Omega FDT-40, FDT-40E User guide

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A OMEGA Engineering, Inc. tem como política cumprir todas as regulamentações para Compatibilidade Eletromagnética e Interferência Eletromagnética aplicáveis e, além disso, sempre busca obter certificação de seus produtos em conformi dade com as Diretivas Europeias da Nova Abordagem. A OMEGA inclui a marca CE (Conformidade com a C omunidade Europeia) em todos os produtos certificados.
As informações contidas neste documento são tidas como corretas, porém, a OMEGA não aceita qualquer responsabilização por quaisquer erros que possa conter e reserva o direito de alterar as especificações sem aviso prévio. ADVERTÊNCIA: Esses produtos nã o foram proj etados para ser utilizados em seres hum anos e, portanto, não devem ser usados com essa finalidade.
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SUMÁRIO
INSTRUÇÕES OPERACIONAIS PARA INÍCIO RÁPIDO ....................................... 8
1 - Localização do Transdutor .......................................................................... 8
2 - Conexões Elétricas ....................................................................................... 9
3 – Preparação do Tubo e Montagem do Transdutor ...................................... 9
4 - Início ............................................................................................................ 10
INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 11
Geral .................................................................................................................. 11
Versatil idade da Aplicação .............................................................................. 11
Conformidade CE ............................................................................................. 11
Segurança para o Usuário ............................................................................... 12
Integridade dos Dados .................................................................................... 12
Identificação do produto ................................................................................. 12
PARTE 1 – INSTALAÇÃO DO TRANSMISSOR................................................... 13
Conexões do Transdutor ................................................................................. 14
Conexões para Corrente Alternada em Tensão de Rede .............................. 16
Conexões para Corrente Alternada em Baixa Tensão .................................. 16
Conexões para Corrente Contínua ................................................................. 17
PARTE 2 – INSTALAÇÃO DO TRANSDUTOR .................................................... 18
Geral .................................................................................................................. 18
Passo 1 – Local da Montagem ........................................................................ 18
Passo 2 – Espaçamento dos Transdutores ................................................... 20
Passo 3 – Registrando os Dados do Tubo e do Líquido
................................. 22
Passo 4 – Montagem do Transdutor .............................................................. 24
Instalação com Montagens em V e W ............................................................ 25
Instalação de Transdutores FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-ht até FDT-46-HT
para tubos pequenos ....................................................................................... 27
Montar os Transdutores na Configuração em Z ............................................ 29
Instalações da Rota de Montagem ................................................................. 32
PARTE 3 – ENTRADAS/SAÍDAS ......................................................................... 34
Geral .................................................................................................................. 34
Saída de 4-20 mA ............................................................................................. 34
Saídas de Controle [Versão Destinada Unicamente para Vazão] ................ 35
Especificações Opcionais de Pulso Totalizador ........................................... 37
Saída de Frequência [Unidades Destinadas Unicamente para Vazão] ........ 39
RS485 ................................................................................................................
41
Fluxo de Calor apenas para unidades de energia ......................................... 42
3
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PARTE 4 – INÍCIO E CONFIGURAÇÃO ............................................................... 46
Antes de Ligar o Instrumento ......................................................................... 46
Ligando o Instrumento .................................................................................... 46
Programação do Teclado ................................................................................ 47
Estrutura do Menu ........................................................................................... 48
BSC Menu – Menu Básico ............................................................................... 48
CH1 Menu – Menu 1 do Canal ......................................................................... 61
CH2 Menu – Menu 2 do Canal ......................................................................... 63
SEN Menu – Menu do Sensor.......................................................................... 66
SEC Menu – Menu de Segurança .................................................................... 67
SER Menu – Menu de Serviços ....................................................................... 68
DPS Menu – Menu da Tela ............................................................................... 72
PARTE 5 – SOFTWARE ....................................................................................... 74
Introdução ........................................................................................................ 74
Requisitos do Sistema ..................................................................................... 74
Instalação ......................................................................................................... 74
Inicialização ...................................................................................................... 74
Aba Basic .......................................................................................................... 76
Aba Flow ........................................................................................................... 79
A Aba Filtering .................................................................................................. 81
A Aba Output .................................................................................................... 83
Canal 1 – Configuração 4-20 mA .................................................................... 84
Canal 2 – Configuração do RTD [destinado unicamente a unidades de
energia] ............................................................................................................. 86
Canal 2 – Configuração da Saída de Controle (Unicamente para Medidores
de Vazão) .......................................................................................................... 87
Configuração de Zero e Calibração ................................................................ 90
Tela "Target Dbg Data" – Definições .............................................................. 93
Gravando as Configurações do Medidor em um Computador .................... 94
Imprimindo um Relatório de Configuração do Medidor de Vazão ............... 94
ANEXO ................................................................................................................. 95
Especificações ................................................................................................. 96
Menu Maps ....................................................................................................... 99
Protocolos de Comunicação ......................................................................... 102
Declaração de Conformidade com Implementação de Protocolo (Normativo)
......................................................................................................................... 108
Medição de Aquecimento e Resfriamento ................................................... 110
Códigos de Erro FDT-40 ................................................................................ 116
Desenhos de Controle ................................................................................... 117
®
Opção de Conector Brad Harrison
............................................................. 123
Explanação sobre Fatores K ......................................................................... 124
Propriedades do Fluido ................................................................................. 127
Explicações do Símbolos .............................................................................. 130
Desenhos em Conformidade com CE .......................................................... 130
4
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FIGURAS
Figura Q.1 – Configurações da Montagem do Transdutor ................................ 8
Figura Q.2 – Conexões do Transdutor ................................................................ 9
Figura 1.1 – Transmissão de Ultrassom ............................................................ 11
Figura 1.2 – Dimensões do Transmissor FDT-40 ............................................. 13
Figura 1.3 – Conexões do Transdutor ............................................................... 14
Figura 1.4 – Conexões para Corrente Alternada ............................................... 16
Figura 1.5 – Conexões Elétricas de 24 VCA ...................................................... 16
Figura 1.6 – Conexões para Corrente Contínua ............................................... 17
Figura 2.1 – Tipos de Montagem do Transdutor – FDT-47, F D T-48 e FDT-47-HT
.............................................................................................................................. 19
Figura 2.2 – Orientação do Transdutor – Tubos na Horizontal ....................... 22
Figura 2.3 – Marcas de Alinhamento dos Transdutores .................................. 26
Figura 2.4 – Aplicação de Graxa Acoplante ...................................................... 27
Figura 2.5 – Posicionamento do Transdutor .........................................................
Figura 2.6 – Aplicação do Acoplamento Acústico – Transdutores FDT-41 até
FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT ................................................................... 28
Figura 2.7 – Tela de Exibição de Dados ............................................................ 29
Figura 2.8 – Calibração – Página 3 de 3 ............................................................ 28
Figura 2.9 – Editor de Pontos de Calibração .................................................... 29
Figura 2.10 – Editar Pontos de Calibração ........................................................ 29
Figura 2.11 – Modelo de Alinhamento do Papel ................................................ 31
Figura 2.12 – Seccionar a Circunferência do Tubo .......................................... 31
Figura 2.14 – Instalações da Rota de Montagem .............................................. 33
Figura 2.13 – Instalação de Transdutor com Montagem em Z ........................ 32
Figura 3.1 – Resistência de Loop Permitido (Unidades com CC) ................... 34
Figura 3.2 – Saída de 4-20 mA ............................................................................ 35
Figura 3.3 – Ajustes d a Chave ............................................................................ 35
Figura 3.4 – Conexões mais Comuns do Controle ........................................... 36
Figura 3.5 – Operação de Alarme de Ponto Único ............................................ 37
Figura 3.6 – Opção de Saída com Totalizador para Versão Energia ............... 38
Figura 3.7 – Ajustes da Chave de Saída de Frequência ................................... 39
Figura 3.8 – Forma de Onda de Saída de Frequência (Turbina Simulada) ..... 40
Figura 3.9 – Forma de Onda de Saída de Frequência (Onda Quadrada) ........ 40
Figura 3.10 – Conexões de Rede RS485 ........................................................... 41
Figura 3.12 – Instalação de Termorresistência de Superfície ......................... 43
Figura 3.11 – Esquema dos RTDs ...................................................................... 42
Figura 3.14 – Conexão dos RTDs ....................................................................... 44
Figura 3.13 – Instalação de Termorresistência Tipo Imersão .......................... 43
Figura 3.15 – Energia Ultrassonica – Conexões do Adaptador do RTD ......... 45
Figura 4.1 – Interface do Teclado ....................................................................... 47
5
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Figura 5.1 – Tela de Dado s ................................................................................. 75
Figura 5.2 – Aba Basic ........................................................................................ 77
Figura 5.3 – Aba Flow .......................................................................................... 79
Figura 5.4 – Aba Filtering .................................................................................... 81
Figura 5.5 – Aba Output ...................................................................................... 83
Figura 5.6 – Entrada do Canal 2 (Termorresistência) ....................................... 87
Figura 5.7 – Opções de Saída do Canal 2.......................................................... 88
Figura 5.8 – Página de Calibração 1 de 3 .......................................................... 90
Figura 5.9 – Página de Calibração 2 de 3 .......................................................... 91
Figura 5.10 – Págin a d e Calibr a ção 3 de 3 ........................................................ 92
Figura A-2.1 – Menu Map – 1 .............................................................................. 99
Figura A-2.2 – Menu Map – 2 ............................................................................ 100
Figura A-2.3 – Menu Map – 3 ............................................................................ 101
Figura A-4.1 – Tela de Configuração de Saída ................................................. 111
Figura A-4.2 – Calibração de RTD (Passo 1 de 2) ........................................... 112
Figura A-4.3 – Calibração de RTD (Passo 2 de 2) ........................................... 113
Figura A6-6.1 – Desenho de Controle; Barreira Intrinsecamente Segura; para
Transdutores FDT-47 ........................................................................................ 117
Figura A-6.2 – Desenho de Controle; Barreira Intrinsecamente Segura;
Conduíte Flexível para Transdutores FDT-47 ................................................. 118
Figura A-6.3 – Vazão Ultrassônica de Desenho de Controle (Classe 1, Div II) ...
............................................................................................................................ 119
Figura A-6.4 – Desenho de Controle (Classe 1, Div II CC) ............................. 120
Figura A-6.5 – Instalação de FDT-40 (CA) em Área de Risco ......................... 121
Figura A-6.6 – Instalação de FDT-40 (CC) em Área de Risco ......................... 122
Figura A-7.1 – Conexões Brad Harrison
®
........................................................ 123
Figura A-11.1 – Desenho em Conformidade com CE para Medidores de CA136 Figura A-11.2 – Desenho em Conformidade com CE para Medidores de CC137
6
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TABELAS
Tabela 2.1 – Configuração da Tubulação e Posicionamento do Transdutor . 19 Tabela 2.2 – Tipos de Montagem do Transdutor – FDT-47, FDT-48 e FDT-47-HT
.............................................................................................................................. 21
Tabela 2.3 – Tipos de Montagem do Transdutor – FDT-41 até FDT-46 e
FDT-41-ht até FDT-46-HT ..................................................................................... 22
Tabela 3.1 – Funções da Chave Dip ................................................................... 36
Tabela 4.1 – Valores de Capacidade de Calor Específico para Água ............. 55
Tabela 4. 2 – Valo res d e C apacidade de Calo r Específico para Out ros Líquidos
Comuns ................................................................................................................ 56
Tabela 4.3 – Valores de Capacidade de Calor Específico para
Etilenoglicol/Água ............................................................................................... 56
Tabela 4.4 – Valores do Expoente ...................................................................... 59
Tabela 4.5 – RTDs ................................................................................................ 64
Tabela 4.6 – Velocidade do Som na Água ......................................................... 68
Tabela 4.7 – Modelo de Leituras de Vazão Substituta ...................................... 71
Tabela 5.1 – Frequências do Transdutor ........................................................... 78
Tabela 3.1 – Formatos de Dados Disponíveis ................................................. 102
Tabela A -3.2 – Mapa de Registro de Modbus de Medidor de Vazão para
Dispositivos Mestres com Ordenação do tipo 'Menor no Fim'...................... 103
Tabela A -3.3 – Mapa de Regi st ro de Modbus de Medidor de Vazão para
Dispositivos Mestres com Ordenação do tipo 'Maior no Fim' ....................... 103
Tabela A -3.4 – Mapa de Bobina MODBUS ....................................................... 104
Tabela A -3.5 – Mapeamentos de Objeto BACnet
®
de Medidor de Vazão ...... 104
Tabela A -3.6 – Objetos-Padrão de BACnet® .................................................... 107
Tabela A-4.1 – Capacidade de Calor da Água ................................................. 115
Tabela A -4.2 – Valores-Padrão de Resistência de RTD .................................. 115
Tabela A -5.1 – Códigos de Erro do Medidor de Vazão ................................... 116
Tabela A -5.2 – Símbolos Elétricos ................................................................... 116
Tabela A -8.1 – Propriedades do Fluido ............................................................ 129
Tabela A -10.1 – Dados de Tubo ANSI .............................................................. 131
Tabela A -10.2 – Dados de Tubo ANSI .............................................................. 132
Tabela A -10.3 – Dados do Tubo........................................................................ 133
Tabela A -10.4 – Dados do Tubo de Ferro Dúctil ............................................. 134
Tabela A -10.5 – Dados do Tubo de Ferro Fundido ......................................... 135
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1. Método de montagem do transdutor
7. Espessura do revestimento do tubo
2. Diâmetro externo to tubo
8. Material do revestimento do tubo
3. Espessura da parede do tubo
9. Tipo de fluido
4. Material do tubo
10. Velocidade do som do fluido*
5. Velocidade do som do tubo*
11. Viscosidade do fluido*
6. Rugosidade relativa do tubo
12. Gravidade específica do fluido*
VISTA
VISTA
VISTA
Montagem em W
Montagem em V
Montagem em Z
INSTRUÇÕES OPERACIONAIS PARA INÍCIO RÁPIDO
Este manual contém instruções operacionais detalhadas relacionadas a todos os aspectos do medidor de vazão. São instruções condensadas que têm como objetivo auxiliar o operador a fazer com que o instrumento seja iniciado e comece a operar o mais rapidamente possível. Uma vez que vamos tratar apenas da operação básica, se for necessário utilizar características específicas do instrumento ou caso o instalador não esteja familiarizado com esse tipo de instrumento, recorra à seção específica do manual, a fim de obter os detalhes necessários.
NOTA: Para seguir os passos listados abaixo, será necessário obter informações providas pelo próprio medidor, razão pela qual é preciso ligar o instrumento, pelo menos temporariamente, a fim de obter dados de configuração.
1 – LOCALIZAÇÃO DO TRANSDUTOR
1) Por via de regra, selecione um local para a montagem do instrumento na tubulação que tenha um diâmetro mínimo equivalente a dez tubos (10 vezes o diâmetro interno do tubo), em uma linha reta de tubulação a montante, e cinco diâmetros de tubulação reta a jusante. A Tabela 2.1 contém configurações adicionais.
2) Se a aplicação exige transdutores do tipo FDT-47, FDT-48 ou FDT-47-HT, selecione um método de montagem dos transdutores tendo como base a dimensão do tubo e as características do líquido. Veja a Tabela 2.2. A Figura Q.1 abaixo ilustra as configurações do transdutor.
NOTA: Todos os transdutores do tipo FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT utilizam uma configuração do tipo Montagem em V.
3) Digite os seguintes dados no transmissor, usando o teclado completo ou o utilitário do software.
* OS VALORES NOMINAIS PARA ESSES PARÂMETROS FORAM INCLUÍDOS NO SISTEMA OPERACIONAL DO FDT-40. OS VALORES NOMINAIS PODEM SER USADOS À MEDIDA QUE APARECEM OU PODEM SER ALTERADOS, CASO OS VALORES EXATOS DO SISTEMA SEJAM CONHECIDOS.
SUPERIOR
DO TUBO
SUPERIOR
DO TUBO
SUPERIOR
DO TUBO
FIGURA Q.1 – CONFIGURAÇÕES DA MONTAG EM DO TRANSDUTOR
8
Page 9
A jusante+
A jusante
A montante
A montante+
FIGURA Q.2 – CONEXÕES DO TRANSDUTOR
4) Registre o valor calculado e exibido como Espaçamento do Transdutor (XDC SPAC).
2 – CONEXÕES ELÉTRICAS
TRANSDUTOR/CONEXÕES DE ELÉTRICAS
1) Encaminhe os cabos do transdutor, do local de montagem até a carcaça do medidor de vazão. Conecte a fiação do transdutor no bloco de terminais da carcaça do medidor de vazão.
2) Certifique-se de que a fonte de energia está correta em relação ao tipo de força
-
-
escolhida para os medidores. As unidades com tensão de rede em CA
exigem de 95 a 265 VCA e de 47 a 63 Hz a, no máximo, 17 VA
As unidades com baixa tensão em CA exigem de 20 a 28VCA e de 47 a 63 Hz a, no máximo, 0,35 A.
As unidades com tensão em CC exigem de 10 a 28 VCC a, no máximo, 5 Watts
3) Ligue o medidor de vazão.
3 – PREPARAÇÃO DO TUBO E MONTAGEM DO TRANSDUTOR
(Transdutores FDT-47, FDT-48 e FDT-47-HT)
1) Coloque o medidor de vazão no modo de medição de intensidade de sinal. Esse valor é disponibilizado na tela do medidor de vazão (Service Menu = Menu de Serviço) ou na tela de dados do utilitário do software.
2) A superf ície do tubo, na qual os transdutores deverão ser montados, deve estar limpa e seca. Remova carepas, ferrugem ou tinta solta, a fim de garantir uma condição acústica satisfatória. Talvez seja conveniente usar uma escova de aço para limpar e alisar superfícies ásperas de metal nu. No caso de tubos plásticos, não é necessário qualquer preparação, a não ser uma limpeza.
3) Aplique um filete de ½" (12 mm) de graxa de acoplamento acústico ao transdutor a montante e o mantenha preso ao tubo com uma braçadeira de montagem.
4) Aplique a graxa de acoplamento acústico ao transdutor a jusante e pressione-o ao tubo com a própria mão na distância linear calculada no Passo 1.
5) Disponha os transdutores de acordo com os valores de espaçamento, conforme recomendados durante a programação ou a partir do utilitário do software. Aperte os transdutores nesses locais, utilizando as braçadeiras de montagem.
9
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(Transdutores de FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT)
1) Coloque o medidor de vazão no modo de medição de intensidade de sinal. Esse valor é disponibilizado na tela do medidor de vazão (Service Menu = Menu de Serviço) ou na tela de dados do utilitário do software.
2) A superf ície do tubo, na qual os transdutores deverão ser montados, deve estar limpa e seca. Remova carepas, ferrugem ou tinta solta, a fim de garantir uma condição acústica satisfatória. Talvez seja conveniente usar uma escova de aço para limpar e alisar superfícies ásperas de metal nu. No caso de tubos plásticos, não é necessário qualquer preparação, a não ser uma limpeza.
3) Aplique um filete de ½" (12 mm) de graxa de acoplamento acústico à metade superior do transdutor e o mantenha preso à metade inferior do tubo com parafuso em U.
4) Aperte as porcas, de tal modo que a graxa de acoplamento acústico comece a sair pelas beiradas do transdutor e pelo espaço entre o transdutor e o tubo. Não aperte
de forma exagerada.
4 – INÍCIO
FAZENDO AS CONFIGURAÇÕES INICIAIS E LIGANDO O INSTRUMENTO
1) Ligue o transdutor.
2) Certifique-se de que SIG STR é maior do que 5.0.
3) Configure as devidas unidades de medida e os dados de I/O (entrada/saída).
10
Page 11
VISTA
SUPERIOR DO
Montagem em W
VISTA
SUPERIOR DO
VISTA
SUPERIOR DO
Montagem em V
Montagem em Z
FIGURA 1.1 – TRANSMISSÃO DE ULTRASSOM
INTRODUÇÃO
GERAL
Este medidor de vazão ultrassônico de tempo de trânsito foi projetado para medir a velocidade fluídica do líquido que corre dentro de um conduíte fechado. Os transdutores são do tipo externo, sem contato, clamp-on ou clamp-around, o que permite uma operação sem entupimento e de fácil instalação.
Essa família de medidores de vazão ultrassônicos de
TUBO
TUBO
TUBO
tempo de trânsito utiliza dois transdutores que funcionam como transmissores e receptores ultrassônicos. Os transdutores ficam presos à parede externa do tubo fechado, mediante braçadeiras, com espaçamento específico entre um o outro. Os transdutores podem ser montados em V, caso o som atravesse o tubo duas vezes, em W, quando o som atravessa o tubo quatro vezes, e em Z, quando os transdutores são montados em lados opostos do tubo e o som atravessa o tubo apenas uma vez. A opção de montagem depende das características do tubo e do líquido, pois influenciam a forma pela qual o sinal será gerado. O funcionamento do medidor de vazão se dá pela alternância entre transmissão e recepção de disparos de frequência modulada de energia sonora entre os dois transdutores, bem como pela medição do tempo gas to pelo som para viajar de um transdutor para outro. A diferença desse intervalo de tempo medido está diretamente relacionada à velocidade do líquido no tubo.
VERSATILIDADE DA APLICAÇÃO
Esse medidor de vazão pode ser aplicado com êxito em uma gama variada de aplicações de medição. O transmissor é de fácil configuração e permite que o modelo padrão do medidor seja usado em tubos que vão de ½ polegada até 100 polegadas (12 mm a 2540 mm) de diâmetro.* O medidor pode ser usado em diversas aplicações com líquido:
líquidos ultrapuros água de resfriamento água potável água de rio produtos químicos efl uente de usina esgoto outros
água recuperada
Visto que os transdutores não entram em contato com o meio e não têm partes móveis, o medidor de vazão não é afetado pela pressão do sistema, por entupimento ou desgaste. Os transdutores padrão FDT-47 e FDT-48 são recomendados para tubos com temperatura de superfície de -40 a +250°F (-40 a +121°C). Os transdutores FDT-41 a FDT-46 são recomendados para tubos pequenos com temperatura variando entre -40 a +185°F (-40 a +85°C). Os transdutores FDT-47-HT são utiliz ados em tubos de alta temperatura, variando entre -40 a +350°F (-40 a +176°C), ao p asso que os transdutores FDT-41-HT a FDT-46-HT são utilizados em pequenos tubos de alta temperatura, podendo suportar temperaturas entre -40 a +250°F (-40 a +121°C).
11
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* TODOS OS TRANSDUTORES PARA TUBOS PEQUENOS DE ½ A 1 ½" DE DIÂMETRO, BEM COMO CONJUNTOS DE TRANSDUTORES DE 2" PARA PEQUENAS TUBULAÇÕES DEVERÃO SER CONFIGURADOS PARA 2 MHz COM O USO DE TRANSDUTORES DE TUBO EXCLSUVOS. NO CASO DE TRANSDUTORES FDT-48, É NECESSÁRIO USAR FREQUÊNCIA DE TRANSMISSÃO DE 500 KHZ. A FREQUÊNCIA DE TRANSMISSÃO PODE SER SELECIONADA VIA SOFTWARE OU VIA TECLADO DO TRANSMISSOR.
CONFORMIDADE COM OS PADRÕES DA COMUNIDADE EUROPEIA
O transmissor pode ser instalado de acordo com as normas CISPR 11 (EN 5501 1). Veja os desenhos de conformidade com os padrões da comunidade europeia no Anexo deste manual.
SEGUR ANÇA PARA O USUÁRIO
Esse medidor é de construção modular e propicia segurança elétrica para o operador. O mostrador da tela mostra uma tensão de, no máximo, 28 VCC, e, com um simples giro, pode ser aberto para permitir acesso às conexões do usuário.
Perigo: Antes de abrir a carcaça do instrumento, desligue a força, pois a placa de alimentação pode estar energizada. A fiação deverá sempre estar em
®
conformidade com normas locais e com o Código Elétrico Nacional
.
INTEGRIDADE DOS DADOS
A memória flash não volátil retém todas as configurações feitas pelo usuários por diversos anos a uma temperatura de 77°F (25°C), mesmo que haja falta de energia ou o aparelho seja desligado. O menu de segurança (SEC MENU) permite a configuração de senha, a fim de evitar que a configuração seja involuntariamente alterada ou o totalizador zerado.
IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO
Os números de série e do modelo do transmissor ficam no expostos no topo, do lado de fora do corpo do transmissor. Caso seja necessário algum tipo de assistência, esses números deverão ser fornecidos ao Departamento de Atendiment o ao Cliente.
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FIGURA 1.2 – DIMENSÕES DO TRANSMISSOR FDT-40
PARTE 1 – INSTALAÇÃO DO TRANSMISSOR
Depois de desembalar o transmissor, recomendamos manter a caixa e os materiais de embalagem intactos, caso seja necessário guardar ou retornar o instrumento. Faça uma inspeção do equipamento e da embalagem. Se houver qualquer evidência de dano durante o transporte, entre imediatamente em contato com a transportadora.
A carcaça deve ser montada em uma área própria para manutenção, calibração ou observação da leitura dos dados na tela de LCD.
1) Coloque o transmissor a uma distância equivalente à extensão dos cabos do transdutor. Se isso não for possível, recomendamos trocar o cabo de tamanho apropriado. Para aumentar a extensão do cabo do transdutor, utilize apenas cabo do mesmo tipo do cabo disponibilizado junto com o transdutor. Cabos coaxiais bipolares podem ser aumentados com cabo do mesmo tipo até o total de 100 pés (30 metros). Cabos coaxiais podem ser estendidos com cabo RG59 de 75 Ohm e conectores BNC, até o total de 990 pés (300 metros).
2) O local de montagem do transmissor deverá apresentar as seguintes características:
~ Pouca vibração. ~ Protegido de fluídos corrosivos. ~ Dentro dos limites de temperatura ambiente, a saber, de -40 a +185°F (-40 a
+85°C).
~ Fora do alcance de luz solar, pois a luz do sol pode aumentar
a temperatura do transmissor acima do limite máximo.
3) Montagem – Veja a Figura 1.2 para obter detalhes sobre as dimensões da montagem. Certifique-se de deixar espaço suficiente para a movimentação da porta, manutenção e entradas para conduítes. Prenda a carcaça a uma superfície plana, utilizando dois prendedores apropriados.
4) Furos no conduíte – Podem ser feitos furos no conduíte para a entrada de cabos. Quaisquer furos para outra finalidade deverão ser vedados com tampões.
Um kit opcional, contendo braçadeiras prensa-cabo, poderá ser adquirido para inserir os cabos do transdutor e cabos de força. O número do modelo desse kit (kit
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95 - 264 VCA
Neutro CA
Terra do sinal
Controle 1
Controle 2
Saída de frequência Saída de 4-20 mA
Zerar total
Terra RS485
RS485(-)
RS485(+)
A jusante
A montante
Para os transdutores
FIGURA 1.3 – CONEXÕES DO TRANSDUTOR
de braçadeiras prensa-cabo) é FDT-40 e pode ser encomendado diretamente do fabricante.
NOTA: Use acessórios/tampões de classe NEMA 4 (IP-65) para manter a integridade da estanqueidade da carcaça. Em linhas gerais, o furo do lado direito do conduíte (visto de frente), é usado para o cabo de força, o da esquerda, para as conexões do transdutor, ao passo que o furo central é usado para a fiação de I/O (entrada/saída).
CONEXÕES DO TRANSDUTOR
Para acessar o conector de fiação em barra, afrouxe os dois parafusos da porta da carcaça para abri-la.
Passe os terminais do transdutor pelo furo do conduíte do transmissor, localizado no lado esquerdo do fundo da carcaça. Aperte bem o cabo do transdutor com a porca do conduíte fornecida para essa finalidade (caso o pedido tenha sido de conduíte flexível para o transdutor).
Os terminais dentro do medidor de vazão utilizam um conector em barra com parafuso de aperto. Conecte os fios apropriados nos terminais de parafuso correspondentes do transmissor. Observe a orientação a montante e a jusante, bem como a polaridade dos fios. Veja Figura
1.3.
NOTA: Os cabos de transdutores mostram duas possíveis combinações de cor. Na combinação azul e branco, o azul é o positivo (+) e o branco é o negativo (-). Na combinação vermelho e preto, o vermelho é o positivo (+) e o preto é o negativo (-).
NOTA: O cabo do transdutor transmite sinais de baixo nível e de alta frequência. Em geral, não recomendamos adicionar uma extensão aos cabos dos transdutores. São disponibilizados cabos de 100 a 990 pés (de 30 a 300 metros) com conector para cabo coaxial RG59 75. Se for adicionada alguma extensão de cabo, certifique-se de o cabo utilizado é do mesmo tipo do cabo do transdutor. Cabos coaxiais bipolares (condutores azul e branco) podem ser acrescidos de uma extensão do mesmo tipo de cabo até o máximo de 100 pés (30 metros). Cabos coaxiais podem ser acrescidos de uma extensão, utilizando o cabo RG59 75, 75 Ohm, bem como conectores BNC para até 990 pés (300 metros).
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ATENÇÃO
Conecte o fio de força no bloco de terminais de parafuso do transmissor . Veja Figura 1.4 e Figura 1.5. Use o furo do conduíte no lado direito da carcaça para essa finalidade. Utilize práticas de fiação em conformidade com códigos locais e nacionais (por exemplo, o Manual Nacional de Códigos Elétricos
®
dos EUA).
ATENÇÃO: Qualquer outro método de fiação pode ser perigoso ou causar mal funcionamento do instrumento.
NOTA: Este instrumento precisa de energia elétrica sem interferências. Não opere este instrumento em circuitos com componentes que produzem ruído (por exemplo, lâmpadas fluorescentes, relés, compressores ou acionadores de frequência variável). Da mesma forma, não recomendamos o uso de transformadores redutores de alta tensão, com fontes de alta amperagem. Não coloque fiação de transmissão de sinal junto com cabos de força na mesma bandeja ou no mesmo conduíte.
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95 - 264 VCA
Neutro CA
Terra do sinal
Controle 1
Controle 2
Saída de frequência
Saída 4-20 mA
Zerar total
Terra RS485
RS485 A(-)
RS485 A(+)
A jusante
FIGURA 1.4 – CONEXÕES ELÉTRICAS DE CA
A montante
Terra do chassi
24 VCA
Neutro CA
Terra do sinal
Controle 1
Controle 2
Saída de frequência
Saída 4-20 mA
Zerar total
Terra RS485
RS485 A(-)
RS485 A(+)
A jusante
A montante
FIGURA 1.5 – CONEXÕES ELÉTRICAS DE 24 VCA
Transformador
CONEXÕES PARA CORRENTE ALTERNADA EM TEN SÃO DE REDE
Conecte o cabo 90 a 265 VCA, o neutro de CA e o terra do chassi aos terminais indicados na Figura
1.4. Não use o equipamento sem uma conexão de terra (chassi).
CONEXÕES PARA CORRENTE ALTERNADA EM BAIXA TENSÃO
Conecte o cabo 20 A 28 VCA, o neutro de CA e o terra do chassi aos terminais indicados na Figura
1.5. Não use o equipamento sem uma conexão de terra (chassi).
A opção de fonte de alimentação a 24 VCA para esse medidor deve ser usada, normalmente, em aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC) e em Sistemas de Controle Predial (SCP) alimentados por tensão nominal de 24 VCA. Essa tensão é fornecida por transformador redutor cuja instalação deve ser feita pelo eletricista.
NOTA: Em aplicações com ruído elétrico, aterrar o medidor ao tubo no qual os transdutores serão montados pode ajudar na supressão de ruído. Essa abordagem só dá resultado no caso de tubos de metal condutivo. O fio terra (chassi) que vem da fonte de alimentação deve ser removido do medidor e um novo terra deverá ser conectado entre o medidor e o tubo a ser medido.
de 24 VCA
NOTA: Os blocos de terminais do medidor de vazão suportam fios com bitolas de até 14 AWG.
NOTA: Os modelos para CA são protegidos por fusível que pode ser trocado em campo. O
fusível é equivalente ao Wickmann P.N. 3720500041 ou 37405000410.
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10 - 28 VCC
Fio terra
Terra do sinal
Controle 1
Controle 2
Saída de frequência
Saída de 4-20 mA
Zerar total
Terra RS485
RS485 A(-)
RS485 A(+)
A jusante
A montante
Fio terra
FIGURA 1.6 – CONEXÕES ELÉTRICAS DE CC
CONEXÕES ELÉTRICAS DE CC
O medidor de vazão pode ser alimentado por uma fonte de 10 a 28VCC, desde que a fonte seja capaz de fornecer um mínimo de 5 Watts de potência.
Conecte o cabo de CC à entrada de 10 a 28V CC, o fio terra e o t erra do chassi, conforme mostrado na Figura 1.6.
NOTA: Os modelos alimentados por CC são protegidos por um fusível de reajuste automático e não precisa ser substituído.
10 - 28 VCC
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PARTE 2 – INSTALAÇÃO DO TRANSDUTOR
GERAL
Os transdutores utilizados neste medidor de vazão contêm cristais piezoelétricos para a transmissão e recepção de sinais ultrassônicos através das paredes de sistemas de tubulação para líquidos. Os transdutores FDT-47, FDT -48 e FD T-47-HT são, relativamente, simples e fáceis de instalar, porém, a exatidão e o desempenho do sistema dependem grandemente do espaçamento e do alinhamento desses transdutores. Deve-se ter atenção redobrada para garantir que essas instruções sejam, cuidadosamente, seguidas. Os transdutores para tubos menores, a saber, FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT são equipados com elementos transmissores e receptores integrados e, portanto, não exigem espaçamento específico e alinhamento.
Apenas três passos são necessários para a montagem dos transdutores ultrassônicos de tempo de trânsito, FDT-47, FDT-48 e FDT-47-H T, do tipo clamp-on:
1) Definir o local ideal na tubulação.
2) Definir os parâmetros do tubo e do líquido no software ou digitá-los no transmissor,
utilizando o teclado. Tendo como base esses parâmetros, o espaçamento adequado entre os transdutores será calculado pelo software ou pelo firmware dos transmissores.
3) Preparar o tubo e a montagem do transdutor.
São necessárias duas termorresistências (RTDs) para que os transmissores de energia possam medir o uso de calor. O medidor de vazão utiliza termorresistências de platina, a três frios, de 1.000 Ohms, em duas versões de montagem. Termorresistências para montagem em superfície estão disponíveis para uso em tubos com bom isolamento. A falta de isolamento na área na qual a termorresistência será colocada resulta em leituras inconsistentes de temperatura e, nesse caso, deverão ser utilizadas termorresistências de inserção (bulbo úmido).
PASSO 1 – LOCAL DA MONTAGEM
O primeiro passo do processo de instal ação é definir o local ideal pa ra a medição da vaz ão. Para que isso seja feito de forma eficaz, é necessário ter conhecimento básico do sistema hidráulico e da tubulação.
Define-se um local ideal como sendo:
~ Um sistema hidráulico completamente preenchido com líquido quando a medição é
feita. Se a tubulação for totalmente esvaziada durante um ciclo do processo, isso levará à exibição do código de erro 0010 (Baixa Força de Sinal) no medidor de vazão pelo tempo que a tubulação ficar vazia. Esse código de erro se apagará automaticamente assim que o tubo for novamente preenchido com líquido. Não é recomendado montar os transdutores em um local no qual o tubo po de ficar apenas parcialmente cheio, pois, tubos parcialmente cheios podem fazer com que o
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Configuração da Tubulação e
Posicionamento do Transdutor
Vazão
Vazão
Vazão
Vazão
Vazão
Vazão
medidor opere de forma equivocada e imprevisível.
~ Um sistema hidráulico contendo extensões de tubo reto, assim como descrito na
Tabela 2.1. As recomendações de diâmetro para o tubo reto aplicam-se a tubos posicionados tanto na horizontal quanto na vertical. As extensões de tubo reto mostradas na Tabela 2.1 aplicam-se a velocidades de líquido com taxa nominal de 7 FPS (2,2 MPS). À medida que a velocidade do líquido aumentar acima dessa tax a nominal, os requisitos de tubo reto aumentam na mesma proporção.
~ A área para mont agem dos transdutores na qual os ditos transdutores não sofrerão
qualquer choque ou incômodo durante a operação normal.
~ Tubos cujo fluxo não esteja direcionado para baixo, a menos que haja a necessária
pressão de admissão a jusante para superar o preenchimento parcial ou a cavitação no tubo.
Diâmetros de tubos a
montante
Diâmetros de
tubos a jusante
24 5 14 5 10 5 10 5
TABELA 2.1 – CONFIGURAÇÃO DA TUBULAÇÃO E POSICIONAMENTO DO
10 5 24 5
TRANSDUTOR
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Modo de Montagem do
Transdutor
Composição do
Líquido
Com esse sistema de medidor de vazão, é possível repetir as medições em sistemas hidráulicos que não atendem a esses requisitos, porém, a exatidão dessas leituras poderá ser influenciada em diversos níveis.
PASSO 2 – ESPAÇAMENTO DOS TRANSDUTORES
O transmissor pode ser usado em conjunto com diferentes tipos de transdutor: FDT-47, FDT-48, FDT-47-HT, FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT. Medidores que utilizam os conjuntos de transdutor FDT-47, FDT-48 ou FDT-47-HT consistem em dois sensores distintos que funcionam como transmissores e receptores ultrassônicos. Os transdutores FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT combinam tanto o transmissor quanto o receptor em uma montagem que fixa a separação dos cristais piezoelétricos. Os transdutores FDT-47, FDT-48 e FDT-47-HT são fixados por braçadeira do lado de fora de um tubo fechado com espaçamento específico.
Os transdutores FDT-47, FDT-48 e FDT-47-HT podem ser montados de três formas:
W – Montagem em que o som atravessa o tubo quatro vezes. Esse tipo de montagem gera os melhores valores relativos de tempo de trânsito, porém, é o que gera a pior intensidade de sinal. V – Montagem em que o som atravessa o tubo du as vezes. A montagem e m V é um meio-termo entre tempo de trânsito e intensidade de sinal. Z – Montagem em que os transdutores são posicionados em lados opostos do tubo para que o som atravesse o tubo apenas uma vez. Esse tipo de montagem gera a melhor intensidade de sinal, porém, é o que gera o menor v alor relativo de tempo de trânsito.
Montagens em W
Montagens em V
Montagens em Z
Material do Tubo Tamanho do Tubo
Plástico (todos os tipos) Aço carbono Aço inoxidável Cobre Ferro dúctil Ferro fundido Plástico (todos os tipos) Aço carbono Aço inoxidável Cobre 4-30 pol. (100-750
Ferro dúctil Ferro fundido Plástico (todos os tipos)
2-4 pol. (50-100 mm)
Não recomendado
4-12 pol. (100-300
mm)
mm)
2-12 pol. (50-300 mm)
> 30 pol. (> 750 mm)
Baixo TSS; não
aerado
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Modo de Montagem do
Transdutor
Composição do
Líquido
VISTA
Montagem em W
Montagem em Z
VISTA
VISTA
Material do Tubo Tamanho do Tubo
Aço carbono
> 12 pol. (> 300 mm)
Aço inoxidável Cobre > 30 pol. (> 750 mm) Ferro dúctil
> 12 pol. (> 300 mm)
Ferro fundido
TSS = Total de Suspensão em Sólidos
TABELA 2.2 – TIPOS DE MONTAG E M DO TRANSDUTOR – FDT-47, FDT-48 E
FDT-47-HT
Para obter mais detalhes, veja a Figura 2.1. A configuração de montagem apropriada depende das características do tubo e do líquido. Nem sempre é totalmente possível escolher o tipo de montagem mais indicado e, muitas vezes, essa tarefa se torna um processo iterativo. A Tabela 2.2 mostra as configurações de montagem recomendadas para aplicações comuns e, portanto, talvez seja necessário fazer alguma alteração no caso de aplicações específicas, por exemplo, no caso de aeração, sólidos suspensos, tubulação que já perdeu a forma redonda ou tubulação em péssimas condições. O uso do diagnóstico do medidor de vazão para definir o tipo de montagem mais indicado será tratado em outra seção.
SUPERIOR
DO TUBO
SUPERIOR
DO TUBO
SUPERIOR
DO TUBO
Montagem em V
FIGURA 2.1 – TIPOS DE MONTAGEM DO TRANSDUTOR – FDT-47, FDT-48 E
FDT-47-HT
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Tipos de
Montagem
2 MHz
Tamanho Ajuste de Frequência Transdutor
FDT-41-ANSI FDT-41-ANSI-HT
½ 2 MHz
¾ 2 MHz
1 2 MHz
1¼ 2 MHz
1½ 2 MHz
1 MHz
2
FDT-41-CP FDT-41-CP-HT FDT-41-T FDT-41-T-HT FDT-42-ANSI FDT-42-ANSI-HT FDT-42-CP FDT-42-CP-HT FDT-42-T FDT-42-T-HT FDT-43-ANSI FDT-43-ANSI-HT FDT-43-CP FDT-43-CP-HT FDT-43-T FDT-43-T-HT FDT-44-ANSI FDT-44-ANSI-HT FDT-44-CP FDT-44-CP-HT FDT-44-T FDT-44-T-HT FDT-45-ANSI FDT-45-ANSI-HT FDT-45-CP FDT-45-CP-HT FDT-45-T FDT-45-T-HT FDT-46-ANSI FDT-46-ANSI-HT FDT-46-CP FDT-46-CP-HT FDT-46-T FDT-46-T-HT
V
TABELA 2.3 – TIPOS DE MONTAGEM DO TRANSDUTOR – FDT-41 ATÉ FDT -46 E
FDT-41-HT ATÉ FDT-46-HT
Para tubos de 24" (600 mm) ou com diâmetro superior, recomendamos o uso de transdutores FDT-48, utilizando uma frequência de transmissão de 500 KHz.
No caso de tubos com diâmetro entre 4" e 24", talvez seja mais vantajoso usar os transdutores FDT-48 quando há um número menor de características quantificáveis, tais como lama, tuberização, incrustação, revestimento de borracha, revestimento plástico, argamassa espessa, bolhas de gás, sólidos suspensos, emulsões ou tubos que, provavelmente, vão estar parcialmente enterrados, em cujo caso a recomendação em V seria necessária/desejada, etc.
PASSO 3 – REGISTRANDO OS DADOS DO TUBO E DO LÍQUIDO
Esse sistema de medição calcula o espaçamento apropriado entre os transdutores, utilizando os dados informados pelo usuário sobre a tubulação e o líquido. Esses dados podem ser registrados, utilizando o teclado do medidor de vazão ou pelo software.
Seguir à risca o espaçamento entre os transdutores calculado pelo medidor de vazão garante a melhor exatidão, de modo que, se a inte nsidade do sinal for satisfatória, então, o espaçamento calculado deverá ser usado. Caso o tubo tenha perdido sua forma redonda, se a espessura da parede não estiver correta ou caso o líquido a ser medido tenha uma velocidade de som diferente do líquido que foi programado no t ransmissor, o espaça mento
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Configuração da montagem do transdutor
Diâmetro externo to tubo Espessura da parede do tubo
Material do tubo
Velocidade do som do tubo1
Rugosidade relativa do tubo1
Espessura do revestimento do tubo (se houver)
Material do revestimento do tubo (se houver)
Tipo do fluido
Velocidade do som do fluido1
Viscosidade do fluido1
Gravidade específica do fluido1
pode variar em relação ao que foi calculado. Se esse for o caso, os transdutores deverão ser colocados na posição onde se verifica o maior nível de sinal observado. Para tanto, mova o transdutor, vagarosamente, em torno da área na qual será realizada a montagem.
NOTA: Os espaçamento entre os transdutores é calculado com base em um tubo "ideal". Como é quase impossível encontrar um tubo ideal, talvez seja necessário alterar o espaçamento entre transdutores. Uma forma eficaz de maximizar a intensidade do sinal é configurar a tela para exibir a intensidade do sinal, fixar um transdutor no tubo e, então, iniciar a medição com o espaçamento calculado. Na sequência, movimente ligeiramente o outro transdutor, para frente e para trás, até encontrar o ponto de maior intensidade de sinal.
Importante! Registro todos os dados da list a, salv e-os e reinicie o medidor de v azão antes de iniciar a montagem dos transdutores.
Antes de programar o instrumento, será necessário prover as seguintes informações:
NOTA: Boa parte dos dados relacionados à velocidade do som em meios materiais, viscosidade e gravidade específica foram previamente inseridos no medidor de vazão. Esses dados só devem ser alterados quando houver comprovação de que os dados de determinada aplicação desviam dos valores de referência. Veja a Parte 4 deste manual para obter instruções sobre como inserir dados de configuração no medidor de vazão, utilizando o teclado do transmissor. Para saber como inserir dados via software, veja a Parte 5.
1
OS VALORES NOMINAIS PARA ESSES PARÂMETROS FORAM INCLUÍDOS NO SISTEMA OPERACIONA L DOS MED ID O RE S. OS VALORES NO MIN A SI PO DE M SER US AD O S À MEDIDA QUE APARECEM OU PODEM SER ALTERADOS, CASO OS VALORES EXATOS DO SISTEMA SEJAM CONHECIDOS.
Depois de registrar os dados listados acima, o medidor calcula o espaçamento apropriado entre os transdutores especificamente para aquele conjunto de dados. Se o medidor de vazão tiver sido configurado para operar com unidades em inglês, o espaçamento será dado em polegadas, caso contrário, se for configurado para o sistema métrico, a distância será dada em milímetros.
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PASSO 4 – MONTAGEM DO TRANSDUTOR
Preparação do Tubo
Depois de selecionar o local ideal da montag em (Passo 1) e de determinar o espaçamento apropriado entre os transdutores (Passos 2 e 3), os transdutores poderão, então, ser montados no tubo (Passo 4).
Antes de montar os transdutores na superfície do tubo, deve-se limpar uma área ligeiramente maior do que a que será ocupada pelo transdutor, a fim de retirar qualquer poeira, incrustação e umidade. No caso de tubos com superfície rugosa, por exemplo, tubo de ferro dútil, recomenda-se que a superfície do tubo seja escovada com escova de aço até obter um acabamento brilhante. Não é necessária a retira de tinta ou de quaisquer outras camadas, a não ser quando há descamação ou bolha. Normalmente, não há a necessidade de preparar a superfície de tubos de plástico, a não ser uma limpeza com água e sabão.
Os transdutores FDT-47, FDT-48 e FDT-47-HT deverão estar devidamente orientados e espaçados no tubo, a fim de garantir a condição ideal de con fiabilidade e desempenho. No caso de tubos na horizontal e caso seja necessário proceder a uma montagem em Z, os transdutores deverão ser montados a uma distância de 180 graus radiais um do outro e, pelo menos, a 45 graus do centro fixo do topo e centro fixo do fundo do tubo. Veja Figura
2.2 e o item que trata da instalação do transdutor com montagem em Z. No caso de tubos na vertical, a orientação não é crítica.
O espaçamento entre os transdutores é medido a par tir das duas marcas de espaçamento localizadas nas laterais dos transdutores. Essas marcas são de, aproximadamente, 0,75" (19 mm), contados a partir do bico dos transdutores FDT-47 e FDT-47-HT, e de 1,2" (30 mm) contados a partir do bico dos transdutores FDT-48. Veja Figura 2.3.
Os transdutores FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT devem ser montados com o cabo saindo a ±45 graus da lateral de um tubo na horizontal. Veja Figura 2.2. No caso de tubos na vertical, não se aplica a orientação.
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Page 25
TOPO DO
ORIENTAÇÃO DE
FEDT
H
TOPO DO
TOPO DO
ORIENTAÇÃO DE
ORIENTAÇÃO DE MONTAGEM
45
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
Marcas
de
alinhamento
TUBO
TUBO
MONTAGEM DE MEDIDORES DE VAZÃO PARA TRANSDUTORES
FDT-46 e FDT-46-HT
MONTAGEM DE MEDIDORES DE VAZÃO PARA TRANSDUTORES
-47, FDT-48 e FDT-47-
TUBO
DE MEDIDORES DE VAZÃO
PARA TRANSDUTORES FDT-
e FDT-41-HT e FDT-45-HT
FIGURA 2.2 – ORIENTAÇÃO DO TRANSDUTOR – TUBOS NA HORIZONTAL
FIGURA 2.3 – MARCAS DE ALINHAMENTO DOS TRANSDUTORES
INSTALAÇÃO COM MONTAGENS EM V E W
Aplicação de graxa acoplante
Para transdutores FDT-47, FDT-48, e FDT-47-HT, aplique um único filete de graxa de acoplamento de cerca de ½ polegada (12 mm) de espessura na face plana do transdutor. Veja Figura 2.4. Normalmente, utiliza-se uma graxa à base de silicone como acoplamento acústico, porém, pode-se usar qualquer substância similar a graxa, desde que o produto seja classificado como não fluídico quando submetido à temperatura de operação do tubo. No caso de tubos com temperatura de superfície acima de 130°F (55°C), recomendamos usar Sonotemp
®
(FDT-HT-graxa).
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FIGURA 2.4 – APLICAÇÃO DE GRAXA ACOPLANTE
Posicionamento do Transdutor
1) Posicione corretamente o transdutor a montante e amarre-o com uma braçadeira de montagem. Essas tiras devem ser colocadas no suco curvo no final do transdutor. Há um parafuso que deve ser usado para ajudar a manter o transdutor na tira. Certifique-se de que o transdutor é o indicado para o tipo de tubo e faça qualquer ajuste necessário. Aperte firmemente a braçadeira do transdutor.
2) Posicione corretamente o transdutor a jusante no tubo, seguindo o espaçamento calculado para os transdutores. Veja Figura 2.5. Pressione firmemente com a mão. Se a intensidade do sinal for maior do que 5, fixe o transdutor nesse local. Caso contrário, se não for igual ou maior do que 5, continue pressionando o transdutor firmemente com a mão, movimentado-o vagarosamente para frente, afastando-o do transdutor a montante, lembrando-se de ficar atento à intensidade do sinal.
NOTA: As leituras de intensidade de sinal são atualizadas no espaço de alguns segundos, de modo
que é aconselhável movimentar o transdutor até uma distância de ⅛". Em seguida, aguarde por um
instante e verifique se o sinal está ficando mais ou menos intenso. Repita esse mesmo movimento até conseguir o nível mais alto de intensidade do sinal.
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Espaçamento dos
FIGURA 2.5 – POSICIONAMENTO DO
TRANSDUTOR
A intensidade do sinal pode ser exibida na tela do medidor de vazão ou na tela principal de dados do software. Veja a Parte 5 deste manual para obter detalhes relativos ao software. Prenda o transdutor com a abraçadeira no local onde foi verificado a maior intensidade de sinal. O aparelho sai de fábrica com a intensidade de sinal ajustada para 5. No entanto, há inúmeras condições, específicas de cada aplicação, que podem impedir que a intensidade do sinal chegue a esse nível. É provável que sinais com intensidade inferior a 5 não sejam aceitos para gerar leituras confiáveis.
Transdutores
3) Caso você não consiga uma
intensidade de sinal acima de 5, mesmo depois de ajustar o transdutor, deve-se optar por um estilo de montagem diferente. Se o estilo de montagem foi em W, então, reconfigure o transmissor para o estilo em V e mova o transdutor a jusante para a nova posição de espaçamento e repita o Passo 4.
NOTA: A montagem de transdutores de alta temperatura é semelhante à montagem dos transdutores FDT-47/FDT-48. Aplicações de alta temperatura exigem graxa acoplante classificada como não fluídica quando submetida à temperatura de operação na superfície do tubo.
NOTA: Por via de regra, o modelo FDT-48 deve ser usado em tubos com diâmetro igual ou superior a 24", mas não deve ser usado em aplicações em tubos de diâmetro inferior a 4". Os transdutores FDT-48 podem ser usados em tubos com diâmetro inferior a 24", desde que haja um número menor de características quantificáveis, tais como lama, tuberização, incrustação, revestimento de borracha, revestimento plástico, revestimento com argamassa espessa, bolhas de gás, sólidos suspensos, emulsões ou tubos que, provavelmente, vão estar parcialmente enterrados, em cujo caso a recomendação em V seria necessária/desejada, etc.,
INSTALAÇÃO DE TRANSDUTORES FDT-41 ATÉ FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT PARA TUBOS PEQUENOS
Os transdutores de tubos pequenos são projetados para ser usados em tubos com diâmetro externo específico. Não tente montar transdutores FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT em um tubo cujo diâmetro é largo demais ou estreito demais para o transdutor. Entre em contato com o fabricante para substituir o atual transdutor por outro de tamanho correto.
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1/16" (1.5 mm)
FIGURA 2.8 – CALIBRAÇÃO – PÁGINA 3 DE 3
SIGA OS PASSOS A SEG UI R PARA A INSTALAÇÃO DE TRANSDUTORES FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT.
1) Aplique uma fina camada de graxa de acoplamento acústico em ambas as metades
da carcaça do transdutor que vão contactar o tubo. Veja a Figura 2.6.
2) No caso de tubos na horizontal, o transdutor deve ser montado orientado de tal forma
que o cabo saia da lateral do tubo a ±45 graus. Não monte o transdutor com o cabo saindo do topo ou do fundo do tubo. No caso de tubos na v ertical, a orient ação não faz diferença. Veja a Figura 2.2.
3) Aperte a porca borboleta ou os parafusos em U, a fim de forçar a graxa de
acoplamento acústico a sair pelas beiradas do transdutor, a partir do espaço entre as metades dos transdutor. Não exagere no aperto.
4) Se a intensidade do sinal for inferior a 5, remonte o transdutor em outro local do tubo.
Graxa de acoplamento
acústico
FIGURA 2.6 – APLICAÇÃO DO ACOPLAMENTO ACÚSTICO – TRANSDUTORES
FTD-41 A TÉ FDT -46 E FDT-41-HT ATÉ FDT-46-HT
NOTA: Se você adquiriu os transdutores para pequenos tubos FDT -41 até FDT-46 e FDT -41-HT até
FDT-46-HT à parte do medidor de vazão, será necessário proceder à seguinte configuração.
Procedimento para configuração dos TRANSDUTORES para pequenos tubos FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT
1) Estabeleça comunicação com o
medidor de tempo de trânsito. Veja a Parte 5 – Software
2) A partir da Barra de Ferramentas,
selecione Calibration (calibração). Veja Figura 2.7.
3) Na tela de pop-up, clique duas
vezes no botão Next (próximo) para ir para a página 3 de 3. Veja Figura 2.8.
28
Page 29
FIGURA 2.9 – EDITOR DE PONTOS DE
CALIBRAÇÃO
FIGURA 2.10 – EDIT AR PONTOS DE CALIBRAÇÃO
FIGURA 2.7 – TELA DE EXIBIÇÃO DE DADOS
4) Clique em Edit.
5) Se a tela Calibration Points Editor
(Edição de Calibração de Pontos) estiver exibindo o ponto de calibração, registre a informação, destaque e clique em Remove (remover). Veja Figura 2.9.
6) Clique em ADD...
7) Digite os valores de Delta T, Un-calibrated Flow (fluxo não calibrado) e Calibrated
Flow (fluxo calibrado), nos rótulos de calibração de FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT. Em seguida, clique em OK. Veja Figura 2.10.
8) Clique em OK na tela Edit
Calibration Points (Editar Pontos de Calibração)
9) O sistema retorna para a
Página 3 de 3. Clique em
Finish (Concluir). Veja Figura
2.8.
10) Depois de concluído o Writing
Configuration File (Escrever
Arquivo de Configuração), desligue o aparelho. Ligue-o novamente para ativar os novos ajustes.
MONTAR OS TRANSDUTORES NA CONFIGURAÇÃO EM Z
Para instalar os transdutores FDT -47, FD T-48 e FDT-47-HT em tubos de maior diâmetro, é necessário fazer medições cuidadosas da colocação linear e radial. Deixar de orientar e colocar os transdutores da forma correta no tubo pode levar o equipamento a gerar intensidade de sinal fraca e/ou leituras inexatas. Nesta seção, você encontra detalhes de como colocar, corretamente, os transdutores em tubos maiores. Para tanto, é necessário ter um rolo de papel tal como papel para freezer ou papel de embrulho, fita crepe e marcador (caneta, etc.).
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1) Enrole o papel em torno do tubo, conforme mostrado na Figura 2.11. Alinhe as
pontas do papel, deixando um desencontro de ¼ de polegada (6 mm).
2) Faça uma marca nas duas pontas do papel exatamente onde elas se encontram, pois
essa será a indicação do tamanho da circunferência. Remova o modelo de papel e coloque-o esticado em cima de uma superfície plana. Dobre o modelo de papel até que uma das pontas chegue na marca indicativa da circunferência e, em seguida, corte o papel. Veja Figura 2.12.
3) Faça um vinco na linha da dobra do papel. Marque o vinco. Coloque uma marca no
tubo, exatamente no local em que será instalado um dos transdutores. Veja Figura
2.2 para saber quais sãos as orientações radiais aceitáveis. Enrole o modelo de volta em torno do tubo, colocando o início do papel e u m dos cantos na marcação que você acabou de fazer no tubo. Vá para o outro lado do tubo e marque o tubo na mesma linha de ambas as extremidades do vinco do papel. A partir do final do vinco (transversalmente no tubo, a partir do local do primeiro transdutor), meça a dimensão obtida no Passo 2, Espaçamento dos Transdutores. Marque esse local no tubo.
4) Agora, as duas marcas no tubo aparecem apropriadamente alinhadas e medidas.
Caso não seja possível ter acesso ao fundo do tubo para enrolar o papel em toda a circunferência do tubo, corte um pedaço de papel do tamanho da metade da circunferência do tubo e coloque o papel cortado no topo do tubo. A extensão da metade da circunferência pode ser obtida conforme abaixo:
Metade da circunferência = Diâmetro externo do tubo x 1,57
O espaçamento entre os transdutores é o mesmo encontrado na seção Posicionamento do Transdutor .
Marque os cantos opostos do papel no tubo. Monte os transdutores nessas duas marcas.
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FIGURA 2.11 – MODELO DE
ALINHAMENTO DO PAPEL
MENOR QUE ¼" (6 mm)
FIGURA 2.12 – SECCIONAR A CIRCUNFERÊNCIA
DO TUBO
Dobra
Circunferência do tubo
do transdutor
Espaçamento
Vinco
Borda do papel
Linha de marca da
circunferência
7) Posicione corretamente o transdutor a jusante no tubo, seguindo o espaçamento calculado para os transdutores. Veja Figura
2.13. Continue pressionando o transdutor firmemente com a mão, movimentado-o vagarosamente para frente, afastando-o do transdutor a montante, lembrando-se de ficar atento à intensidade do sinal. Prenda o transdutor com a abraçadeira no local onde foi verificado a maior intensidade de sinal. Uma intensidade de sinal entre 5 e 98 seria aceitável. O aparelho sai de fábrica com a intensidade de sinal ajustada para 5. No entanto, há inúmeras condições, específicas de cada aplicação, que podem impedir que a intensidade do sinal chegue a esse nível.
5) Para transdutores FDT-47, FDT-48,
e FDT-47-HT, aplique um único filete de graxa de acoplamento de cerca de ½ polegada (12 mm) de espessura na face plana do transdutor. Veja Figura 2.4. Normalmente, utiliza-se uma graxa à base de silicone como acoplamento acústico, porém, pode-se usar qualquer substância similar a graxa, desde que o produto seja classificado como não fluídico quando submetido à temperatura de operação do tubo.
Uma intensidade mínima de sinal de 5 seria aceitável, desde que o nível do sinal seja mantido, independentemente das condições do líquido. Em certos tubos, uma pequena torção do transdutor pode fazer com que a intensidade do sinal aumente a níveis aceitáveis.
6) Coloque o transdutor a jusante na
posição correta e aperte-o com uma fita de aço inox ou outro tipo de fita. Essas tiras devem ser colocadas no suco curvo no final do transdutor. Há um parafuso que deve ser usado
(centro do tubo)
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FIGURA 2.13 – INST ALAÇÃO DE TRANSDUTOR
COM MONTAGEM EM Z
VISTA
DO TUBO
para ajudar a manter o transdutor na tira. Certifique-se de que o transdutor é o indicado para o tipo de tubo e faça qualquer ajuste necessário. Aperte firmemente a braçadeira do transdutor. No caso de tubos com diâmetros maiores, talvez seja necessário mais de uma fita para cobrir toda a extensão da circunferência do tubo.
8) Determinadas características do
tubo e do líquido podem fazer com que o sinal aumente acima de 98. O problema nesse caso, ou seja, operar o medidor com sinais muito altos, é que os sinais podem saturar os amplificadores de entrada e, com isso, causar leituras equivocadas. Uma das estratégia para reduzir a intensidade do sinal é montar o transdutor, utilizando o próximo tipo de montagem que oferece uma rota de transmissão mais longa. Por exemplo, caso haja um sinal com intensidade excessiva e o transdutor tenha sido montado em Z, tente trocar para o tipo V ou W de montagem. Como último recurso, você pode, também, desalinhar ligeiramente o transdutor em relação ao outro, a fim de reduzir a intensidade do sinal.
9) Aperte o transdutor com uma fita de
aço inox ou com outro tipo de fita.
SUPERIOR
INSTALAÇÕES DA ROTA DE MONTAGEM
1) Pode-se usar uma rota conveniente de montagem dos transdutores no caso de tubos
com diâmetros externos entre 2 e 10 polegadas (50 e 250 mm). Se o diâmetro do tubo ultrapassar esses limites, opte pela montagem em V ou Z.
2) Instale o trilho de montagem única na lateral do tubo, utilizando as fitas de aço inox
inclusas. Não monte no topo ou no fundo do tubo. Não é importante prover a orientação em tubos na vertical. Certifique-se de que a rota corre paralela em relação ao tubo e que os quatros pés de montagem tocam o tubo.
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FIGURA 2.14 – INSTALAÇÕES DA ROTA DE
MONTAGEM
Vista Superior
Do Tubo
3) Deslize as duas braçadeiras transdutores na direção da marca central no trilho de
montagem.
4) Aplique na face plana do transdutor um único filete de acoplante de cerca de ½
polegada (12 mm) de espessura. Veja Figura 2.4.
5) Coloque o primeiro transdutor entre os trilhos de montagem, próximo ao ponto zero
da escala. Deslize a braçadeira sobre o transdutor. Ajuste o encontro da braçadeira com o transdutor, de tal forma que o entalhe da braçadeira fique alinhado com o zero da escala. Veja Figura 2.14.
6) Aperte o parafuso de aperto manual. Certifique-se de que o parafuso descança no
contra-furo no topo do transdutor. (Não é necessário aplicar pressão excessiva, mas apenas o que for necessário para que o acoplante preencha o espaço entre o tubo e transdutor.)
7) Coloque o segundo transdutor
entre os trilhos de montagem, próximo da dimensão derivada da seção de espaçamento do transdutor. Leia a dimensão na escala do trilho de montagem. Deslize a braçadeira sobre o transdutor e aperte o parafuso de aperto manual para prender o transdutor.
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Tensão de alimentação – 7 VCC
Resistência de Loop Máxima
Carga de Loop (Ohms)
Opera nas Regiões
Tensão de Alimentação (VCC)
PA RTE 3 – ENTRADAS/SAÍDAS
GERAL
O sistema de medição de vazão está disponível em duas configurações gerais, ou seja, o modelo padrão, equipado com saída de 4-20 mA, duas saídas de coletor aberto, uma saída de frequência de taxa de vazão e cabo de comunicação RS485, utilizando o conjunto de comando Modbus RTU.
A versão para energia da família de medidores de vazão tem entradas para dois sensores de temperatura de 1.000 Ohms, em vez de saídas de frequência de taxa de vazão e de alarme. Esta versão permite a medição de temperaturas de entrada e saí da do tubo, então a medição do uso de energia pode ser realizada.
SAÍDA DE 4-20 mA
A saída de 4-20 mA interage com a maior parte dos sistemas de gravação e registro de eventos, transmitindo um sinal analógico de corrente que é proporcional à taxa de vazão do sistema. A saída de 4-20 mA é alimentada internamente (fonte de corrente) e pode acomodar taxas de vazão/energia negativas a positivas.
Para unidades alimentadas com corrente alternada, a saída de 4-20 mA é acionada por uma fonte de +15 VCC localizada dentro do medidor. Essa fonte é isolada das conexões de terra dentro do medidor de vazão. O modelo alimentado por corrente alternada pode acomodar cargas de loop de até 400 Ohms. Os medidores alimentados com corrente contínua utilizam a tensão da fonte de corrente contínua para acionar o loop de corr ente. O loop de corrente não é isolado do terra de corrente contínua ou da fonte de energia. A Figura 3.1 mostra, graf icamente, as cargas permitidas para várias tensões de entrada. A combinação de tensão de entrada e carga de loop devem estar dentro da área sombreada da Figura 3.1.
FIGURA 3.1 – RESISTÊNCIA DE LOOP PERMITIDO (UNIDADES COM CC)
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Sombreadas
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Resistência
20 - 265 VCA
Neutro CA
Terra do sinal
Controle 1
Controle 2
Saída de frequência
Saída de 4-20 mA
Zerar total
Terra do sinal
Queda de
7 VCC
Energia do Medidor
FIGURA 3.3 – AJUSTES DA CHAVE
de Loop
FIGURA 3.2 – SAÍDA DE 4-20 mA
O sinal de saída de 4-20 mA fica disponível entre os terminais de terra de 4-20 mA de saída e de sinal, conforme mostra a Figura 3.2.
SAÍDAS DE CONTROLE [VERSÃO DESTINADA UNICAMENTE PARA VAZÃO]
Duas saídas independentes, de coletor aberto, são incluídas com o modelo destinado unicamente para vazão. Cada saída pode ser configurada para operar com uma das quatro funções a seguir:
Alarme sobre taxa de vazão Alarme sobre intensidade de sinal Totalização/Pulso de Totalização Erros Nenhum
Ambas as saídas de controle são classificadas para o máximo de 100 mA e de 10 a 28 VCC. Pode-se adicionar um resistor externo de elevação (pull-up) ou um resistor interno pode ser selecionado, utilizando as chaves DIP na placa de alimentação.
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Chave
S1
S2
S3
S4
Resistor de
Resistor de saída
circuito
90 - 265 VCA
Neutro CA
Terra do sinal.
Controle 1
Controle 2
Saída de frequência
Saída de 4-20 mA
Zerar total
Máximo de 100 mA
90 - 265 VCA
Neutro CA
Terra do sinal.
Controle 1
Controle 2
Saída de frequência
Saída de 4-20 mA
Zerar total
10 - 28
VCC
Ligada
Desligada
controle 1 de
elevação
DENTRO do
circuito
Resistor de
controle 1 de
elevação
FORA do
Resistor de controle 2
de elevação DENTRO
do circuito
Resistor de controle 2
de elevação FORA do
circuito
de frequência de
elevação
DENTRO do
circuito
Resistor de saída
de frequência de
elevação FORA
do circuito
Saída de
onda
quadrada
Saída de
turbina
simulada
TABELA 3.1 – FUNÇÕES DA CHAVE DIP
NOTA: Assim que um cabo USB é conectado, todas as saídas de controles são desabilitadas.
No caso do Alarme de Taxa de Vazão e do Alarme de Intensidade de Sinal, os valores de on/off (liga/desliga) são ajustados por meio do teclado ou o software.
As conexões mais comuns são ilustradas na Figura 3.3. Queira observar que a ilustração refere-se apenas à saída do Controle 1. O Controle 2 é idêntico, a não ser pelo fato de que o resistor de elevação é governado pelo SW2.
A saída de taxa de vazão permite a conversão de saída em duas taxas distintas de vazão. Com isso, a operação pode ser conduzida com chave de banda morta ajustável. A Figura
3.5 ilustr a como o ajuste desses dois pontos influencia a operação do alarme de taxa de vazão.
Um alarme de taxa de vazão de ponto único colocaria o ajuste de ON ligeiramente mais alto do o ajuste de OFF, permitindo a definição de uma banda morta de chav e. Se a banda morta não for definida, pode ocorrer trepidação da chave (mudança rápid a) caso a taxa de vazão estiver muito próxima do ponto de mudança.
FIGURA 3.4 – CONEXÕES MAIS COMUNS DO CONTROLE
Saída de Alarme
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Vazão
mínima
Saída OFF
Definir OFF Definir ON
Saída ON
Banda morta
Vazão
máxima
FIGURA 3.5 – OPERAÇÃO DE ALARME DE PONTO ÚNICO
NOTA: Assim que um cabo USB for conectado, todas as saídas de controles são desabilitadas.
Saída de Batelada/Totalizador Destinado Unicamente para Vazão
O modo totalizador configura a saída para enviar um pulso de 33 mSec toda vez que o totalizador da tela incrementar, dividido pelo TO T MULT, cujo valor deverá ser inteiro, positivo e numérico.
Por exemplo, se o expoente do totalizador (TOTL E) for ajustado para E0 (x1) e o multiplicado do totalizador (TOT MULT) f or ajustado para 1, então, a saída pulsará toda vez que o totalizador incrementar um ponto ou a cada unidade de medição única e inteira totalizada.
Se o expoente do totalizador (TO TL E) f or ajustado para E2 (x100) e o multiplicador do totalizador (TOT MULT) for ajustado para 1, então, a saída de controle pulsará a cada incremento do totalizador da tela ou uma v ez a ca da 100 unidades de medição tot alizadas.
Se o expoente do totalizador (TOTL E) for ajustado para E0 (x1) e o multiplicador do totalizador (TOT MULT) for ajustado para 2, então, a saída de controle pulsará uma vez a cada dois incrementos do totalizador.
Opção de Saída do Totalizador para o Medidor de Energia
As unidades de energia podem ser encomendadas juntamente com a opção de saída de pulso totalizador. Essa opção é instalada na posição em que, comumente, a opção de Ethernet seria instalada.
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ESPECIFICAÇÕES OPCIONAIS DE PULSO TOTALIZADOR
Saída opcional de pulso totalizador FDT-40E
Opção de
Saída de Pulso
Totalizador
Interno
Resistor
2,8K a 10K
Máximo
Pulso total
Sinal Um pulso para cada incremento do dígito menos significante do
totalizador. Tipo Transistor opto-isolado e coletor aberto. Largura de pulso 30 mSec, máxima taxa de pulso de 16 Jz. Tensão Máximo de 28 VCC Corrente Máximo de 100 mA (dreno de corren t e). Resistor pull-up 2,8 K Ohms a 10 K Ohms
NOTA: A opção de saída com pulso totalizador e a saída de comunicação Ethernet não podem ser instaladas n a mesma unidade de en ergia ao mes mo tempo.
de 10 mA
pull-up de
Pulso Total de Saída
A fiação e a configur ação dessa opção
Isolada
são similares à saída de pulso totalizador, para a variação destinada unicamente para vazão. Para essa opção, deverá ser usado um resistor externo limitador de corrente.
FIGURA 3.6 – OPÇÃO DE SAÍDA COM TOTALIZADOR
PARA VERSÃO ENERGIA
Alarme de Intensidade de Sinal
O alarme SIG SRT fornece indicação de que o nível de sinal informado pelos transdutores caiu ao ponto de não ser mais possível fazer a medição da vazão. Pode ser usado, também, para indicar que o tubo está vazio. Assim como ocorre com o alarme de taxa de vazão, descrito anteriormente, é necessário informar dois pontos para o alarme de intensidade de sinal, a fim de definir uma banda morta de alarme. Um ponto válido de mudança ocorre quando o valor de ON for menor do que o de OFF.
Saídas de Alarme de Erro
Quando uma saída de controle é ajustada para o modo ERROR (erro), a saída será ativada assim que ocorrer qualquer erro no medidor de vazão que tenha levado o medidor a parar de fazer medições confiáveis. Você encontrará no Anexo deste manual uma lista de códigos de possíveis erros.
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SW4 fechado
SW4 aberto
Saída de frequência
FIGURA 3.7 – AJUSTES DA CHAVE DE SAÍDA DE
FREQUÊNCIA
Fator K
Unidades de Escala Total
90-265 VAC
Neutro CA
Terra do sinal
Controle 1
Controle 2
Saída de frequência
Saída 4-20 mA
Zerar Total
SAÍDA DE FREQUÊNCIA [UNIDADES DESTINADAS UNICAMENTE PARA VAZÃO]
A saída de frequência é um circuito de transistor com coletor aberto que emite uma forma de onda de pulso de saída que varia, proporcionalmente, em relação à taxa de vazão. Esse tipo de saída de frequência também é conhecida como saída de "Pulso de Taxa". A saída vai de 0Hz, normalmente, com taxa de vazão zero, até 1.000 Hz, com taxa de vazão total (a configuração do parâmetro MAX RATE encontra-se detalhada na seção de configuração do medidor de vazão deste manual).
A saída de frequência é proporcional à taxa máxima de vazão registrada no medidor. A frequência máxima de saída é 1.000 Hz.
NOTA: Assim que um cabo USB para programação é conectado, as saídas RS485 e de frequência são desabilitadas.
Se o parâmetro MAX RATE tiver sido ajustado, por exemplo, para 400 GPM, nesse caso, uma saída de frequência de 500 Hz (metade da frequência da escala total de 1.000 Hz) representaria 200 GPM.
Além das saídas de controle, a saída de frequência pode ser usada para fornecer informações totais pelo uso de um fator K. Um fator K, simplesmente, relaciona o número de pulsos da saída de frequência com o número de pulsos acumulados que corresponde a um volume específico.
Para este medidor, a relação é descrita pela seguinte equação. Os 60.000 relacionam-se às unidades de medida em volume/minuto. Para unidades de medida e m segundos, horas ou dias, seria necessário um numerador diferente.
EQUAÇÃO 3.1 – CÁLCULO DO FATOR K
39
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Fator K
150 Pulsos por Galão
Um exemplo prático seria se a MAX RATE para a aplicação fosse 400 GPM, o fator K (representando o número de pulsos acumulados, deveria ser igual a 1 Galão) seria:
Se for necessário usar a saída de frequência como saída totalizadora, então, deve-se registrar no medidor de vazão e no instrumento de recepção os mes mos valores de fator K, a fim de garantir que instrumento de recepção está registrando leituras exatas. Diferentemente de medidores de vazão mecânicos como turbinas e medidores de disco de nutação, o fator K pode ser mudado, bastando para isso alterar o valor da taxa de vazão MAX RATE.
NOTA: No Anexo deste manual, você encontra um tratamento completo dos fatores K.
Há dois tipos de saída de frequência disponíveis:
Simulação de medidor tipo turbina – Essa opção é usada quando o instrumento de recepção é capaz de interagir diretamente com uma imantação magnética do medidor de vazão tipo turbina. A saída é um sinal de corrente alternada, relativamente baixo, cuja amplitude oscila acima e abaixo da referência de terra do sinal. A amplitude mínima de corrente alternada é de, aproximadamente, 500 mV pico a pico. Para ativar o circuito da saída tipo turbina, gire o SW4 para OFF.
FIGURA 3.8 – FORMA DE ONDA DE SAÍDA DE FREQUÊNCIA (TURBINA SIMULADA)
Frequência de onda quadrada – Essa opção é usada quando um instrumento receptor exige um nível de tensão de pulso de mais alto e/ou referenciado a um terra de CC. A saída é uma onda quadrada com pico de tensão igual à tensão de alimentação do instrumento quando o SW3 estiver em ON. Se for o caso, pode-se usar um resistor de elevação (pull-up) e a fonte de energia, bastando para tanto deixar o SW3 em OFF. Coloque o SW4 em ON para saída de onda quadrada.
FIGURA 3.9 – FORMA DE ONDA DE SAÍDA DE FREQUÊNCIA (ONDA QUADRADA)
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USB para RS485
RS232 para RS485
Conversor
Saída 4-20 mA
Zerar Total
Terra RS485
RS485 A(-)
RS485 A(+)
RS485 A(+)
RS485 A(-)
Terra RS485
Zerar Total
Saída 4-20 mA
Alimentação
de 12 VCC
RS485
O RS485 permite até 126 sistemas de medição de vazão, que podem ser colocados em um único barramento com cabo a três fios. Todos os medidores recebem um endereço numérico único, que permite acesso independente a cada um dos medidores conectados pelo cabo de rede. É utilizado um protocolo de comando Modbus RTU para interrogar os medidores. No Anexo deste manual, você encontra uma explicação detalhada da estrutura de comando. A taxa de vazão, o total, a intensidade de sinal e temperatura (se disponíveis) podem ser monitorados por meio do barramento de comunicação. Podem ser utilizadas taxas de transmissão de até 9600 e cabos com comprimento de 5.000 pés (1.500 metros), sem que seja necessário o uso de repetidores ou resistores de "fim de linha".
Para interligar medidores, use um cabo blindado, a três fios, por exemplo, Belden
®
9939 ou similar. Em ambientes com ruído, a extremidade da blindagem poder ser conectada a uma boa conexão terra. Pode-se usar um conversor de USB para RS485, tal como o B&B Electronics P/N 485USBTB-2W para se comunicar com um computador com sistema operacional Windows 98, Windows ME, Windows 2000, Windows NT, Windows XP, Windows Vista
®
, e Windows® 7. No caso de computadores com portas serial RS232C, é necessário usar um conversor de RS232C para RS485, tal como o B&B Electronics P/N 485SD9TB (ilustrado na Figura 3.10) para interligar a rede RS485 com uma porta de comunicação do computador. Se for necessário monitorar mais de 126 metros, será necessário utilizar mais um conversor e outra porta de comunicação.
NOTA: Assim que um cabo USB para programação é conectado, as saídas RS485 e de frequência são desabilitadas.
RS-485
FIGURA 3.10 – CONEXÕES DE REDE RS485
41
Page 42
PARTE DE TRÁS
DO CONECTOR
LINHA DE
RETORNO DO RTD 2
LINHA DE RETORNO
DO RTD 1
FIGURA 3.11 – ESQUEMA DOS
RTDs
FLUXO DE CALOR APENAS PARA UNIDADES DE ENERGIA
A versão para energia permite integrar duas termorresistências de platina de 1.000 Ohms com o medidor de vazão, cujo resultado seria um instrumento eficaz para a medição de energia consumida em sistemas de aquecimento de líquidos e de resfriamento. Se as termorresistências forem incluídas no pedido juntamente com a versão do medidor de vazão apenas para energia, então, elas foram calibradas na fábrica e enviadas junto com o medidor.
O medidor de energia tem várias faixas de calor. Para obter melhor resolução, utilize a faixa de temperatura que engloba toda a variação de temperatura da aplicação.
As termorresistência a três fios para montagem em superfície são anexadas na fábrica a um conector simples, a fim de eliminar a possibilidade de fiação trocada. Simplesmente, instale as termorresistências fora ou dentro do tubo, conforme recomendado, para, então, conectar as termorresistências ao conector do medidor de vazão.
Oferecemos quatro variações de termorresistências e sondas de imersão em dois comprimentos. Cabos com diferentes comprimentos para termorresistências de superfície também estão disponíveis. Para obter informações sobre outras possibilidades, contacte seu fabricante.
Todas as termorresistências são dispositivos de 1.000 Ohms de platina e a três fios. As versões para montagem em superfície estão disponíveis em comprimento padrão de 20 pés (6 metros), 50 pés (15 metros) e 100 pés (30 metros), incluindo blindado.
Instalação de Term orresistências de Superfície
Termorresistência para montagem em superfície devem ser utilizadas em tubos bem isolados. A falta de isolamento da área na qual a termorresistência será ser instalada leva a leituras de temperatura inconsistentes. Termorresistências de imersão, por sua vez, devem ser utilizadas em tubos que não estão isolados.
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Fita de calor
Limpe a área da termorresistência até o metal
Composto dissipador de calor OT
FIGURA 3.12 – INSTALAÇÃO DE TERMORRESISTÊNCIA DE SUPERFÍCIE
FIGURA 3.13 – INST ALAÇÃO DE
Selecione as áreas dos tubos de alimentação e retorno, nas quais as termorresistências serão montadas. Remova ou descasque o isolamento em torno do tubo na área de instalação. Limpe uma área ligeiramente maior do que a extensão da termorresistência até o metal branco.
Aplique um pouco de composto dissipador de calor no tubo, exatamente no local de instalação da termorresistência. Veja a Figura
3.12. Pressione firmemente a termorresistência sobre o composto dissipador de calor. Prenda a termorresistência ao tubo, utilizando a fita elástica inclusa.
Encaminhe os cabos da termorresistência de volta para o medidor e prenda-os de tal forma a impedir que sejam puxados ou que se desgastem desnecessariamente. Substitua o isolamento do tubo, certificando-se de que as termorresistências não estão expostas a correntes de ar.
-201
Instalação de Term orresistências de Imersão
Em geral, termorresistencias de imersão são instaladas, utilizando conexões de compressão de ¼ de polegada (6 mm) e válvulas de esfera de isolação. Introduza a termorresistência até atingir o fluxo do líquido, de tal forma que a ponta da sonda fique, no mínimo, ¼ de polegada
TERMORRESISTÊNCIA TIPO IMERSÃO
(6 mm) dentro do tubo.
Termorresistências devem ser montadas a ±45 graus da lateral de um tubo na horizontal. No caso de tubos na vertical, a orientação não faz diferença. Encaminhe os cabos da termorresistência de volta para o medidor de vazão, prendendo-os de tal forma a impedir que sejam puxados ou que se desgastem desnecessariamente.
Se os cabos não tiverem a extensão necessária para chegar até o medidor de vazão, encaminhe-os até uma caixa de passagem e adicione uma extensão a partir da caixa. Para essa finalidade, utilize cabos blindados, a três fios, tais como Belden
®
9939 ou
43
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FIGURA 3.14 – CONEXÃO DOS RTDs
95 - 264 VCA
Neutro CA
Terra de sinal
Saída 4-20 mA
Zerar total
Terra RS485
RS485 A(-)
RS485 A(+)
A jusante
A montante
Exc. Sig.
Exc. Sig.
LINHA DE ALIMENTAÇ ÃO DO RTD 1
LINHA DE RETORNO DO RTD 2
similar.
NOTA: Extensões de cabo aumentam a resistência por meio da qual o medidor faz as leituras e isso pode afetar a exatidão absoluta. Se for necessário acrescentar uma extensão, certifique-se de que a mesma extensão será adicionada a ambas as termorresistências, a fim de minimizar erros causados pela alteração do comprimento do cabo.
TERMOS DA FIGURA ACIMA
FIGURE 3.14 - CONNECTING RTDS
Fiação para o Medidor
Depois de montar as termorresistências no tubo, encaminhe o cabo de volta do medidor de vazão através do furo no meio da carcaça. Para fazer a conexão com o medidor, ligue o conector da termorresistência á tomada da placa de circui to. Certifique-se de manter a aba de alinhamento no cabo da termorresistência para cima.
RTDs de REPOSIÇÃO
Caso seja necessário substituir alguma termorresistência, estão disponíveis kits completos, incluindo o plugue de conexão de energia do medidor, bem como os v alores de calibração para as peças de reposição.
Também é possível usar outras termorresistências. As termorresistências devem ser de
1.000 Ohms, de platina e apropriadas para uma conexão a três fios. Disponibilizamos o adaptador de conexão P.N. FDT-40-RTDCONN para facilitar a conexão com a versão para energia. Veja Figura 3.15.
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PINO #8
PINO #6
PINO #4
PINO #2
PINO #5
PINO #3
PINO #1
BRANCO
VERMELHO
PRETO
VERDE
MARROM
AZUL
DRENO
BRANCO PINO#5
PRETO PINO#3
VERMELHO PINO#1
DRENO PINO#8
VERDE PINO#6
AZUL PINO#4
MARROM PINO#2
FIGURA 3.15 – ENERGIA ULTRASSONICA – CONEXÕES DO ADAPTADOR DO RTD
NOTA: É necessário calibrar termorresistências de terceiros em relação ao medidor de vazão para
garantir uma operação apropriada. O procedimento de calibração encontra-se descrito no Anexo deste manual.
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PARTE 4 – INÍCIO E CONFIGURAÇÃO
ANTES DE LIGAR O INSTRUMENTO
NOTA: Para ter êxito em iniciar a operação deste sistema de medição de vazão, é necessário ter um tubo cheio de líquido. Não tente fazer quaisquer ajustes ou alterações de configuração antes de ter a certeza de que o aparelho está conectado a um tubo cheio.
NOTA: Se for utilizado um DOW 732-R TV p ara ac oplar os transd utore s ao tubo, de ve-se p ermitir a cur a tot al do adesivo antes de iniciar qualquer procedimento d e le itur a . O ades ivo DOW 732 leva 24 horas para atingir o ponto satisfatório de secagem. Se a graxa de acoplamento acústico da marca SONOTEMP não há a necessidade de cura.
LIGANDO O INSTRUMENTO
Procedimento:
1) Conforme descrito na Parte 1 deste manual, verifique se toda a fiação foi devidamente encaminhada e conectada.
2) Conforme descrito na Parte 2 deste manual, verifique se os transdutores foram devidamente montados.
3) Ligue o instrumento na fonte de energia. A tela do medido de vazão irá exibir, por um instante, o número da versão do aparelho e, em seguida, todos os outros segmentos serão exibidos.
®
for utilizada,
IMPORTANTE!!: Para concluir a instalação do medidor de vazão, o tubo deverá estar cheio de líquido.
Para se certificar de que o aparelho foi devidamente instalado e está fazendo leituras corretas da vazão:
1) Vá para SER MENU e confirme que a intensidade do sinal (SIG STR) está entre 5 e
98. Se a intensidade do sinal estiver abaixo de 5, verifique se os métodos apropriados de montagem do transdutor e as características do líquido/tubo foram devidamente informados. Para aumentar a intensidade do sinal, caso o tipo de instalação de um transdutor tenha sido a montagem em W, reconfigure a para montagem em V; se o tipo de montagem foi em V, reconfigura para montagem tipo Z.
NOTE: A mudança da configuração de montagem aplica-se apenas aos conjuntos de transdutores FDT-47, FDT-48 e FDT-47-HT.
2) Verifique se a medição da real velocidade do som no líquido está bem próxima do valor esperado. A medição da velocidade do som no líquido (SSPD FPS e SSPD MPS) é exibida no SER MENU. Verifique se a medição da velocidade do som está dentro de 2% do valor informado como FLUID SS no BSC MENU. O tubo deverá estar cheio de líquido para que a medição possa ser feita.
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Indicadores
Teclado
Assim que o medidor entrar em operação adequada, veja a seção Programação do Teclado deste manual para obter características adicionais de programação.
PROGRAMAÇÃO DO TECLADO
Quando o pedido de um medidor inclui o teclado, o medidor pode ser configurado, utilizando a interface do teclado ou o software para Windows
®
. Unidades que não são equipadas com um teclado só podem ser configuradas com o software. Veja a Parte 5 deste manual para mais in formações sobre o software. Dos dois métodos de con figuração, o software é o que dispões de características mais av ançadas e o ferece a possibilidade de armazenar e transferir configurações do medidor entre medidores de vazão similares. Todos os dados são salvos em memória flash não volátil, sendo retidos por tempo indefinido mesmo com falta de energia.
NOTA: Assim que um cabo USB para programação é conectado, as saídas RS485 e de frequência são desabilitadas.
As versões de medidor de vazão que incluem a disponibilidade de um teclado contêm um teclado tátil de quadro teclas que permite ao usuário visualizar e alterar parâmetros de configuração do sistema operacional.
de Modo
FIGURA 4.1 – INTERFACE DO TECLADO
1) Pressiona-se a tecla MENU a partir do mo do RUN para entrar no modo PROGRAM.
Pressiona-se a tecla MENU no modo PROGRAM para sair da seleção de parâmetro de configuração e dos menus. Se forem feitas alterações a quaisquer parâmetros de configuração, o usuário será encorajado a gravar com um SAVE? ao ret ornar para o modo RUN. Se a escolha for YES, os novos parâmetros serão salvos na memória do programa.
2) As teclas de setas  são usadas nave gar pelos menus e parâ metros de confi guração.
As teclas de setas também são usadas para ajustar valores numéricos de parâmetros.
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vazão.
CHANNEL 1 (canal 1) – Configura a saída de 4 a 20 mA e pode ser usado com as versões destinadas unicamente para vazão e energia.
Canal 2 são específicos do modelo de transmissor usado.
SENSOR (sensor)– Esse menu é usado para selecionar o tipo de
diante).
no tubo.
DISPLAY (tela) – O menu da tela é usado para configurar as funções
3) As funções da tecla ENTER são as seguintes:
~ Pressionada no modo RUN, é usada para visualizar a versão atual do software que
roda no instrumento. ~ Usada para acessar os parâmetros de configuração nos diversos menus. ~ Usada para dar início a mudanças nos parâmetros de configuração. ~ Usada para aceitar mudanças de parâmetros de configuração.
ESTRUTURA DO MENU
O firmware dos medidores de vazão utilizam uma estrutura de menu hierárquica. No
Anexo deste manual, você encontra um mapa da interface do usuário. Este mapa fornece
uma trilha visual dos parâmetros de configuração que os usuários podem usar. Essa ferramenta deve ser usada toda vez que for necessário acessar ou rever parâmetros de configuração.
Os sete menus usados no firmware do medidor de vazão são:
BSC MENU
CH1 MENU
CH2 MENU
SEN MENU
SEC MENU
SER MENU
DSP MENU
BASIC (básico) – Esse menu contém todos os parâmetros de
configuração necessários para a programação inicial do medidor de
CAHNNEL 2 (canal 2) – Configura o tipo e os parâmetros operacionais para as opções de saída do canal 2. Os parâmetros do
sensor (por exemplo, FDT-47, FDT-41 ate FDT-46, e assim por
SECURITY (segurança) – Esse menu é usado para reconfigurar os totalizadores, retornar a filtração para a configuração de fábrica e rever a senha de segurança.
SERVICE (serviço) – O menu de serviço contém ajustes do sistema, que são usados para configuração avançada e para zerar o medidor
de tela do medidor.
As seções a seguir definem os parâmetros de configuração localizados em cada menu.
BSC MENU – MENU BÁSICO
O menu BÁSICO contém todos os parâmetros de configuração necessários para operacionalizar o medidor de vazão.
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Seleção de unidades
UNIDADES – Programação das Unidades (opção)
ENGLSH (polegadas) METRIC (milímetros)
Instala um padrão global de unidades de medida na memória do instrumento. Você pode optar pelo sistema English (inglês) ou Metric (mé tric o).
Se você deseja que todas as configurações (tamanhos de tubo, etc.) sejam dadas em polegada, selecione a opção ENGLSH (inglês). Se você deseja configurar o medidor para milímetro, selecione a opção METRIC (métrico).
Com as opções ENGLSH/METRIC, você pode, também, configurar o medidor de vazão para exibir a velocidade do som em materiais e líquidos dentro do tubo, tanto em pés po r segundo (FPS) quanto em metros por segundo (MPS), respectivamente.
IMPORTANTE!: Se você alterar o sistema METRIC, de ENGLSH para METRIC, ou de METRIC para ENGLSH, salve a mudança e reinicie o instrumento (desligando o aparelho ou digitando SYS RSET para
reiniciar), a fim de que o medidor de vazão aplique a alteração às unidades operacionais. Deixar de salvar ou de reiniciar o aparelho pode levar a cálculos equivocados de espaçamento entre os transdutores e fazer com que o aparelho deixe de fazer medições apropriadas.
Endereço
ADDRESS – Endereço de Modbus (valor)
1-126
NOTA: Apenas para conexão RS485. O endereço de Modbus TCP/IP é configurado via aplicação integrada HTML na porta da Ethernet.
Cada medidor conectado ao barramento de comunicação deve receber um número de endereço exclusivo.
Montagem do transdutor
XDCR MNT – Sistema de Montagem do Transdutor (opção)
V W Z
Seleciona a orientação de montagem dos transdutores. A escolha de determina orientação de montagem depende do tubo e das características do líquido. Veja a Parte 2 – Instalação do transdutor neste manual.
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Direção do fluxo
FLOW DIR – Controle da direção do fluxo do transdutor (opção)
FORWARD (para frente) REVERSE (para trás)
Permite a alteração da direção que, para o medidor, o padrão é para frente. Ao montar medidores com transdutores integrais, essa característica permite que transdutores a montante e a jusante sejam "eletronicamente" revertidos, tornando desnecessária a montagem da tela de cabeça para baixo.
Frequência do Transdutor
XDCR HZ – Frequência de Transmissão do Transdutor (Opção)
500 KHZ (500 Kilohertz) 1 MHZ (1 Megahertz) 2 MHZ (2 Megahertz)
As frequências de transmissão de transdutores são específicas do tipo de transdutor e do tamanho do tubo. Em geral, os transdutores FDT-48 500 KHz são usados com tubos acima de 24 polegadas de diâmetro (600 mm). Os transdutores FDT-47 e FDT-47-HT, de 1 MHz, são usados com tubos intermediários, entre 2 polegadas (50 mm) e 24 polegadas (600 mm). Os transdutores FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT, de 2 MHz, são indicados para tubos entre ½ polegada (13 mm) e 2 polegadas (50 mm).
Diâmetro Externo do Tubo
DE DO TUBO – Lançar o Diâmetro Externo do Tubo ( Valor)
ENGLSH (polegadas) METRIC (milímetros)
Se a opção de METRIC foi ENGLSH, informe o diâmetro externo do tubo em polegadas, caso contrário, se sua opção foi por METRIC, o valor deverá ser digitado em milímetros.
NOTA: Você encontrará no Anexo deste manual algumas tabelas contendo as dimensões mais comuns para tubos. É fundamental informar corretamente o diâmetro externo e a espessura das paredes dos tubos, a fim de obter leituras exatas da medição de vazão.
Espessura da Parede do Tubo
PIPE WT – Informar a Espessura da Parede do Tubo (valor)
ENGLSH (polegadas) METRIC (milímetros)
Se você optou pela unidade de medida ENGLSH, informe a espessura da parede do tubo em polegadas, caso contrário, se sua opção foi por METRIC, o valor deverá ser digitado em milímetros.
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Polietileno de alta densidade
Polietileno de baixa densidade
Perfluoro-alcóxi­alcano
Fluoreto de polivinilideno
NOTA: Você encontrará no Anexo deste manual algumas tabelas contendo as dimensões mais comuns para tubos. É fundamental informar corretamente o diâmetro externo e a espessura das paredes dos tubos, a fim de obter leituras exatas da medição de vazão.
Material do Tubo
PIPE MAT – Seleção do Material do Tubo (opção)
Acrílico (ACRYLIC) Vidro Pirex (PYREX) Aço inox
304/316
Alumínio (ALUMINUM) Náilon (NYLON) Aço inox 410 (SS410)
(SS 316)
Latão (Naval) (BRASS) Aço carbono (CARB ST) Ferro fundido (CAST IRN) Polipropileno (POLYPRO) Titânio (TITANIUM)
Cobre (COBRE) PVC CPVC (PVC/CPVC) Amianto (ASBESTOS) Ferro dúctil (DCTL IRN)
Fibra de vidro ­Epóxi
(FBRGLASS) Aço inox 302/303 (SS 303)
(HPDE) Aço inox 430 (SS430) (LDPE)
(PVDF) Outros (OTHER)
(PFA)
A lista acima serve apenas como exemplo. Outros tipos de materiais são, oportunamente, acrescentados. Selecione o material apropriado do tubo a partir da lista acima ou, se o material não estiver listado, selecione OTHER.
Velocidade do Som no Tubo
PIPE SS – Velocidade do Som no Material do Tubo (valor)
ENGLSH (pés por segundo) METRIC (metros por segundo)
Permite que o valor da velocidade do som, da onda de cisalhamento ou transversal seja ajustado, relativo à parede do tubo. Se o valor de UNITS foi alterado para ENGLSH, a informação deverá ser em FPS (pés por segundo), ao passo que se você optou por METRIC, então dê a informação em MPS (metros por segundo).
Se o material do tubo foi selecionado a partir da lista PIPE MAT, o sistema carrega, automaticamente, um valor nominal para a velocidade do som relativo àquele material. Se a velocidade real do som for conhecida para a apli cação e e sse val or for diferente do valor carregado automaticamente, então, nesse caso, o valor pode ser revisto.
Se a opção na lista PIPE MAT tiver sido OTHER, então, deverá ser informado que o tipo de tubo é PIPE SS.
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densidade
Argamassa
(MORTAR)
Teflon (PFA)
(TEFLON)
Polipropileno
(POLYPRO)
Ebonite
(EBONITE)
Taxa do tubo
Medição linear da raíz quadrada da média da superfície da parede interna do tubo
Diâmetro interno do tubo
Rugosidade do Tubo
PIPE R – Rugosidade Relativa do Material do Tubo (valor)
Valor Sem Unidade
O medidor de vazão faz a compensação do perfil do fluxo por meio de cálculo de medição da vazão. A taxa de imperfeição média da superfície, enquanto relativa ao diâmetro interno do tubo, é usada nesse algoritmo de compensação e pode ser encontrada, utilizando a seguinte fórmula:
Se o material do tubo foi selecionado a partir da lista PIPE MAT, o sistema carrega, automaticamente, um valor nominal para a rugosidade. Se a rugosidade real for conhecida para a aplicação e esse valor for diferente do valor carregado automaticamente, então, nesse caso, o valor pode ser revisto.
Espessura do Revestimento
LINER T – Espessura do Revestimento do Tubo (valor)
ENGLSH (polegadas) METRIC (milímetros)
Se o tubo for revestido e se você optou por ENGLSH, informe o valor da espessura do revestimento em polegadas, caso contrário, se sua opção de UNITS foi por METRIC, informe o valor em milímetros.
Material do Revestimento
LINER MA – Material do Revestimento do Tubo (opção)
Liner Type – (Caso a espessura do REVESTIMENTO tenha sido selecionada)
Epóxi alcatrão (TAR EPXY) Polietileno de alta
(HDPE)
densidade
Borracha (RUBBER) Polietileno de baixa
(LDPE)
Poliestireno (POLYSTY) Outros (OTHER)
A lista acima serve apenas como exemplo. Outros tipos de materiais são, oportunamente, acrescentados. Selecione o material apropriado a partir da lista acima ou, caso o material do revestimento não estiver listado, selecione OTHER.
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Água de torneira
Esgoto sem tratamento
Óleo hidráulico [à base de petróleo]
Acetona
(ACETONE)
Gasolina
(GASOLINE)
Óleo lubrificante
(LUBE OIL)
Óleo de motor [SAE 20-30]
Álcool isopropílico
Benzeno
(BENZENE)
Querosene
(KERESONE)
Água do mar
(WATR-SEA)
Salmoura
(BRINE)
Metanol
(METHANOL)
Outros
(OUTROS)
Taxa do tubo
Medição linear da raíz quadrada da média da superfície da parede interna do revestimento
Diâmetro interno do tubo
Velocidade do Som do Revestimento
LINER SS – Velocidade do Som no Revestimento (valor)
ENGLSH (pés por segundo) METRIC (metros por segundo)
Permite que o valor da velocidade do som, do cisalhamento ou da onda transversal seja ajustado, relativo à parede do tubo. Se o valor de UNITS foi informado como ENGLSH, então o valor a ser digitado será e m FPS (pés por segundo), caso contrário, se a opção foi por METRIC, então, o valor deverá ser digitado em MPS (metros por segundo).
Se o revestimento do tubo foi selecionado a partir da lista PIPE MAT, o sistema carrega, automaticamente, um valor nominal da velocidade do som nesse meio. Se a velocidade real do som for conhecida para o revestimento do tubo e esse valor for diferente do valor carregado automaticamente, então, nesse caso, o valor pode ser revisto
Rugosidade do Revestimento
LINER R – Material do Revestimento Relativo à Rugosidade (valor)
Valor sem Unidade
O medidor de vazão faz a compensação do perfil do fluxo por meio de cálculo de medição da vazão. A taxa de imperfeição média da superfície, enquanto relativa ao diâmetro interno do tubo, é usada nesse algoritmo de compensação e pode ser encontrada, utilizando a seguinte fórmula:
Se o material do revestimento foi selecionado a partir da lista PIPE MAT, o sistema carrega, automaticamente, um valor nominal para a rugosidade. Se a rugosidade real for conhecida para a aplicação e esse valor for diferente do valor carregado automaticamente, então, nesse caso, o valor pode ser revisto.
Tipo de fluido
FL TYPE – TIPO DE FLUIDO/MEIO (opção)
(WATER) Etanol (ETHANOL) Óleo Diesel (DIESEL) (SEWAGE) Etilenoglicol (ETH-GLYC)
Álcool (ALCOHOL) Glicerina (GLYCERIN) Amônia (AMMONIA)
(ISO-ALC) Água destilada (WATR-DST)
(HYD OIL)
(MTR OIL)
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A lista acima serve apenas como exemplo. Outros tipos de líquidos são, oportunamente, acrescentados. Selecione o líquido apropriado a partir da lista acima ou, se o líquido não estiver listado, selecione OTHER.
Velocidade do Som no Fluido
FLUID SS – Velocidade do Som no Fluido (valor)
ENGLSH (pés por segundo) METRIC (metro s por segundo)
Permite que o valor da velocidade da velocidade do som, conforme informado, seja ajustado. Se o valor de UNITS foi informado como ENGLSH, então o valor a ser digitado será em FPS (pés por segundo), caso contrário, se a opção foi por METRIC, então, o valor deverá ser digitado em MPS (metros por segundo).
Se o fluido foi selecionado a partir da lista FL TYPE, o sistema carrega, automaticamente, um valor nominal para a velocidade do som naquele meio. Se a velocidade real do som for conhecida para a aplicação e esse valor for diferente do valor carregado automaticamente, então, nesse caso, o valor pode ser revisto.
Se você optou por OTHER como FL TYPE, é necessário informar o FLUID SS. Você encontrará no Anexo (no verso deste manual) uma lista de fluidos alternativos e suas respectivas velocidades do som.
A velocidade do som em fluidos também pode ser achada, utilizando a tela Target DBg Data, disponível no software. Vej a Parte 5.
Viscosidade do Fluido
FLUID VI – Viscosidade Absoluta do Fluido (valor– cP)
Permite que sejam feitos ajustes na viscosidade absoluta do líquido em centipoise.
Medidores ultrassônicos de vazão utilizam o tamanho do diâmetro do tubo, a viscosidade e a gravidade específica para calcular os coeficientes de Reynolds. Visto que os coeficientes de Reynolds influenciam o perfil baixo, o medidor de v azão tem de co mpensar as velocidades relativamente altas no centro do tubo durante condições transicionais ou laminares do fluxo. O valor informado de FLUID VI é usado no cálculo dos coeficientes de Reynolds e dos resultantes valores da compensação.
Se o fluido foi selecionado a partir da lista FL TYPE, o sistema carrega, automaticamente, um valor nominal para a viscosidade naquele meio. Se a viscosidade real for conhecida para a aplicação do fluído e esse valor for diferente do valor carregado automaticamente, então, nesse caso, o valor pode ser revisto.
Se você optou por OTHER como FL YTPE, é neces sário informar também o FLUID VI . Você encontrará no Anexo uma lista de fluidos alternativos e suas respectivas viscosidades.
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Capacidade de Calor Específico da Água
Temperatura
Calor Específico
BTU/lb °F
°F
°C
32-212
0-100
1.00
250
121
1.02
300
149
1.03
350
177
1.05
Gravidade Específica do Fluido
SP GRAVTY – Informar a Gravidade Específica do Fluido (valor)
Valor Sem Unidade
Permite que sejam feitos ajustes na gravidade específica (densidade relativa à água) do líquido.
Conforme informado anteriormente na seção FLUID VI, a gravidade específica é utilizada no algoritmo de correção dos coeficientes de Reynolds, além de ser usada, também, quando as unidades de medição de vazão de massa são selecionadas para a taxa ou o total.
Se o fluido foi selecionado a partir da lista FL TYPE, o sistema c arrega, automaticamen te, um valor nominal para a gravidade naquele meio. Se a gravidade real for conhecida para a aplicação do fluído e esse valor for diferente do valor carregado automaticamente, então, nesse caso, o valor pode ser revisto.
Se você optou por OTHER como FL YTPE, talvez seja necessário informar também o SP GRVTY, caso você deseje calcular, também, os fluxos da massa.
Você encontrará no Anexo uma lista de fluidos alternativos e suas respectivas gravidades específicas.
Capacidade de Calor Específico do Fluido
SP HEAT – Capacidade de Calor Específico do Fluido (valor)
BTU/lb
Permite que sejam feitos ajustes na capacidade específica de calor do líquido.
Se o fluido foi selecionado a partir da lista FL TYPE, o s i stema c arrega, automaticamente, um valor nominal para o calor específico. Esse valor padrão é exibido como SP HEAT no BSC MENU. Se o calor específico real do líquido for conhecido ou esse valor for diferente do valor padrão, então, nesse caso, o valor pode ser revisto. Para obter os valores específicos, consulte as Tabelas 4.1, 4.2 e 4.3. Informe um valor que seja a média de ambos os tubos.
TABELA 4.1 – VALORES DE CAPACIDADE DE CALOR ESPECÍFICO PARA ÁGUA
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Valores de Capacidade de Calor Específico para Líquidos Comuns
Temperatura
BTU/lb °F
°F
°C
Etanol
32 0 0.65
Água do mar
63
17
0.94
Capacidade de Calor Específico BTU/lb °F
Temperatura
Solução de Etileno Glicol (% em volume)
°F
°C
25
30
40
50
60
65
100
-40
-40
n/a
n/a
n/a
n/a
0.68
0.70
n/a
0
-17.8
n/a
n/a
0.83
0.78
0.72
0.70
0.54
40
4.4
0.91
0.89
0.845
0.80
0.75
0.72
0.56
80
26.7
0.92
0.90
0.86
0.82
0.77
0.74
0.59
240
115.6
n/a
n/a
n/a
n/a
n/a
0.83
0.69
Fluido
Calor Específico
Metanol 54 12 0.60 Salmoura 32 0 0.71 Salmoura 60 15 0.72
TABELA 4.2 – VALORES DE CAPACIDADE DE CALOR ESPECÍFICO PARA OUTROS
LÍQUIDOS COMUNS
120 84.9 0.93 0.92 0.88 0.83 0.79 0.77 0.61 160 71.1 0.94 0.93 0.89 0.85 0.81 0.79 0.64 200 93.3 0.95 0.94 0.91 0.87 0.83 0.81 0.66
TABELA 4.3 – VALORES DE CAPACIDADE DE CALOR ESPECÍFICO PARA
ETILENOGLICOL/ÁGUA
Espaçamento Entre os Transdut ores
XDC SPAC – Cálculo do Espaçamento Entre os Transdutores
ENGLSH (polegadas) METRIC (milímetros)
NOTA: Esse valor é calculado pelo firmware depois que todos os parâmetros do tubo foram informados. O valor do espaçamento se aplica apenas aos seguintes transdutores: FDT-47, FDT-48 e FDT-47-HT.
Esse valor representa a medição unidimensional linear entre os transdutores (a medição a montante e/ou a jusante paralela ao tubo). Caso você tenha optado por ENGLSH como UNITS, esse valor será dado em polegadas. Se a opção for por METRIC, então, o valor será dado em milímetros. Essa medição é feita entre as linhas inscritas na lateral dos blocos do transdutor.
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Britânica
Pés cúbicos
(Cubic Ft)
Milhares de BTUs
(MBTU)
Barril líquido
(Liq Barr) [31.5 Gallons]
Quilowatt
(kW)
Pés
(Feet)
Megawatt
(MW)
Metros
(Meters)
Se os transdutores estiverem sendo montados, utilizando o sistema de monta gem de trilha de transdutor, grava-se uma escala de medição na trilha. Coloque um transdutor em 0 e o outro na medida apropriada.
Unidades de Taxa
RATE UNT – Unidades de Engenharia para Taxa de Vazão (opção)
Galões (Gallons) Libras (LB) Litros (Liters) Quilogramas (KG)
Milhões de galões (MGal)
Unidade térmica
(BTU)
Metros cúbicos (Cubic Me) Milhões de BTUs (MMBTU) Acre-pé (Acre Ft) Toneladas (TON) Barris de óleo (Oil Barr) [42 Gallons] Quilojoule (kJ)
Selecione uma unidade de engenharia apropriada para as medições de taxa de vazão.
Intervalos da Taxa
RATE INT – Intervalos para a Taxa de Vazão (opção)
SEC Seconds MIN Minutes HOUR Hours DAY Days
Selecione a unidade de engenharia desejada para as medições da taxa de vazão.
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Galões
(Gallons)
Libras
(LB)
Litros
(Liters)
Quilogramas
(KG)
Unidade térmica Britânica
Pés cúbicos
(Cubic Ft)
Milhares de BTUs
(MBTU)
Metros cúbicos
(Cubic Me)
Milhões de BTUs
(MMBTU)
Acre-pé
(Acre Ft)
Toneladas
(TON)
Barris de óleo
(Oil Barr) [42 Gallons]
Quilojoule
(kJ)
Barril líquido
(Liq Barr) [31.5 Gallons]
Quilowatt
(kW)
Pés
(Pés)
Megawatt
(MW)
Metros
(Metros)
Unidades do Totalizador
TOTL UNT – Unidades do Totalizador
Milhões de galões (MGal)
(BTU)
Selecione uma unidade de engenharia desejada para as medições do acumulador (totalizador) de vazão
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Expoente
Multiplicador da T el a
× 1 (sem multiplicador)
TABELA 4.4 – VALORES DO
EXPOENTE
Expoente do Totalizador
TOTL E – Valor do Expoente do Totalizador de Vazão (opção)
E(-1) a E6
Usado para ajustar o expoente do totalizador. Essa característica é útil quando for preciso acomodar uma vazão muito grande ou aumentar a resolução do totalizador no caso de vazão de menor valor (exibir frações de barris, galões, etc.). O expoente é um multiplicador × 10
n
, onde"n" pode ser de –1 (× 0.1) a +6 (× 1,000,000). A Tabela 4.4 deve ser usada como referência para dados válidos e a influência deles na tela. Ao selecionar E-1 e E0, você ajusta o ponto decimal na tela. Ao selecionar E1, E2 e E3 aparece um ícone de × 10, × 100 ou × 1000, respectivamente, à direita do valor exibido para a vazão total.
Taxa de Vazão Mínima
MIN RATE – Ajustes de Taxa Mí nima de Vazão (valor)
O ajuste de uma taxa mínima é informado para definir os ajustes de filtro do software, bem como o menor valor da taxa de vazão que será exibida. Os dados volumétricos serão dados em Unidades de Taxa e Intervalo selecionados, na Página 49 deste manual. Para medições unidirecionais, ajuste a MIN RATE para zero. No caso de medições bidirecionais, a MIN RATE deverá ser ajustada para a taxa de vazão negativa (reversa) mais alta, conforme esperado para o sistema de tubulação.
NOTA: O medidor de vazão não exibe uma taxa para vazões inferiores ao valor de MIN RATE. Como resultado, se o MIN RATE for ajustado para um valor superior a zero, o medidor de vazão exibirá o valor de MIN RATE mesmo que a taxa real de vazão/energia for inferior à MIN RATE.
Por exemplo, se a MIN RATE for ajustada para 25 e a taxa real for 0, a tela do medidor irá indicar 25. Outro exemplo é que, se a MIN RAT E for ajustada para -100, mas a vazão real for -200, então, o medidor irá indicar -100. Isso pode ser um problema se a MIN RATE do medidor for ajustada para um valor superior a zero porque, com vazões inferiores à MIN RATE, a tela de vazão irá exibir u m a vazão zero, mas o totalizador, que não é afetado pela MIN RATE definida, continuará totalizando.
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Taxa Máxima de Vazão
MAX RATE – Ajustes de Taxa Máxima de Vazão (valor)
A t axa máxima de vazão volumétrica é informada para de finir o filtro de ajustes do software. Os dados volumétricos serão dados em Unidades de Taxa e Intervalo selecionados, na Página 49 deste manual. Para medições unidirecionais, ajuste a MIN RATE para a taxa de vazão mais alta (positiva), conforme esperado para o sistema de tubulação. No caso de medições bidirecionais, a MIN RATE deverá ser ajustada para a taxa de vazão mais alta (positiva) mais alta, conforme esperado para o sistema de tubulação.
Baixo Corte de Vazão
FL C-OFF – Baixo Corte de Vazão (valor)
Um dado de baixo corte de vazão serve para permitir que baixas taxas de vazão (que podem estar presentes quando as bombas estão desligadas e válvulas fechadas) sejam exibidas como vazão zero. Valores comuns que poderiam ser informados estão entre 1,0% e 5,0% da faixa de vazão entre MIN RATE e MAX RATE.
Porcentagem de Amortecimento
DAM P PER – Amortecimento do Sistema (valor)
0-100%
O amortecimento do filtro de vazão define um valor máximo do filtro adaptativo. Sob condições de vazão estável (a vazão varia menos do que 10% na leitura), esse filtro adaptativo aumenta o número de leituras sucessivas de vazão que, juntas, são divididas proporcionalmente até esse valor máximo. Se houver alteração na vazão, fora da janela de 10%, o filtro de vazão se adapta, aumentando o número de leitura médias, permitindo, dessa forma, uma resposta mais rápida do medidor. Quando esse valor aumenta, a tendência é de leituras e rendimentos de vazão mais suaves e estáveis. Se você está lidando com condições erráticas de vazão ou se há a expectativa de isso ocorrer, outros filtros estão disponíveis para serem utilizados no software. Veja a Parte 5 deste manual para obter outras informações.
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CH1 MENU – MENU 1 DO CANAL
CH1 MENU – 4-20 mA Menu de Saída
4-20 MA – 4-20 mA Opções de Configuração (valores)
FL 4MA Vazão a 4 mA FL 20MA Vazão a 20 mA CAL 4MA Calibração a 4 mA CAL 20MA Calibração a 20 mA 4-20 TST Teste a 4-10 mA
O menu CH1 controla como a saída de 4-20 mA é liberada para todos os modelos de medidor de vazão e como a saída de frequência é liberada para o modelo destinado unicamente para vazão.
As configurações para FL 4MA e FL 20MA são usadas para definir a amplitude, tanto da saída de 4-20 mA quanto da saída de frequência de 0-1.000 Hz nas versões de medidores destinados unicamente para vazão.
A saída de 4-20 mA é alimentada internamen te (fonte de corrente) e pode acomodar taxas de vazão/energia de negativa a positiva. Essa saída interage com, praticamente, todos os sistemas de gravação e registro, transmitindo uma corrente analógica proporcional à taxa de vazão do sistema. As configurações independentes de amplitude de 4 mA e 20 mA são definidas no firmware, utilizando as variações dos dados de medição de vazão. Esses dados pode ser definidos ao longo da faixa de v ariação do instrumento, de - 40 a + 40 FPS (-12 a +12 MPS). A resolução da saída é de 12-bits (4096 pontos discretos) e pode acionar até uma carga de 400 Ohms, desde que o medid or seja alimen tado por corrente alternada. Caso contrário, se a alimentação for de corrente contínua, a carga fica limitada pela tensão de entrada fornecida pelo instrumento. A Figura 3.1 mostra as cargas de loop permitidas.
FL 4MA Vazão a 4 mA FL 20MA Vazão a 20 mA
Os dados para FL 4MA e para FL 20MA são usados para definir a amplitude da saída analógica de 4-20 mA e a saída de frequência de versões destinadas unicamente para vazão. Esses dados são unidades de taxa volumétrica iguais às unidades volumétricas configuradas como RATE UNT e RATE INT, que já foram abordadas na Página 49.
Por exemplo, para ampliar a saída de 4-20 mA, de -100 GPM para +100 GPM, com 12 mA sendo 0 GPM, configure as entradas de FL 4MA e FL 20MA conforme segue:
FL 4MA = -100.0 FL 20MA = 100.0
Se o medidor for do tipo destinado unicamente para vazão, essa configuração também definiria a amplitude para a saída de frequência. A -100 GPM, a frequência de saída seria de 0 Hz. A uma vazão máxima de 100 GPM, a frequência de saída seria de 1.000 Hz e,
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nesse caso, uma vazão zero seria representada por uma frequência de saída de 500 Hz.
Exemplo 2 – Para ampliar a saída de 4-20 mA, de 0 GPM para +100 GPM, com 12 mA sendo 50 GPM, configure as entradas de FL 4MA e FL 20MA conforme segue:
FL 4MA = 0.0 FL 20MA = 100.0
Para a unidade destinada unicamente para vazão, nesse caso, a vazão zero seria representada por 0 Hz e 4 mA. A vazão total ou 100 GPM seria 1,000 Hz e 20 mA, ao passo que uma vazão média de 50 GPM seria expressa como 500 Hz e 12 mA.
A saída de 4-20 mA é calibrada na fábrica e não deve exigir qualquer ajuste. Se for necessário fazer pequenos ajustes no Conversor Analógico-Digital (DAC, sigla em inglês), por exemplo, em virtude do acúmulo de perdas de linha, devido ao tamanho dos cabos de saída, podem ser utilizadas CAL 4 mA e CAL 20 mA.
CAL 4 MA – 4 mA Dados de Calibração do DAC (valor) CAL 20 MA – 20 mA Dados de Calibração do DAC (valor)
Os dados de CAL 4MA e CAL 20 MA permitem ajustes finos no "zero" e no total da saída de 4-20 mA. Para ajustar as saídas, deve-se usar um amperímetro ou uma referência confiável para a saída de 4-20 mA.
NOTA: A calibração do ajuste de 20 mA é feita de forma bem parecida com o ajuste de 4 mA.
NOTA: Os dados de CAL 4 mA e CAL 20 mA não devem ser usados para tentar configurar a variação de 4-20 mA. Para essa finalidade, use FL 4mA e FL 20 mA, conforme descrito acima.
Procedimento para Calibração de 4 mA:
1) Desconecte um lado do loop de corrente e conecte o amperímetro em série (desconecte qualquer um dos fios nos terminais identificados como 4-20 mA Out ou Signal Gnd).
2) Usando as teclas de setas, aumente o valor numérico para passar a corrente do loop para 4 mA. Diminua o valor para passar a corrente do loop para 4 mA. Normalmente, os valores variam de 40 a 80.
3) De acordo com a necessidade, reconecte o circuito de saída de 4-20 mA.
Procedimento para Calibração de 20 mA:
1) Desconecte um lado do loop de corrente e conecte o amperímetro em série (desconecte qualquer um dos fios nos terminais identificados como 4-20 mA Out ou Signal Gnd).
2) Usando as teclas de setas, aumente o valor numérico para passar a corrente do loop para 20 mA. Diminua o valor para passar a corrente do loop para 4 mA. Normalmente, os valores variam de 3700 a 3900.
3) De acordo com a necessidade, reconecte o circuito de saída de 4-20 mA.
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CUIDADO
4-20 TST – 4-20 mA Teste de Saída (valor)
Permite que um valor simulado de vazão seja enviado a partir da saída de 4-20 mA. Ao incrementar esse valor, a saída de 4-20 mA transmite o valor de corrente indicado.
CH2 MENU – MENU 2 DO CANAL
O menu CH2 é usado para configurar opções de I/O (entrada/saída) específicas do modelo. A unidade destinada unicamente para vazão tem um conjunto de parâmetros diferente do conjunto do medidor de energia.
Alerta: É possível definir opções relativas ao medidor destinado unicamente para vazão quando houver um medidor de energia presente. O oposto também pode ser feito. Deve-se escolher o tipo de menu apropriado para o medidor que está sendo usado. Se esse alerta for desconsiderado, as leituras de saída ou do medidor serão imprevisíveis.
Opções do Canal 2
CH2 Menu – Opções de I/O do Canal 2 (opção)
RTD – Valores de Entrada para Medidores de Energia (valores) CONTROL/HZ – Opções de Saída de Medidores Destinados Unicamente para Vazão
Opções de Medidor de Energia
RTD – Valores de Calibração (valor)
RTD1 A Valor de Calibração para RTD1 A RTD1 B Valor de Calibração para RTD1 B RTD2 A Valor de Calibração para RTD2 A RTD2 B Valor de Calibração para RTD2 B
As entradas de dois sensores de temperatura RTD, 1.000 Ohms, de platina, permitem a medição do uso de aquecimento ou resfriamento.
Os valores usados para calibrar os sensores de temperatura RTD são atribuídos em laboratório e são específicos do RTD e do circuito eletrônico ao qual o RTD está conectado. Os RTDs de novas unidades são equipados com os valores de calibração que já foram registrados no medidor de energia e não deve haver qualquer necessidade de alterá-los.
Os RTDs podem ser substituídos em campo, bastando para tanto utilizar o teclado ou o software. Se os RTDs foram adquiridos do fabricante, então, já vêm com os valores de calibração que precisam ser carregados no medidor de energia.
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RTDs PARA MONTAGEM EM SUPERFÍCIE
RTDs DE IMERSÃO
externo)
externo)
RTDs novos e não calibrados deverão ser cali bra dos no ca mpo,utilizando banho de gelo e de água fervente para atribuir os valores de calibração. Esse procedimento encontra-se destacado no Anexo deste manual.
FDT-40-RTD1 Conjunto de dois, temperatura máxima de 200 °C (cabo de
seis metros)
FDT-40-RTD2 Simples, 3 polegadas (75 mm), 0,25 polegadas de diâmetro
FDT-40-RTD3 Simples, 6 polegadas (150 mm), 0,25 polegadas de diâmetro
TABELA 4.5 – RTDs
Opções para Medidores Destinados Unicamente para Vazão
Duas saídas independentes, de transistor de coletor aberto, são incluídas no modelo destinado unicamente para vazão. Cada saída pode ser configurada de forma independente em relação a um dos seguintes itens:
CONTROL/HZ – Opções de Controle (opção)
Para programar, selecione Control 1 ou Control 2
TOTALIZAR – Opções de Saída do Totalizador
TOT MULT – Multiplicador do Totalizador (valor)
Define o valor do multiplicador aplicado à saída de pulso totalizadora.
FLOW – Opções de Saída de Alarme para Vazão
FLOW – Valores de Alarme para Vazão
ON (valor)
Define o valor no qual a saída de alarme será LIGADA.
OFF (valor)
Define o valor o qual a saída de alarme será DESLIGADA.
SIG STR – Opções de Alarme para Intensidade de Sinal
SIG STR – Valores de Alarme para Intensidade de Sinal
ON (valor)
Define o valor no qual a saída de alarme será LIGADA.
OFF (valor)
Define o valor o qual a saída de alarme será DESLIGADA.
ERROS
Saídas para alarme em qualquer condição de erro. Veja Tabela de Erros no Anexo deste manual.
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NENHUM
Saídas para alarme desabilitadas.
NOTA: As opções de configuração, ta nto par a CONTROL 1 quanto para CONTROL 2 têm com o ba se o mesmo menu. Para que você possa ter uma visão completa das opções do menu, veja o Mapa do Menu no Anexo deste manual.
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SEN MENU – MENU DO SENSOR
O SEN MENU permite acessar os vários tipos de transdutores com os quais o medidor consegue trabalhar. É extremamente importante selecionar os transdutores certos, juntamente com a montagem (XDCR MNT) e a frequência (XDCR HZ) do transdutor para assegurar o perfeito funcionamento do medidor.
SEN MENU – Menu de Seleção do Transdutor (opção)
FDT-47
Utilizado em tubos de duas polegadas (51 mm) de diâmetro ou superior.
(máximo de 250°F/121°C)
FDT-47-HT
Versão do FDT-47 para alt a temperatura
(máximo de 350°F/177°C)
FDT-48
Utilizado em tubos de 24 polegadas (600 mm) de diâmetro ou superior.
(máximo de 250°F/121°C) Para tubos com diâmetro de 24" (600 mm) ou superior, recomendamos os transdutores FDT-48 com frequência de transmissão de 500 KHz.
Também pode ser vantajoso o uso dos transdutores FDT-48 em tubos com diâmetros variando entre 4" e 24", quando houver aspectos menos quantificáveis como lama, tuberização, carepa, revestimento de borracha, revestimento plástico, argamassa espessa, bolhas de gás, sólidos suspensos e emulsões, ou em tubos que, provavelmente, estejam parcialmente enterrados, em cujo caso uma montagem em V seria necessária, ideal, etc.
TUBOS DE COBRE
São usados com os transdutores para tubos pequenos, a saber, FDT-41-CP até FDT-46-CP e FDT-41-CP-HT até FDT-46-CP-HT. FDT-41-CP até FDT-46-CP (máximo de 185°F/85°C), FDT-41-CP-HT at é FDT-46-CP-HT (máximo de 250°F/121°C).
TUBOS ANSI
São usados com os transdutores para tubos pequenos, a saber, FDT-41-ANSI até FDT-46-ANSI e FDT-41-ANSI-HT até FDT-46-ANSI-HT. FDT-41-ANSI até FDT-46-ANSI (máximo de 185°F/85°C), FDT-41-ANSI-HT até FDT-46-ANSI-HT (máximo de 250°F/121°C).
ENCANAMENTO
Usado com transdutores para tubos pequenos, a saber, FDT-41-T até FDT-46-T e FDT-41-T-HT até FDT-46-T-HT. FDT-41-T até FDT-46-T (máximo de 185°F/85°C), FDT-41-T-HT até FDT-46-T-HT (máximo de 250°F/121°C).
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SEC MENU – MENU DE SEGURANÇA
O menu SEC MENU permite acessar funções dos medidores que talvez devam ser protegidas contra alterações.
SEC MENU – Menu de Seleção de Função de Segurança
TOT RES – Reiniciar Totalizador (opção)
SIM NÃO
Reinicia, zerando a totalização exibida na tela de LCD.
SYS RES – Reinicialização do Sistema (opção)
SIM NÃO
Reinicia o microprocessador do medidor de vazão. Isso ocorre de forma análoga a quando o medidor de vazão é desligado.
CH PSWD? – Alterar Senha (valor)
0 – 9999
O dispositivo sai da fábrica com a senha configurada para 0000. Se for configurada para 0000, a função de senha é desabilitada. Ao alterar a senha, de 0000 para qualquer outro valor (entre 0001 e 9999), os parâmetros de configuração deixarão de ser acessíveis, a não ser que o usuário digite o valor da senha quando a mesma for solicita da. Se o v alor da senha for deixado em 0000, nenhuma segurança será efetivada e qualquer alteração não autorizada poderá ser feita. O acesso à reinicialização do totalizador também é protegido por senha. Se a senha for perdida ou esquecida, entre em contato com o fabricante para obter uma senha universal, a fim de desbloquear o medidor.
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SER MENU – MENU DE SERVIÇOS
O menu SER MENU permite acesso aos valores de configuração do medidor, que talvez devam ser revistos em virtude de condições específicas da aplicação. Além disso, permite acesso a informações que são muito úteis na identificação e depuração de erros.
SER MENU – Menu de Serviços
SSPD MPS – Velocidade do Som em Líquidos (metros por segundo) (dados informados pelo firmware) SSPD FPS – Velocidade do Som em Líquidos (pés por segundo) (dados informados pelo firmware)
O medidor de vazão calcula a velocidade real do som no líquido que está sendo medido. O cálculo dessa velocidade irá variar, dependendo da temperatura, pressão e da composição do fluído.
As velocidades do som no líquido, que variam em ±10% do líquido especificado no BSC MENU, são compensadas pelo medidor. Se esse percentual de variação for excedido, a tela exibirá o código de erro 0011 e, nesse caso, a velocidade do som no líquido deverá ser corrigida.
O valor indicado na medição do SSPD deverá estar entre 10% do v alor in formado/indicado no item FLUID SS do BSC MENU. (O valor do SSPD não pode ser editado.) Se o valor real medido for significativamente diferente (>±10%) do valor do FLUID SS do BSC MENU, essa seria uma típica indicação da existência de problema na configuração do instrumento. Informações tais como FL TYPE, PIPE OD ou PIPE WT podem conter erro, o tubo pode não estar totalmente redondo ou o espaçamento entre os transdutores pode não esta correto.
A Tabela 4.6 lista os valores da velocidade do som na água, sob diversas temperaturas. Se o medidor está medindo a velocidade do som na faixa de 2% dos valores da tabela, então, a instalação e a configuração do instrumento estão corretas.
Temperatura Velocidade
°C °F MPS FPS °C °F MPS FPS °C °F MPS FPS
0 32 1402 4600 80 176 1554 5098 160 320 1440 4724 10 50 1447 4747 90 194 1550 5085 170 338 1412 4633 20 68 1482 4862 100 212 1543 5062 180 356 1390 4560 30 86 1509 4951 110 230 1532 5026 190 374 1360 4462 40 104 1529 5016 120 248 1519 4984 200 392 1333 4373
Temperatura Velocidade
Temperatura Velocidade
50 122 1543 5062 130 266 1503 4931 220 428 1268 4160 60 140 1551 5089 140 284 1485 4872 240 464 1192 3911 70 158 1555 5102 150 302 1466 4810 260 500 1110 3642
TABELA 4.6 – VELOCIDADE DO SOM NA ÁGUA
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SIG STR – Intensidade do Sinal (dados informados pelo firmware)
O valor de SIG STR é uma indicação relativa da quantidade de ultrassom produzida do transdutor de transmissão para o transdutor de recepção. A intensidade do sinal é uma mistura das medições do tempo de trânsito esotérico reduzida a uma útil referência geral.
A medição da intensidade do sinal auxilia o pessoal de manutenção a identificar e tratar erros do sistema de medição. Em geral, podemos esperar que a intensidade do sinal será maior do que 5, em um tubo cheio, com os transdutores adequadamente montados. As leituras de intensidade de sinal que ficarem abaixo de 5 indicam que é necessário optar por outro método de montagem dos transdutores ou que a informação sobre o di âmetro do tubo está errada.
Uma intensidade de sinal inferior ao valor de Corte de Sinal Baixo (SIG C-OF) gera o erro 0010 (Baixa Intensidade de Sinal) e, portanto, será preciso fazer alguma alteração no valor do SIG-OF ou na montagem do transdutor.
NOTA: Se a unidade for configurada para exibir os valores do totalizador, a tela irá alterna entre ERROR 0010 e o valor do totalizador.
As leituras de intensidade de sinal que ficarem acima de 98 podem constituir indicativo de que talvez seja necessário empregar um estilo de montagem utilizando uma extensão mais longa. Por exemplo, os transdutores foram montados em V em um tubo de PVC de três polegadas de diâmetro e isso fez com que a leitura da intensidade do sinal ficasse acima de 98, altere o estilo de montagem para W, a fim de obter maior estabilidade nas leituras.
Visto que a intensidade de sinal não constitui uma indicação "absoluta" do funcionamento do medidor, não há vantagem real de uma intensidade de sinal de 50 sobre uma intensidade de 10.
TEM P 1 – Temperatura de RTD 1 (dados informados pelo firmware a °C)
Quando RTD é selecionado a partir do menu CH2 e os RTDs são conectados ao medidor de energia, o firmware exibe a temperatura medida pelo RTD 1 em °C.
TEM P 2 – Temperatura de RTD 2 (dados informados pelo firmware a °C)
Quando RTD for selecionado a partir do menu CH2 e os R TDs são c onect ados ao medidor de energia, o firmware exibe a temperatura medida pelo RTD 2 em °C.
TEMPDIFF – Diferença de Temperatura (dados informados pelo firmware em °C)
Quando RTD é selecionado a partir do menu CH2 e os RTDs são conectados ao medidor de energia, o firmware exibe em °C a diferença da temperatura medida entre RTD 1 e RTD
2.
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Vazão substituta = 100
100 x vazão máxima
Vazão máxima – vazão mínima
SIG C-OF – Corte de Sinal Baixo (valor)
0,0 – 100,0
O SIG C-OF é usado para levar o medidor de vazão e suas saídas para o estado de SUB FLOW (vazão substituta, conforme descrito anteriormente), caso ocorram condições que
provoquem baixa intensidade de sinal. Em geral, intensidades de sinal abaixo de 5 não são adequadas para uma medição de vazão confiável, de modo que a configuração mínima para SIG C-OF deverá ser de 5. Uma boa prática é ajustar o SIG C-OF para, aproximadamente, de 60% a 70% da intensidade de sinal real máxima medida..
NOTA: O padrão de "Corte de Sinal Baixo" de fábrica é 5.
Se a intensidade do sinal medido ficar abaixo do que o ajustado para SIG C-OF, então, a tela do medidor exibe o erro 0010 até que a intensidade do sinal medido fique acima do valor de corte.
Uma indicação de intensidade de sinal abaixo de 2 é considerada como se não houvesse qualquer sinal. Verifique se o tubo está cheio de líquido, se os parâmetros do diâmetro do tubo e líquido foram corretamente informados e se os transdutores foram montados da forma correta. Líquidos com alto nível de oxigenação também são fontes de sinal com baixa intensidade.
SUB FLOW – Vazão Substituta (valor)
0,0 – 100,0
A vazão substituta (SUB FLOW) é o valor que a tela das saídas analógicas e da taxa de vazão exibe toda vez que ocorrer condição de erro no medidor de vazão. O valor de ajuste costumeiro para esse dado é aquele que fará o instrumento exibir v azão zero toda vez que ocorrer condição de erro.
A vazão substituta é configurada como percentual entre MIN RATE e MAX RATE. Em sistemas unidirecionais, em geral, esse valor é ajustado para zero, a fim de indicar vazão zero durante ocorrência de erro. Em sistemas bidirecionais, o percentual pode ser ajustado de tal forma que a tela irá exibir zero toda vez que ocorrer algum erro. Para calcular onde o valor de vazão substituta deverá ser ajustado em um sistema bidirecional, faça o seguinte cálculo:
A TABELA 4.7 mostra algum ajustes costumeiros para conseguir "Zero" em relação às configurações de MIN RATE e MAX RATE.
* É NECESSÁRIO USAR O SOFTWARE PA RA AJUSTAR OS VALORES FORA DA VARIAÇÃO 0.0 -
100.0
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AJUSTE
SUBSTITUTA
0.0
1,000.0
0.0
0.000
AJUSTE
TAXA MÍNIMA
AJUSTE TAXA
MÁXIMA
VAZÃO
LEIT URA NA TELA
QUANDO HOUVER ERRO
-500.0 500.0 50.0 0.000
-100.0 200.0 33.3 0.000
0.0 1,000.0 -5.0* -50.00
TABELA 4.7 – MODELO DE LEITURAS DE VAZÃO SUBSTITUTA
SET ZERO – Ajuste do Ponto Zero de Vazão (opção)
NÃO SIM
Visto todo medidor de vazão é apresenta uma ligeira diferença em termos de instalação e considerando que as ondas sonoras podem viajar de formas igualmente ligeiramente diferentes em virtude dos diversos tipos de instalação, é importante excluir a compensação de zero na vazão zero, a fim de manter a exatidão do medidor. Isso pode ser feito, utilizando esse dado para definir a vazão "zero" e eliminar a compensação.
Procedimento:
1) O tubo deve estar cheio de líquido.
2) A vazão deve ser zero absoluto – feche totalmente todas as válvulas e dê algum tempo até que ocorra qualquer acomodamento.
3) Pressione ENTER e use as teclas ▲▼ para que a tela exiba YES.
4) Pressione ENTER.
D-FLT 0 – Ajustar o Ponto Zero Padrão (opção)
NÃO SIM
Se não for possível interromper a vazão de um sistema de tubulação, a fim de permitir a execução do procedimento SET ZERO descrito anteriormente ou quando um "zero" equivocado for capturado – algo que pode ocorrer se o SET ZERO for conduzido com fluido corrente –, então, nesse caso, deve-se usar o zero padrão de fábrica. Para usar a função D-FLT 0, simplesmente, pressione ENTER e, então, pressione uma das teclas  para exibir YES na tela e, na sequência, pressione ENTER.
O zero padrão informa um zero (0) no firmware, em vez da compensação de zero real informado por meio do procedimento de SET ZERO.
COR FTR – Fator de Correção (valor)
0,500 – 1,500
Essa função pode ser usada para fazer com que o medidor de vazão concorde com um medidor diferente ou com um medidor de referência, aplicando um fator/multiplicador de
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correção às leituras e saídas. Um sistema calibrado na fábrica deve ser ajustado para
1.000. A faixa de ajustes para esse dado é de 0,500 a 1.500. Os exemplos a seguir descrevem dois usos para o dado COR FTR:
1) O medidor indica uma tax a de vazão 4% maior do que o indicado por outro medidor localizado na mesma tubulação. Para fazer com que o FDT-40 indique a mesma taxa de vazão que o outro medidor, informe um COR FTR de 0,960, a fim de reduzir as leituras em 4%.
2) Um tubo para o transporte de água e que não apresenta características totalmente redondas está fazendo com que o medidor de vazão indique uma medição da velocidade do som que é 7,4% mais alta do que o valor da Tabela 4.5. A condição desse tubo fará com que o medidor de vazão indique taxas de vazão 7,4% mais baixas do que a vazão real. Para corrigir as leituras de vazão, digite 1,074.
DPS MENU – MENU DA TELA
Os parâmetros do me nu DISPLAY controlam o que é mostrado na tela e a taxa na qual os itens exibidos se alternam (tempo de permanência).
Display Submenu – Opções de Tel a
DISPLAY – Tela (opção)
VAZÃO TOTAL AMBOS
O medidor de vazão só exibe a taxa de vazão, com o DISPLAY configurado para FLOW. Portanto, a exibição não é da vazão total. O medidor só exibe a vazão total com DISPLAY configurada para TOTAL e, nesse, caso não exibirá a taxa de vazão. Ao selecionar BOTH, a tela alterna entre FLOW e TOTAL em intervalos selecionados em SCN DWL (veja abaixo).
Total Submenu – Opções do Totalizador
TOTAL – Opções do Totalizado (opção)
POS – Apenas Vazão Posi tiva NEG – Apenas Vaz ão Negativa NET – Vazão Líquida BATELADA – Modo Batelada
Selecione POS para visualizar apenas o total da direção positiva. Selecione NEG para visualizar apenas o total da direção negativa. Selecione NET para a exibição a diferença líquida entre as direções positiva e negativa.Selecione BATCH para configurar o totalizador para contar até o valor que for informado como BTCH MUL. Depois de atingir o valor BTCH MUL, a tela volta a exibir zero e repete a contagem até chegar ao valor de BTCH MUL.
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Exibir Tempo de Permanência
SCN DWL – Tempo de Permanência (valor)
1 a 10 (em segundos)
O ajuste do SCN DWL define o intervalo de tempo durante o qual a tela continuará exibindo em FLOW para, alternadamente totalizar (TOTAL) os valores quando BOTH for escolhido a partir do submenu da tela. Esse ajuste varia de 1 a 10 segundos.
Quantidade de Batelada do Totalizador
BTCH MUL – Multiplicador de Batelada (valor)
Se a opção for por BATCH para o modo de totalização, deverá ser informado um valor para o acúmulo da batelada, que é o valor até o qual o totalizador irá acumular antes de zerar e repetir o acúmulo. Esse valor inclui quais expoentes que foram informados no BSC MENU como TOTAL E.
Por exemplo:
1) Se BTCH MUL f or configur ada para 1. 000, R AT E U N T para LITTERS e TO TL E para E0 (liters x 1), então o totalizador da batelado irá acumular até 1.000 litros, retornando a zero e repetindo indefinidamente. O totalizador faz incrementos de um valor a cada litro que passa.
2) Se BTCH MUL f or configur ada para 1. 000, R AT E U N T para LITTERS e TO TL E para E2 (liters x 100), então o totalizador da batelado irá acumular até 100.000 litros, retornando a zero e repetindo indefinidamente. O totalizador fará incrementos de um valor a cada cem litros que passarem.
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PA RTE 5 – SOFTWARE
INTRODUÇÃO
O medidor de vazão pode ser usado juntamente com o software como complemento ou substituto do teclado para programação. O software é usado para configurar, calibrar e fazer a comunicação com essa família de medidores de vazão. Além disso, o software disponibiliza inúmeras ferramentas de diagnóstico com as quais é possível identificar e, facilmente, solucionar problemas.
O objetivo desse software é permitir que o medidor de vazão seja capaz de configurar, calibrar e depurar todas as suas famílias de medidores de vazão. Pode-se conectar um computador ao medidor de vazão, utilizando um cabo padrão USB, comum à maioria dos computadores.
REQUISITOS DO SISTEMA
O software precisa de um computador, tipo pessoal, com sistema operacional Windows 98, ME, 2000, NT, XP, Vista
®
ou 7, além de uma porta USB.
INSTALAÇÃO
1) Pressione o ícone "INICIAR" do Windows e escolha "RODAR". Assim que abrir a caixa de diálogo, pressione o botão "NAVEGAR" até encontrar o arquivo USP_Setup.exe e, então, dê um duplo clique nesse arquivo.
2) Na sequência, o USP S etup, automaticamente, extrai e instala o programa no disco rígido. Se você desejar, poderá copiar o ícone do USP para área de trabalho.
NOTE: Se uma versão anterior desse software tiver sido instalada, desinstale essa versão antes de instalar uma nova versão. Ao instalar uma nova versão, o sistema pedirá permissão para, automaticamente, remover a versão anterior e instalar a nova. Para desinstalar manualmente, utilize o aplicativo Adicionar/Remover Programas do Windows
NOTA: Na maioria dos casos, você terá de reiniciar o computador depois de concluir com sucesso a instalação de um programa..
®
.
INICIALIZAÇÃO
®
1) Conecte a extremidade B do cabo USB A/B (P.N. FDT-40-PC-CABLE) à porta USB dos medidores e a extremidade A à porta USB do computador.
NOTE: É aconselhável que o medidor de vazão seja ligado na energia antes de rodar este software. NOTA: Enquanto o cabo USB estiver conectado, as saídas RS485 e de frequência permanecem
desabilitadas.
2) Dê um duplo clique no ícone USP. A primeira tela que aparece é o modo "RUN" (veja Figura 5.1), que contém informações em tempo real referentes a taxa de vazão, totais, intensidade do sinal, status da comunicação e o número de série do medidor de vazão. O indicador COMM, no canto direito inferior, indica que a
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conexão serial está ativa. Se aparecer o termo ERROR em vermelho na caixa COMM, clique em "Communications" na barra de menu e selecione "Initialize". Escolha a porta COM apropriada e o RS232/USB Com Port Type (tipo de porta com). Assim que aparecer um OK verde no canto inferior direito da tela do computador , o sistema verifica se a comunicação está funcionando, ao passo que o indicador "Last Update" (última atualização), na área de texto, no lado esquerdo da tela, muda de vermelho para relógio ativo.
FIGURA 5.1 – TELA DE DADOS
O menu suspenso de configuração tem seis telas que são usadas para controlar como o medidor de vazão é configurado e responde a diversas condições de vazão. A primeira tela que aparece depois de clicar em Configuration (configuração) é a tela Básica. Veja Figura 5.2.
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A ABA BASIC
Geral
O título geral permite ao usuário selecionar o sistema de medição para a configuração do medidor, ou seja, English ou Metric. O usuário poderá, também, escolher uma configuração de diâmetro de tubo, dentre as as inúmeras que disponíveis no menu suspenso Standard. Se as medições do tubo f orem informadas em polegadas, selecione English, caso contrário, se opção for para milímetros, selecione Metric. Se as infor mações em General forem alteradas em relação às que estão disponíveis quando o instrumento é ligado, clique em Download, na parte inferior direita da tela e desligue e religue o medidor de vazão.
Ao utilizar uma alternativa do menu suspenso Standard Configurations, você pode selecionar uma das opções do menu, de acordo com as seguintes diretrizes:
1) Selecione o tipo de transdutor e o tamanho do diâmetro do tubo a ser usado. O firmware informa, automaticamente, os valores corretos referentes a diâm etro e tipo do tubo. Todo parâmetro informado, a não ser no caso de Units, MODBUS Address, Standard Configurations, Frequency, Flow Direction e capacidade de calor Specific do fluido, ficará indisponível atrás de uma caixa sombreada.
2) Retorne ao menu suspenso Standard Configurations e selecione Custom. Assim que você optar por Custom, as opções anteriormente sombreadas se tornar disponíveis para edição.
3) Faça quaisquer alterações à configuração Basic que julgar necessário e pressione Download.
4) Para certificar-se de que as alterações na configuração vão ser efetiv adas, desligue e religue o transmissor.
Sob o título General, há um c ampo para i nformar um MODBUS Address. Se o medidor de vazão for usado em rede multidrop RD485, ele deverá receber um endereço numérico exclusivo. Você pode escolher esse endereço exclusivo nessa caixa.
NOTA: Esse endereço não configura o endereço de ModBus TC/IP, Ethernet/IPTM e endereço BACnet Ethernet.
NOTA: Não confunda o MODBUS Address com o "Device Addres", conforme se pode ver no canto superior esquerdo da tela. O Device Addr é incluído para fins de compatibilidade reversa da primeira geração de medidores de vazão. O Device Addr não tem qualquer função e não muda quando for usado com esta família de medidores de vazão.
®
.Para esse tipo de configuração, acesse a interface baseada na Web, que está integrada à porta
Transdutor
Em Transducer Type, você pode selecionar o transdutor que será conectado ao medidor de vazão. Selecione o tipo correto de transdutor na list a su spensa. Essa sel eção influencia tanto o espaçamento entre os transdutores quanto o desempenho do medidor de vazão, de modo que a seleção deverá ser feita da forma correta. Se você não tiver certeza quanto
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ao tipo de transdutor ao qual o medidor de vazão será conectado, consulte a lista de embarque ou ligue para a Omega e solicite suporte.
NOTA: Qualquer mudança do Tipo de Transdutor gera um Erro de Configuração do Sistema (1002: Sys Config Changed). Esse tipo de erro desaparece quando o microprocessador for reiniciado ou quando o medidor de vazão for desligado e religado.
Em Transducer Mount, você seleciona a orientação dos transdutores na tubulação. Veja a Parte 2 deste manual e a Tabela 2.2 para obter informações det alhadas sobre os modos de montagem do transdutor para determinadas características de tubo e líquido. Toda vez que houver alteração em Transducer Mount, deverá ser feito o download, o microprocessador deverá ser reiniciado ou o medidor de vazão desligado e religado.
FIGURA 5.2 – ABA BASIC
Em Transducer Frequency, você pode selecionar a frequência de transmissão para os vários tipos de transdutor que podem ser utilizados. Em geral, quanto maior for o diâmetro do tubo, mais lenta deverá ser a frequência de transmissão, a fim de obter um bom sinal.
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Frequência
Transdutores
Modos de
Transmissão
Tamanho e Tipo
do Tubo
tubulação de 2"
Para tubos de 2"ANSI e tubos
Selecionado pelo
Específico para o Temperatura padrão e alta
W, V e Z
2" ou maior
2 MHz
1 MHz
500 KHz
Para todo os tubos entre ½" e 1½", tubos pequenos e
de cobre
Para tubos de grandes diâmetros
Selecionado pelo
firmware
firmware
Específico para o transdutor
transdutor
W, V e Z 24" ou superior
TABELA 5.1 – FREQUÊNCIAS DO TRANSDUTOR
Transducer Spacing é um valor calculado pelo firmware do medidor de vazão que leva
em conta tubo, líquido, transdutor e as informações de montagem. Esse espaçamento se adapta à medida que esses parâmetros são alterados. O espaçamento é dado em polegadas, caso English tenha sido a opção, ou em milímetros, caso a opção tenha sido por Metric. Esse valor refere-se à distância linear que deve existir entre as marcas de alinhamento dos transdutores. A seleção do estilo de montagem correto não é totalmente previsível e, muitas vezes, é um processo iterativo.
NOTA: Essa configuração se aplica apenas aos transdutore s FDT-47, FDT-48, de FDT-47-HT.
Em Transducer Flow Direction, você pode alterar a direção que, para o medidor, é para frente. Ao montar medidores com transdutores integrais, essa características permite que os transdutores a montagem e a jusante sejam invertidos "eletronicamente", não sendo necessária a montagem da tem de cabeça para baixo.
Seleciona-se Pipe Material a partir da list a suspensa. Se o material do tubo não estiver na lista, seleciono "Other" (outr o) e inform e o material correto , a Sound Speed (velocidade do som) e a Roughness (rugosidade) do tubo (boa parte dessa informação encontra-se disponível em www.ondacorp.com/tecref_acoustictable.html)
para o cálculo da rugosidade
relativa do tubo.
Tanto Pipe O.D. quanto Wall Thickness (espessura da parede) se baseiam nas dimensões físicas do tubo no qual os transdutores serão montados. Informe esse valor em polegadas, caso a opção tenha sido por English, ou em milímetros, se a opção tenha sido por Metric.
NOTA: Foram incluídos no Anexo deste manual alguns quadros listando os diâmetros mais comuns de tubos. É fundamental que os dados referente s a Pipe O.D. e espessura da p arede do tubo estejam corr etos,
a fim de garantir leituras exatas de medição de vazão.
O Liner Material (material de revestimento) é selecionado a partir da lista suspensa. Se o material do tubo não estiver na lista, seleciono "Other" (outro) e inform e o materi al correto do revestimento, a Sound Speed (velocidade do som) e a Roughness (rugosidade) do
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tubo (boa parte dessa informação encontra-se disponível em
www.ondacorp.com/tecref_acoustictable.html)
. Veja a página 45 para saber como são
feitos os cálculos de rugosidade relativa do revestimento do tubo.
O Fluid Type (tipo de fluido) é selecionado a partir de uma lista suspensa. Se o líquido não for encontrado na lista, selecione "Other"(outro) e informe, nas caixas apropriadas, a velocidade do som no líquido e a viscosidade absoluta. É necessário informar a Specific Gravity (gravidade específica) do líquido caso seja necessário fazer as medições de massa, ao passo que a Specific Heat Capacity (capacidade específica de calor) é necessária para as medições de energia.
ABA FLOW
A seleção de Flow Rate Units (unidades de taxa de vazão) é feita a partir da lista suspensa. Selecione tanto a unidade quanto o tempo desejados a partir das duas listas. Essa informação também inclui a seleção do Flow Rate Interval (intervalo de taxa de vazão) após o sinal.
As Totalizer Units (unidades totalizadoras) são selecionadas a partir da lista suspensa. Selecione uma unidade e um expoente totalizadores apropriados. Os expoentes totalizadores são expressos em notação científica e permitem ao totalizador de oito dígitos acumular grandes valores antes que totalizador faça a rolagem dos dados e c omece do zero novamente. A Tabela 4.4 mostra os valores em notação científica e seus respectivos equivalentes decimais.
FIGURA 5.3 – ABA FLOW
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MIN Flow (vazão mínima) refere-se ao ajuste de taxa mínima de vazão volumétrica informada para a definição de parâmetros de filtragem. Dados volumétricos vão estar disponíveis em Flow Rate Units. Para medições unidirecionais, configure Min Flow como zero. Para medições bidirecionais, configure Min Flow para a taxa de vazão negativa (reverso) esperada mais alta na tubulação.
Max Flow é a configuração da taxa máxima de vazão volumétrica informada para estabelecer os parâmetros de filtragem. Dados volumétricos vão estar em Flow Rate Units. Para medições unidrecionais, configur e Max Flow para a taxa de vazão mais alta (positiva) esperada para a tubulação. Para medições bidirecionais, configure Max Flow para a taxa de vazão mais alta (positiva) esperada para a tubulação.
Com Low Flow Cutoff taxas de vazão bem baixas (por exemplo, quando as bombas estão desligadas e as válvulas fechadas) podem ser exibidas como vazão zero. Normalmente, os valores informados variam entre 1,0% e 5,0% da faixa de vazão entre Min Flow e Max Flox.
O campo Low Signal Cutoff é usado para direcionar o medidor de vazão e suas saídas para o valor espec ificado no campo Substitute Flow, na ocorrência de qualquer condição que gere uma baixa intensidade de sinal. Normalmente, uma indicação de intensidade de sinal abaixo de 5 é considerada inadequada para uma medição confiável da vazão, de modo que, em geral, a configuração mínima p ara Low Signal Cutoff é 5. Uma boa prática é configurar o Low Signal Cutoff para, aproximadamente, 60% a 70% da real intensidade máxima de sinal, conforme medida.
NOTA: O padrão de fábrica para "Low Signal Cutoof" é 5.
Se a intensidade de sinal ficar abaixo do que foi configurado para Low Signal Cutoff, o sistema exibe na área de texto, à esquerda da tela do Data Display, a mensagem destacada em vermelho "Signal Strength too Low" (intensidade de sinal muito baixa), até que a intensidade do sinal seja maior do que o valor de corte.
Uma indicação de intensidade de sinal abaixo de 2 é considerada como ausência completa de sinal. Verifique se o tubo está cheio de líquido, se o diâmetro do tubo e os parâmetros do líquido foram digitados corretamente e se os transdutores foram montados de forma precisa. Líquidos com alto nível de oxigenação também levam a condições de baixa intensidade de sinal.
O Substitute Flow é um valor exibido pelas saídas analógicas e pela tela da taxa de vazão, indicando que ocorreu uma condição de erro no medidor de vazão. Normalmente, a configuração para esse item é um valor que faz o instrumento exibir vazão zero durante condição de erro.
O Substitute Flow é configurado como percentual entre Min Flow e Max Flow. Em sistemas unidirecionais, normalmente, esse valor é ajustado para zero, a fim de indicar vazão zero sob condição de erro. Em sistemas bidirecionais, o percentual poder ser ajustado de tal forma a exibir zero sob condição de erro. Para calcular onde o valor de
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Vazão substituta = 100
100 x Vazão Máxima
Vazão Máxima - Vazão Mínima
Substitute Flow deverá ser configurado em sistemas bidirecionais, utilize o seguinte cálculo:
Os dados informados nas abas Basic e Flow representam tudo que é necessário para as funções de medição de vazão do medidor . Se o u suário não vai mais utilizar as funções de entrada/saída, clique em Download para transferir a configuração para o instrumento FDT-40. Assim que o download da configuração for totalmente concluído, desligue e religue o medidor para garantir a efetivação das mudanças.
A ABA FILTERING
A aba "Filtering" (filtragem) contém diversos ajustes de filtragem para o medidor de vazão. Esses filtros podem ser configurados para harmonizar o desempenho dos tempos de resposta e da suavização de dados a determinada aplicação.
Na campo Time Domain Filter (filtro de domínio de tempo) (com faixa de 1 a 256) você pode ajustar o número de conjuntos de dados brutos (as formas de onda que são visualizadas na tela de diagnósticos [Diagnostics Screen] do software), calculando-se a média de todos eles juntos. Aumentar esse valor resulta em maior amortecimento (damping) dos dado e em lentidão do tempo de resposta do medidor de v azão. Em sentido
FIGURA 5.4 – ABA FILTERING
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inverso, quando esse valor é reduzido, reduz-se o tempo de resposta do medidor em relação a mudanças na taxa de vazão/energia. Esse filtro não é adaptativo, mas é sempre operacional em relação ao valor estabelecido.
NOTE: O medidor de vazão conclui a medição no prazo aproximado de 350 a 400 mS. O tempo exato depende do diâmetro do tubo.
No campo Flow Fi lter (amortecimento) você estabelece um valor máximo para o filtro adaptativo. Sob condições normais de vazão (vazão variando menos do que o Flow Filter Hysteresis), esse filtro adaptativo aumenta o número de leituras sucessivas de vazão, para cujos valores é calculada uma média até esse valor máximo. Se houver alterações fora do Flow Filter Hysteresis, o filtro se adapta, reduzindo o número de leituras médias, possibilitando uma reação mais rápida do medidor.
Aumenta-se o valor de amortecimento para aumentar a estabilidade das leituras da taxa de vazão. Os valores amortecidos são reduzidos para possibilitar ao medidor de vazão uma reação mais rápida a alterações nas taxas de vazão. Os ajustes de fábrica são indicados para a maioria das instalações. Aumentar esse valor pode levar a maior suavização de leituras estáveis de vazão e saídas.
No campo Flow Filter Hysteresis você pode criar uma janela em torno da leitura média de medição de vazão, possibilitando, dessa forma, pequenas variações na vazão, sem alterar o valor de amortecimento. Se a vazão variar nessa janela de histerese, haverá maior amortecimento na tela, até os valores máximos configurados no Flow Filter (Damping). O filtro também estabelece uma janela de taxa de vazão na qual as medições que são feitas fora da janela são examinadas pelo filtro Bad Data Rejection (rejeição de dados ruins). O dado é informado como percentual da taxa real de vazão.
Por exemplo, se a taxa média de vazão for 100 GPM e a Flow Filter Hysteresis for ajustada em 5%, estabelece-se uma janela de filtro de 95 a 105 GPM. O registro e a média de medições sucessivas de vazão são realizados de acordo com a configuração do Flow
Filter Damping. Leituras de vazão feitas fora da janela são retidas de acordo com o filtro Bad Data Rejection.
No campo Flow Filter MinHysteresis você define uma janela de histerese mínima, que é acionada com taxas de vazão abaixo de 0,25 FPS (0,08 MPS), onde a "of rate" da Flow Filter Hysteresis é m uito pequena e ineficaz. Esse valor é informado em pico-segundos (p sec) e é tempo diferencial. Se for necessário medir velocidades bem baixas de fluído, aumentar o valor de Flow Filter MinHysteresis pode aumentar a estabilidade da leitura.
No campo Flow Filter Sensitivity você pode configurar a velocidade com a qual o Flow Filter Damping se ajustará na direção positiva. Aumentar esse valor faz com que o amortecimento seja maior e mais rápido em comparação com valores mais baixos. A adaptação na direção negativa não pode ser ajustada pelo usuário.
O valor no campo Bad Data Rejection relaciona-se ao número de leituras sucessivas que devem ser medidas fora das janelas Flow Filter Hysteresis ou Flow Filter
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MinHusteresis antes do medidor de vazão usar esse valor de vazão. Valores maiores são informados no campo Bad Data Rejection quando for feita a medição de líquidos contento bolhas de gás, uma vez que essas bolhas tendem a perturbar os sinais ultrassônicos, gerando a ocorrência de leituras irrelevantes. Os valores do campo Bad Data Rejection tendem a tornar o medidor de vazão mais lento em relação a alterações rápidas da taxa de vazão corrente.
A ABA OUTPUT
Os dados informados na aba "Output" (saída) definem os parâmetros de entr ada e saída para o medidor de vazão. Selecione a função apropriada a partir do menu suspenso e pressione o botão "Download". Toda vez que uma função for alterada em relação à configuração de fábrica, o sistema exibe um erro de configuração (1002). Esse erro desaparece quando o microprocessador do medidor de vazão é reiniciado (clique no botão Reset Target em Communications/Commands) ou quando o medidor de vazão for desligado e religado. Assim que for selecionada a saída apropriada e o microprocessador for reiniciado, pode-se concluir a calibração e a configuração dos módulos.
FIGURA 5.5 – ABA OUTPUT
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CANAL 1 – CONFIGURAÇÃO 4-20 MA
NOTA: O 4-20 mA Output M enu ( Menu para Saída de 4-2 0 m A) apl ica-se a todas as versõe s de m edid or d e vazão e constitui a única opção de saída para o Channel 1.
O menu do Channel 1 (Canal 1) controla como a saída de 4-20 mA é estendida a todos os modelos e como a saída de frequência é estendida para o modelo destinado unicamente para vazão.
As configuração de vazão a 4 mA / 0 Hz e a 20 mA / 1.000 Hz são usadas para ajustar a extensão, tanto para a saída de 4-10 mA, quanto para a saída de frequência de 0-1.000 Hz nas versões destinado unicamente para vazão.
A saída de 4-20 mA é alimentada internamen te (fonte de corrente) e pode acomodar taxas de vazão/energia de negativa a positiva. Essa saída interage com, praticamente, todos os sistemas de gravação e registro, transmitindo uma corrente analógica proporcional à taxa de vazão do sistema. As configurações independentes de amplitude de 4 mA e 20 mA são definidas no firmware, utilizando as variações dos dados de medição de vazão. Esses dados pode ser definidos ao longo da faixa de v ariação do instrumento, de - 40 a + 40 FPS (-12 a +12 MPS). A resolução da saída é de 12-bits (4096 pontos discretos) e pode acionar até uma carga de 400 Ohms, desde que o medid or seja aliment ado por co rrente alternada. Caso contrário, se a alimentação for de corrente contínua, a carga fica limitada pela tensão de entrada fornecida pelo instrumento. A Figura 3.1 mostra as cargas de loop permitidas.
Vazão a 4 mA/0 Hz Vazão a 20 mA/1.000 Hz
Os dados para vazão a 4mA / 0 Hz e 20 mA são usados para definir a amplitude da saída analógica de 4-20 mA e a saída de frequência de versões destinadas unicamente para vazão. Esses dados são unidades de taxa volumétrica iguais às unidades volumétricas configuradas como RATE UNT e RATE INT, que já foram abordadas na Página 49.
Por exemplo, para ampliar a saída de 4-20 mA, de -100 GPM para +100 GPM, com 12 mA sendo 0 GPM, configure as entradas de vazão a 4 mA/ 0 Hz e 20 mA / 1.000 Hz conforme segue:
Vazão a 4 m A/0 Hz = -100,0 Vazão a 20 mA/1.000 Hz = -100,0
Se o medidor for do tipo destinado unicamente para vazão, essa configuração também definiria a amplitude para a saída de frequência. A -100 GPM, a frequência de saída seria de 0 Hz. A uma vazão máxima de 100 GPM, a frequência de saída seria de 1.000 Hz e, nesse caso, uma vazão zero seria representada por uma frequência de saída de 500 Hz.
Exemplo 2 – Para expandir a saída de 4-20 mA, de 0 GPM para +100 GPM com 12 mA sendo 50 GPM, configure os dados das vazões de 4 mA / 0 Hz e de 20 mA / 1,000 Hz conforme segue:
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Vazão a 4 mA/0 Hz = -0,0 Vazão a 20 mA/1.000 Hz = -100,0
Nesse caso, a vazão zero do medidor seria representada por 0 Hz e 4 mA. A vazão total ou 100 GPM seria de 1.000 Hz e 20 mA, ao passo que u ma v az ão média de 50 GPM seria expressa como 500 Hz e 12 mA.
A saída de 4-20 mA é calibrada na fábrica e não deve exigir qualquer ajuste. Se for necessário fazer pequenos ajustes no Conversor Analógico-Digital (DAC, sigla em inglês), por exemplo, em virtude do acúmulo de perdas de linha, devido ao tamanho dos cabos de saída, podem ser utilizadas a Calibration 4m A e Calibration 20 mA.
Calibração 4 mA – 4 mA Dados de Calibração do DAC (valor) Calibração 20 mA – 20 mA Dados de Calibração do DAC (valor)
Os dados de Calibration 4 mA e Calibration 20 mA permitem ajustes finos no "zero" e no total da saída de 4-20 mA. Para ajustar as saídas, deve-se usar um amperímetro ou uma referência confiável para a saída de 4-20 mA.
NOTA: A calibração do ajuste de 20 mA é feita de forma bem parecida com o ajuste de 4 mA.
NOTA: Os dados de Calibration 4 mA e Calibration 20 mA não devem ser usados para tentar configurar a
variação de 4-20 mA. Para essa finalidade, use Vazão a 4 mA / 0 Hz e vazão a 20 mA / 1.000 Hz, conforme descrito acima.
Procedimento de Calibração 4 mA
1) Desconecte um lado do loop de corrente e conecte o amperímetro em série
(desconecte qualquer um dos fios nos terminais identificados como 4-20 mA Out ou Signal Gnd).
2) Usando as teclas de setas, aumente o valor numérico para passar a corrente do
loop para 4 mA. Diminua o valor para passar a corrente do loop para 4 mA. Normalmente, os valores variam de 40 a 80.
3) De acordo com a necessidade, reconecte o circuito de saída de 4-20 mA.
Procedimento de Calibração 20 mA
1) Desconecte um lado do loop de corrente e conecte o amperímetro em série
(desconecte qualquer um dos fios nos terminais identificados como 4-20 mA Out ou Signal Gnd).
2) Usando as teclas de setas, aumente o valor numérico para passar a corrente do
loop para 20 mA. Diminua o valor para passar a corrente do loop para 4 mA. Normalmente, os valores variam de 3700 a 3900.
3) De acordo com a necessidade, reconecte o circuito de saída de 4-20 mA.
4-20 TST – 4-20 mA Teste de Saída (valor)
Permite que um valor simulado de vazão seja enviado a partir da saída de 4-20 mA. Ao incrementar esse valor, a saída de 4-20 mA transmite o valor de corrente indicado.
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CUIDADO
CHANNEL 2 – CONFIGUR AÇÃO DO RTD [DESTINADO UNICAMENTE A UNIDADES DE ENERGIA]
NOTE: O menu do Channel 2 é usado para configurar as opções de I/O específicas do modelo. O medidor destinado unicamente para vazão apresenta um conjunto de parâmetros diferente do conjunto do medidor de energia.
Alerta: É possível definir opções relativas ao medidor destinado unicamente para vazão quando houver um medidor de energia presente. O oposto também pode ser feito. Deve-se escolher o tipo de menu apropriado para o medidor que está sendo usado. Se esse alerta for desconsiderado, as leituras de saída ou do medidor serão imprevisíveis.
As entradas de dois sensores de temperatura RTD, 1.000 Ohms, de platina, permitem a medição de energia em sistemas de aquecimento ou resfriamento.
Os valores usados para calibrar os sensores de temperatura RTD são atribuídos em laboratório e são específicos do RTD. Os RTDs de novas unidades são equipados com os valores de calibração que já foram registrados no medidor de energia e não deve haver qualquer necessidade de alterá-los.
Os RTDs podem ser substituídos em campo, bastando para tanto utilizar o teclado ou o software. Se os RTDs foram adquiridos do fabricante, então, já vêm com os valores de calibração que precisam ser carregados no medidor de energia.
Procedimento para Calibração do RTD:
1) Informe os valores de calibração para os RTDs 1 A e B, seguidos dos RTDs 2 A e B.
2) Dê um duplo clique em Download para enviar os valores para a memória.
3) Desligue e religue o medidor de vazão para efetivar as mudanças.
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FIGURA 5.6 – ENTRADA DO CANAL 2 (TERMORRESISTÊNCIA)
É necessário calibrar em campo RTDs novos, sem calibração, bastando para tanto utilizar banho de gelo e água fervente para obter o valores de calibração. Esse procedimento é delineado no Anexo deste manual.
CANAL 2 – CONFIGURAÇÃO DA SAÍDA DE CONTROLE (UNICAMENTE PARA MEDIDORES DE VAZÃO)
Os medidores destinados unicamente para vazão são equipados com duas saídas independentes de transistor de coletor aberto. Cada saída pode ser configurada de forma independente para "Alarm" (alarme), em relação a um dos seguintes itens (veja Saída de
Alarme, na Parte 3, para obter detalhes sobre a saída).
Nenhum Batelada/Total Vazão Intensidade de sinal Erros
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FIGURA 5.7 – OPÇÕES DE SAÍDA DO CANAL 2
Nenhum
Todas as saídas de alarme estão desabilitadas
Batelada/Total
Multiplicador (Valor)
Esse é o valor até o qual o totalizador irá acumular antes de zerar e repetir o acúmulo. Esse valor inclui quais expoentes que foram informados no BSC MENU como TO TAL E (veja Saída de Alarme na Parte 3.
Vazão
ON (valor)
Define o valor no qual a saída de alarme muda de OFF (desligado) para ON (ligado).
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OFF (valor)
Define o valor no qual a saída de alarme muda de ON (ligado) para OFF (desligado).
Intensidade de sinal
ON (valor)
Define o valor no qual a saída de alarme muda para ON.
OFF (valor)
Define o valor no qual a saída de alarme muda para OFF.
Erros
Saídas de alarme sob qualquer condição de erro. Veja a Tabela de Erro no Anexo deste manual.
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CONFIGURAÇÃO DE ZERO E CALIBRAÇÃO
O software contém uma poderosa rotina de calibração multiponto que pode ser usada para calibrar o medidor de vazão com um padrão primário de medição parar determinada aplicação. Para iniciar a rotina de três passos, clique no botão "Calibration", localizado no topo da Data Screen (tela de dados). Com isso, aparece a tela, conforme Figura 5.8.
FIGURA 5.8 – PÁGINA DE CALIBRAÇÃO 1 de 3
Na primeira tela (Página 1 de 3), você define uma medição de taxa de vazão base zero para o instrumento.
Visto que toda instalação de medidores de vazão difere, ligeiramente, uma da outra, e considerando que as ondas sonoras podem viajar de formas também ligeiramente diferentes nas diferentes instalações, é importante remover a compensação de zero em taxa zero para manter a exatidão dos medidores. Você pode usar esta página para definir a vazão "Zero" e eliminar a compensação.
Para zerar o medidor de vazão:
1) Definia vazão zero no tubo (certifique-se de que o tubo está cheio de fluido, desligue todas as bombas e feche a válvula a seco). Aguarde a té que o int erval o de tempo delta mostrado em "Current Delta T" se estabilize (e, normalmente, bem próximo de zero).
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2) Clique no botão Set.
3) Clique no botão Next quando solicitado e, então, clique em Finish na tela de calibração.
O processo para zerar o medidor é essencial em sistemas que utilizam os conjuntos de transdutores FDT-41 a FDT-46 e FDT-41-HT a FDT-46-HT para garantir a exatidão.
O segundo passo (Página 2 de 3) do processo de calibração é a seleção das unidades de engenharia com as quais será feita a calibração. Selecione Flow Rate Units e clique no botão Next no rodapé da janela.
FIGURA 5.9 – PÁGINA DE CALIBRAÇÃO 2 DE 3
Confor me mo stra a Figura 5. 10, a página 3 de 3 permite que o medidor de vazão grave múltiplas taxas de vazão. Para calibrar determinado ponto, defina uma taxa de vazão estável e conhecida (confirmada por um instrumento de vazão primária de tempo real), informe a taxa real de vazão na janela da Figura 5.10 e clique no botão Set. Repita a operação para tantos pontos quantos forem necessários.
NOTA: Caso apenas dois pontos sejam usados (zero e extensão), é preferível usar a taxa de vazão mais alta, prevista sob condições normais de operação, como o ponto de calibração. Caso sejam coletados dados equivocados sobre o ponto, o ponto pode ser removido, bastando para tanto pressionar o botão "Edit", selecionar o ponto ruim e, então, selecionar "Remove".
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FIGURA 5.10 – PÁGINA DE CALIBRAÇÃO 3 DE 3
Valores de zero não são válidos para dados de linearização. O z ero do me dido de vazão é informado na Página 1 de 3. Caso você tente configurar um ponto de calibração zero, o sistema imprime a seguinte mensagem de erro:
Assim que todos os pontos tiverem sido informados, pressione o botão Finish.
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TELA "TARGET DBG DATA" – DEFINIÇÕES
1) Calc Count – Número de cálculos de vazão feitos pelo medidor, começando a partir do
momento no qual o medidor foi desligado e religado.
2) Sample Count – Número de amostras que estão sendo retiradas em um segundo.
3) Raw Delta (ƞs) – Quantidade real de tempo necessário para que o pulso ultrassônico
atravesse o tubo.
4) Course Delta T – Essa série de medidores
usa duas formas de onda. A grosseira, usada para encontrar o melhor retardo e outras medições de temporização, e a fina, usada para a medição da vazão.
5) Gain – Quantidade de amplificação de
sinal aplicada ao pulso ultrassônic o refletido para torná-lo legível pelo processador de sinal digital.
6) Gain Setting/Waveform Power – O
primeiro número representa o ajuste de ganho do potenciômetro digital (controlado automaticamente pelo circuito AGC). Números válidos são de 1 a 100. O segundo número é fator de potência da onda que está sendo usada. Por exemplo, "8" indica que 1/8 da forma de onda está sendo usado.
7) Tx Delay – A quantidade de tempo que o transdutor transmissor tem de esperar pelo
transdutor receptor para reconhecer um sinal ultrassônico, antes de o transmissor iniciar outro ciclo de medição.
8) Flow Filter – O valor da corrente do filtro adaptativo.
9) SS (Min/Max) – Os níveis mínimo e máximo de intensidade de sinal encontrados pelo
medidor, começando assim que o medidor foi desligado e religado.
10) Signal Strength State – Indica se os valores mínimo e máximo de intensidade do sinal
estão dentro de uma janela de intensidade de sinal pré-programada.
11) Sound Speed – A velocidade real do som que está sendo medido pelo transdutor neste
exato momento.
12) Reynolds – Número que indica o nível de turbulência no fluido. Os números Reynolds
de 0 a 2000 são considerados vazão laminar. Os números entre 2000 e 4000 são considerados de transição, entre vazão laminar e turbulenta, ao passo que números superiores a 4000 indicam vazão turbulenta.
13) Reynolds Factor – Valor aplicado ao cálculo da vazão para corrigir variações nos
números Reynolds.
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GRAVANDO AS CONFIGURAÇÕES DO MEDIDOR EM UM COMPUTADOR
Todas as configurações do medidor de vazão podem ser salvas a partir da tela "Configuration". Selecione o botão "File Save" localizado no canto inferior esquerdo da tela e nomeie o arquivo. Os arquivos são salvos na extensão .dcf e podem ser transferidos para outros medidores de vazão ou podem ser recuperados, caso o mesmo tubo venha ser inspecionado novamente ou quando diversos medidores são programados com os mesmos dados.
IMPRIMINDO UM RELATÓRIO DE CONFIGURAÇÃO DO MEDIDOR DE VAZÃO
Na barra de tarefas superior, selecione "File" e, depois, "Print" para imprimir uma folha contendo os dados da calibração/configuração para a instalação.
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ANEXO
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ESPECIFICAÇÕES
Sistema
Tipos de Líquidos Na maiori a, os líquidos lim pos ou líquido contendo pequenas quanti dades de sóli dos suspensos ou
bolhas de gás. Faixa de velocidade Bidirecional para medidores acima de 40 FPS (12 MPS) Exatidão da Vazão
Repetibilidade da vazão ±0,01% da leitura. Sensibilidade da vazão 0,01 FPS (0,003 MPS)
Exatidão da Temperatura (apenas medidores de energia
Repetibilidade de Temperatura
FDT-47/FDT-47-HT/FDT-48:
1% da leitura com taxas > 1 FPS (0,3 MPS); dentro de 0.01 FPS (0,003 MPS) entre 1 FPS (0,3 MPS) e dentro de 0.01 FPS (0,003 MPS) com taxas mais baixas.
FDT-41 até FDT-46 e FDT-41-HT até FDT-46-HT:
Unidades de 1" (25 mm) e de maior diâmetro, 1% da leitura de 10 a 100% da faixa de medição; dentro de 0.01 FPS (0.003 MPS) com taxas mais baixas. Unidades menores do que 1" (25 mm), 1% da escala total.
Opção A:
+32 a +122°F (0 a +50°C); Absoluta 0,22°F (0,12°C) Diferença 0,09°F (0,05°C).
Opção B:
+32 a +12°F (0 a +100°C); Absoluta 0,45°F (0,25°C) Diferença 0,18°F (0,1°C).
Opção C:
+40 a +350°F (-40 a +177°C); Absoluta 1,1°F (0,6°C) Diferença 0,45°F (0,25°C).
Opção D:
+4 a +86°F (-20 a +30°C); Absoluta 0,22°F (0,12°C) Diferença 0,09°F (0,05°C).
±0,5% da leitura.
Transmissor
CA: 95-264 VCA 47-63 Hz a, no máximo, 17 VCA
20-28 VCA 47-63 Hz a, no máximo, 0,35 A
Requisitos para alimentação
Display
Unidades de Engenharia Configurado pelo usuário.
Taxa Gal, litros, milhões de gal, ft3, m3, acre-ft, barril de óleo (42 gal), barril líquido (31.5 gal), ft, m, lb, kg.
Tempo Segundos, minutos, horas, dias
CC: 10-28 VCC a, no máximo, 5.0 W
Proteção: Polaridade inversa e supressão de transiente.
CA: Fusível substituível em campo. CC: Fusível rearmável automaticamente
LCD de duas linhas, luz de fundo LED.
Linha superior: De 7 segmentos, 0,7" (18 mm) de altura, numérica. Linha inferior: De 14 segmentos, 0,35" (9 mm) de altura, alfanumérica.
Indicação de Taxa de V azão: Positiva de oito dígitos, negativa com máximo de 7 dígitos; autodecimal,
exclusão de zero à esquerda.
T otalizador de Vazão: Positivo de 8 dígitos, negativo de 7 dígitos. Rearmado via software, teclado,
fechamento de contato.
Unidades adicionais para a versão de Energia: BTU, MBTU, MMBTU, Ton, kJ, kW, MW.
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Totalizador Gal, litros, milhões de gal, ft3, m3, acre-ft, barril de óleo (42 gal), barril líquido (31.5 gal), ft, m, lb, kg.
Unidades adicionais para a versão de Energia: BTU, MBTU, MMBTU, Ton, kJ, kW, MW.
Modo Para frente, a ré, líquido, batelada. Entrada/Saída (todos os transmissores)
4-20 mA Resolução de 12-bit, alimentação interna (fonte de corrente). Pode acomodar taxas negativas a
USB 2.0 para a conexão de um computador com configuração de USP (necessário haver cabo USB A/B. Base T 10/100 Comunicação RJ45 via Modbus TCP/IP, EntherNet/IPTM e BACnet®/IP.
RS485 Conjunto de comando RTU Modbus. Transmissor apenas para vazão de entrada/saída
Condições do ambiente Carcaça
Tamanho Montagem do transmissor
Tempo de resposta (vazão) De 0, 3 a 30 segundos, configurado pel o usuário, para 10% a 90% de mudança de passo na vazão.
Todos os módulos são isolados oticamente do terra e do sistema de terra.
positivas de vazão/energia.
Gal, liters, milhões de gal, ft
3
, m3, acre-ft, barril de óleo (42 gal), barril l íquido (31.5 gal), ft, m, lb, kg.
Pulso de taxa: Coletor aberto, 0 a máximo de 1.000 Hz; resolução de 12 bit, máximo 1.0 A. Pode acomodar taxas negativas e positivas. Saída de onda quadrada ou de turbina simulada. Saídas de alarme (2): De coletor aberto, configura como Alarme de erro, Alarme de Taxa, Alarme de intensidade de sinal ou Pulso total/batelada.
-40°F a +185°F (-40°C a +85°C), 0 a 95 % da umidade relativa (não condensante).
Tipo: Tipo 4 (IP 65) Construção: Alumínio revestido de pó, policarbonato, aço inox e poliuretano.
6,0" L x 4,4" A x 2,2" P (152 mm L x 112 mm A x 56 mm P).
Tipo:
Parede: Montagem com braçadeira de aço revestido com níquel Tubo: Montagem com braçadeira de tubo de ½" Transdutor integral: Preso ao tubo.
Furos no conduíte:
Rosca fêmea ½" NPT (2). Rosca fêmea ¾" NPT (1).
Segurança Trava do teclado, senha de 4 dígitos selecionada pelo usuário.
Transdutores
Tipos de líquido Na maioria, líquidos não aerados e limpos.
Comprimento do cabo
Comprimentos-padrão de 20, 50 e 100 ft (6, 15 e 30 metros) com cabo coaxial bipolar. Comprimentos de 10 a 990 ft (de 30 a 300 metros), use cabo coaxial. FDT-47/FDT-47-HT: 2 polegadas e superior.
Tamanhos do tubo
FDT-48: 2 polegadas e superior. FDT-41 até FDT-46/FDT-41-HT até FDT-46-HT: (tubo pequeno) ½", ¾", 1", 1¼", 1½", 2" (Tubo ANSI,
Tubo de cobre, Tubo). Unidades-padrão com rosca NEMA 6 (IP 67) até uma profundidade de 3 ft. (1 m) por, no máximo 30
Ambiente
dias. Unidades com rosca opcional NEMA 6P (IP 68) até uma profundidade de 100 ft. (30 m), densidade equivalente à água do mar, máximo.
Temperatura da superfície do tubo
FDT-47, FDT-48 e FDT-14 até FDT-46-HT: -40°F a +250°F (-40°C a 121°C) FDT-41 até FDT-46: -40°F a +185°F (-40°C a 85°C) FDT-47-HT: -40°F a +350°F (-40°C a 177°C)
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Condições do ambiente -40°F a +185°F (-40°C a +85°C), 0 a 95 % da umidade relativa (não condensante).
FDT-47, FDT-48, e FDT-41-HT até FDT-46-HT: CPVC, Ultem®, e presilha de cabo de nylon, para
Material da carcaça
Aprovação
versões com capa de cabo em PVC [polietileno usado em roscas NEMA 6P (IP 68)].
FDT-41 ate'FDT-46: PVC, Ultem FDT-47-HT: PTFE, Vespel
®
, e presilha de cabo de nylon, capa de cabo em PVC.
®
, e presilha de cabo de latão revestido de níquel, capa de cabo em PFA.
Padrão: Localização geral.
Software
Usado para configuração, calibração e identificação e tratamento de erros.
Padrão
Compatível com Windows 95, Windows 98, W indows 2000, Windows XP, Windows Vista
7.
EnergyLink
Usado para monitorar uma rede de vazão e medidores de energia. Compatível com Microsoft Excel
®
2003 e Microsoft Excel® 2007.
®
, Windows®
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MENU BÁSICO
English
Metric
Unidades programáveis
Endereço de Dispositivo Multi-drop
Dado numérico (1-126)
Montagem do transdutor
Frequência do transdutor
Direção da vazão
Para frente
Para trás
Diâmetro Externo do Tubo
English (polegadas)
Metric (mm)
English (polegadas)
Metric (mm)
Espessura da parede do tubo
Material do tubo
Acrílico
Alumínio Latão (naval) Aço carbono Ferro fundido Cobre Ferro dúctil Fibra de vidro
Vidro Pirex Náilon Polietileno de alta
densidade Polietileno de baixa
densidade Polipropileno PVC CPVC Fluoreto de polivinilideno Aço inox 302/303 Aço inox 304/316 Aço inox 410 Aço inox 430 P
Titânio Outros
English (FPS)
Metric MPS)
Velocidade do Som no Tubo
Rugosidade Relativa
Dado numérico
Espessura do Revestimento
English (polegadas)
Metric (mm)
Revestimento do Tubo
Epóxi alcatrão
Borracha Argamassa Polipropileno Poliestireno Polietileno de alta
densidade Polietileno de
densidade Teflon (PFA) Ebonite Outros
Velocidade do som no revestimento do t ubo
English (FPS)
Metric MPS)
Rugosidade do Revestimento
Dado numérico
Tipo de fluído
Água de torneira
Esgoto Acetona Álcool Amônia Benzeno Etanol Etilenoglicol Gasolina Glicerina Álcool isopropílico Querosene Metanol Óleo
Óleo hidráulico
petróleo)
Óleo lubrificante Óleo de motor
Água destilada Água do mar Outros
Velocidade do som no fluido
English (FPS)
Metric MPS)
Viscosidade do fluido
Gravidade específica
Dado numérico
Dado numérico
Capacidade nominal de calor
Espaçamento entre os transdutores
English (polegadas)
Metric (mm)
Nota:
pelo
Unidades de taxa
Galões
Litros Milhões de galões Pés cúbicos Metros cúbicos Acre
Barris de óleo
Barril líquido
Pés Metros LB KG
1
1
MWH
Intervalo de taxa
Seg
Min Hora Dia
Unidades de total
Galões
Litros Milhões de galões Pés cúbicos Metros c
Acre
Barris de óleo
Barril líquido
Pés Metros LB KG
1
1
MWH
Expoente do totalizador
Dado numérico
Taxa Mínima de Vazão
Taxa Máxima de Vazão
Dado numérico
Dado numérico
Dado numérico
Corte de baixa vazão
Percentual de amortecimento
1
Essas medições de
vazão de calor só
aparecem quando o
RTD for escolhido no
menu Output
2.
(42 galões)
(31,5 galões)
úbicos
-pé BTU 1MBTU 1MMBTU 1Ton 1kJ 1kWH
Esse valor é calculado
firmware.
baixa
(42 galões)
(31,5 galões)
-pé
(à base de
Diesel
BTU 1MBTU 1MMBTU 1Ton 1kJ 1kWH
(SAE 20-30)
- Epóxi
erfluorelastômero
FIGURA A-2.1 – MENU MAP – 1
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Configuração 4-20 mA
MENU CANAL 1
Primário
Secundário
Terciário
Quaternário
MENU CANAL 2
Opção do Canal 2
CONTROLE/HZ
RTD
Valores de calibração de RTD
Controle / Opções de Frequência
Opções de Número de Controle
CONTROLE
CONTROLE 2
TOTALIZAR VAZÃO SIG STR ERROS NENHUM
Valores de saída de vazão para On/Off
LIGADO (valor) DESLIGADO (valor)
Valores de intensidade de sinal
LIGADO (valor)
DESLIGADO (valor)
Multiplicado do totalizador
TOT MULT (valor)
O menu do Canal 2 permite a configuração de parâmetros específicos de I/O. Os valores
de RTD são específicos de determinado RTD. A estrutura e programa ção do menu são idênticos par a ambos os Controles, 1 e 2, porém,
a opção por determinada função, para uma saída de
uma da outra.
controle específico, não depende
1
FIGURA A-2.2 – MENU MAP – 2
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