites de referência
Parâmetro 3-00 Reference Range, parâmetro 3-02 Minimum
Reference e parâmetro 3-03 Maximum Reference denem a
faixa permitida da soma de todas as referências. A soma de
todas as referências são xadas quando necessário. A
relação entre a referência resultante (após a xação) e a
soma de todas as referências é mostrada em Ilustração 2.17
e Ilustração 2.18.
22
Ilustração 2.17 Soma de todas as referências quando a faixa
de referência é programada como 0
Ilustração 2.18 Soma de todas as referências quando a faixa
de referência é programada para 1
O valor de parâmetro 3-02 Minimum Reference não pode ser
programado como menor que 0, a menos que
parâmetro 1-00 Conguration Mode esteja programado para
[3] Processo. Nesse caso, as seguintes relações entre a
referência resultante (após a xação) e a soma de todas as
referências são mostradas em Ilustração 2.19.
2.4.3 Escalonamento de referência de pulso
e analógica e feedback
22
Ilustração 2.19 Soma de todas as referências quando a
referência mínima é denida como um valor de menos
2.4.2 Graduação das referências
predenidas e das referências de
barramento
As referências predenidas são graduadas de acordo
com as regras seguintes:
Quando parâmetro 3-00 Intervalo de Referência
•
estiver programado para [0] Mín-Máx, uma
referência de 0% é igual a 0 [unidade] onde a
unidade pode ser qualquer unidade, por exemplo,
RPM, m/s, e bar. Uma referência de 100% é igual
ao valor máximo (valor absoluto de
parâmetro 3-03 Referência Máxima, valor absoluto
de parâmetro 3-02 Minimum Reference).
Quando parâmetro 3-00 Intervalo de Referência
•
estiver programado para [1] -Máx–+Máx, uma
referência de 0% é igual a 0 [unidade], e uma
referência de 100% é igual à referência máxima.
As referências de barramento são graduadas de acordo
com as regras seguintes:
Quando parâmetro 3-00 Intervalo de Referência
•
estiver programado para [0] Min–máx, uma
referência de 0% é igual a referência mínima e
uma referência de 100% é igual à referência
máxima.
Quando parâmetro 3-00 Intervalo de Referência
•
estiver programado para [1] -Máx–+Máx, uma
referência de -100% é igual à referência máxima,
e uma referência de 100% é igual à referência
máxima.
As referências e o feedback são graduados a partir das
entradas analógica e de pulso, da mesma maneira. A única
diferença é que uma referência acima ou abaixo dos
pontos nais mínimo e máximo especicados (P1 e P2 no
Ilustração 2.20) são xadas, enquanto um feedback acima
ou abaixo não é.
Os pontos nais P1 e P2 são denidos em Tabela 2.3 dependendo da escolha de entrada.
EntradaAnalógico 53
modo de
tensão
P1=(valor de entrada mínimo, valor de referência mínima)
Valor de referência mínimaParâmetro 6-14
Terminal 53
Low Ref./Feedb.
Value
Valor de entrada mínimoParâmetro 6-10
Terminal 53
Low Voltage
[V]
P2=(valor de entrada máximo, valor de referência máxima)
Valor de referência máximaParâmetro 6-15
Terminal 53
High Ref./
Feedb. Value
Valor de entrada máximoParâmetro 6-11
Terminal 53
High Voltage
[V]
Tabela 2.3 Pontos nais P1 e P2
Analógico 53
modo de
corrente
Parâmetro 6-14 T
erminal 53 Low
Ref./Feedb. Value
Parâmetro 6-12 T
erminal 53 Low
Current [mA]
Parâmetro 6-15 T
erminal 53 High
Ref./Feedb. Value
Parâmetro 6-13 T
erminal 53 High
Current [mA]
Analógico 54
modo de
tensão
Parâmetro 6-24
Terminal 54
Low Ref./Feedb.
Value
Parâmetro 6-20
Terminal 54
Low Voltage
[V]
Parâmetro 6-25
Terminal 54
High Ref./
Feedb. Value
Parâmetro 6-21
Terminal 54
High
Voltage[V]
Analógico 54
modo de
corrente
Parâmetro 6-24 T
erminal 54 Low
Ref./Feedb. Value
Parâmetro 6-22 T
erminal 54 Low
Current [mA]
Parâmetro 6-25 T
erminal 54 High
Ref./Feedb. Value
Parâmetro 6-23 T
erminal 54 High
Current [mA]
Entrada de
pulso 29
Parâmetro 5-52
Term. 29 Low
Ref./Feedb. Value
Parâmetro 5-50
Term. 29 Low
Frequency [Hz]
Parâmetro 5-53
Term. 29 High
Ref./Feedb. Value
Parâmetro 5-51
Term. 29 High
Frequency [Hz]
Entrada de pulso 33
22
Parâmetro 5-57 Term.
33 Low Ref./Feedb.
Value
Parâmetro 5-55 Term.
33 Low Frequency
[Hz]
Parâmetro 5-58 Term.
33 High Ref./Feedb.
Value
Parâmetro 5-56 Term.
33 High Frequency
[Hz]
2.4.4 Banda morta em torno de zero
Às vezes, a referência (em casos raros, também o feedback) deve ter uma banda morta em torno de 0 para garantir que a
máquina seja parada quando a referência estiver próxima de 0.
Para tornar a banda morta ativa e
Dena o valor de referência mínima (consulte Tabela 2.3 para obter o parâmetro relevante) ou o valor de referência
•
máxima em 0. Em outras palavras, P1 ou P2 devem estar no eixo X em Ilustração 2.21.
Certique-se de que os dois pontos que denem o gráco em escala estejam no mesmo quadrante.
•
P1 ou P2 dene o tamanho da banda morta como mostrado em Ilustração 2.21.
denir a quantidade de banda morta, faça o seguinte: